quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Tradução de Abstract: TCC / Monografia

Feed: English Experts
Posted on: quarta-feira, 22 de junho de 2016 06:00
Author: Camila Oliveira
Subject: Tradução de Abstract: TCC / Monografia

Provavelmente, em algum momento da sua vida, você precisou (ou vai precisar) escrever um Abstract. Como fazer seu Abstract em inglês? Quais regras seguir e por que não traduzimos resumos no fórum do English Experts? É o que você vai descobrir aqui.

Um Abstract não é tão fácil quanto parece

Imagine que você está caminhando pela rua e passa em frente a uma casa toda suja, cheia de folhas e mato, pichada e com a tinta descascando, como você acredita que seja o interior dela? Aposto que imaginou uma casa toda suja e bagunçada, não foi? O seu Abstract funciona da mesma maneira, pois ele é o reflexo do seu trabalho, a primeira coisa que a pessoa lê. Se ele estiver mal escrito e confuso, entende-se que seu trabalho estará da mesma maneira. Dessa forma, um Abstract “bobo”, pode afugentar o leitor e seu texto acaba sendo desvalorizado.
Fazer um Abstract não é tão simples. São de 100 a 500 palavras (dependendo do tipo de trabalho e exigências) e há muito em jogo: desde a responsabilidade do tradutor em ser fiel ao texto original às implicações de prejudicar todo um trabalho em função de um texto mal escrito.
Alguns fatores são importantes para serem levados em conta em relação a dificuldade e responsabilidade de se traduzir um Abstract:
  • O tempo dedicado para se traduzir é alto, dificilmente gastamos apenas um dia para fazer um Abstract. Por mais que seja uma ou meia folha, a linguagem acadêmica é diferente das demais e as regras de escrita são diferentes, assim como a forma de se escrever e até mesmo o uso da vírgula. Além disso, um Abstract bem feito leva muito tempo de pesquisa por parte do tradutor.
  • Os termos do resumo são muito específicos e, normalmente, não fazem parte do nosso vocabulário cotidiano. Portanto, temos que pesquisar cada uma das palavras, expressões, abreviações e acrônimos para saber se condiz com o que é falado (lembrando que recebemos apenas o resumo, não temos o trabalho completo como contexto). O tradutor tem que se tornar especialista no assunto sem talvez nunca ter visto aquele tema antes.
  • Fazer revisão de um Abstract pronto (que foi recusado e com recomendação de ser reescrito) é mais difícil que traduzir. É mais fácil começar do zero, estudando e pesquisando termos, fazendo tudo da maneira correta. Isso acontece porque se recebemos um Abstract mal feito, temos que tentar entender o que o escritor quis dizer a partir de termos errados e tradução confusa, então o tradutor além de refazer, precisa adivinhar o que está certo e o que precisa melhorar sem prejudicar o trabalho do escritor.

Escrevendo o Abstract como um falante nativo de inglês

Os Resumos / Abstracts servem para “vender” seu trabalho. Claro, no lugar de convencer alguém a comprar um produto, o Abstract serve para convencer o leitor a “comprar” a sua ideia e continuar lendo o que escreveu. Portanto, é necessário seguir algumas dicas básicas para fazer seu resumo se destacar.
Para isso, escreva seu resumo em inglês apenas após seu artigo (TCC, Monografia etc) estiver pronto, pois o resumo é a visão geral daquilo que foi discutido ao longo do texto.
Revise e siga as regras específicas para seu trabalho, não extrapolando o número de palavras e obedecendo as regras de formatação.
Evite uma linguagem muito difícil (tanto em inglês quanto em português), leve em consideração o público que irá ler e escreva de uma forma que eles entendam. A língua portuguesa não é tão objetiva quanto a inglesa, portanto é mais fácil de cair na armadilha da “encheção de linguiça”, entretanto, o mesmo não acontece no inglês, o que poderá tornar seu Abstract bem mais menor que o resumo.
Use frases simples e evite abreviações, a não ser que elas sejam abreviações básicas, universalmente conhecidas e aceitas. Acrônimos e abreviações devem ser explicadas na primeira vez que são citadas para que depois possam ser usadas tranquilamente em seu Abstract.
O título do seu trabalho precisa condizer exatamente com o que é dito no Abstract. Ele deve explicar o máximo possível sobre o contexto e os objetivos do estudo, e em inglês o título não deve ser escrito em caixa alta.
Não copie e cole partes do seu artigo e evite ser específico demais em seu Abstract, pois ele é apenas um resumo e deve se comportar como tal. Forneça apenas as informações úteis para que o leitor saiba exatamente sobre o que você está falando.
Utilize as palavras-chave ao longo do texto, isso irá facilitar que seu trabalho seja facilmente achado por mecanismos de busca.
Seu Abstract deve ser constituído de problema, motivação, abordagem, resultado e conclusão:
  • Problema: delimite e explique qual é o problema que está tentando resolver (ou desvendar) em seu trabalho, evitando excesso de jargões.
  • Motivação: após postular o problema, explique a importância do seu trabalho, a dificuldade do assunto e o possível impacto caso seu estudo seja bem sucedido.
  • Abordagem: explique qual abordagem utilizou, quais variáveis importantes você controlou, as que ignorou e as que mediu.
  • Resultado: qual é a resposta da sua pesquisa, qual resultado encontrou. Evite expressões vagas como small, very, significant e a lot.
  • Conclusão: para concluir, cite quais são as implicações do seu resultado. Indique se o resultado é generalizado, potenciamente generalizável ou se é específico para uma razão em especial.

Erros mais comuns

Os falantes não-nativos de inglês, por mais que sejam fluentes, podem cometer alguns erros comuns de quem não tem o inglês como língua mãe. Esses erros não são considerados drásticos, contudo, fazem a diferença na escrita de um Abstract.
  • Utilize a vírgula onde você perceber que é necessário fazer uma pausa para respirar. Se uma frase tiver mais de duas vírgulas, ela deve ser dividida com ponto final. O quantidade de vírgulas que é considerada normal e aceita em português, confude os falantes de inglês.
  • A letra maiúscula serve apenas para início de frases após o ponto final, para nomes próprios e formais de um local, departamento ou título.
  • Evite ao máximo usar os pronomes pessoais I / we. Utilize-os apenas quando for necessário enfatizar a natureza singular de um acontecimento que ocorreu com você. Se a sujeito não muda o fato da ação acontecer, é melhor usar a voz passiva, que enfatiza a ação em si e não quem praticou. Assim, entenderemos que a ação será a mesma para qualquer um que praticá-la.
  • Em português, para evitar repetição, omitimos o sujeito ao longo do parágrafo se ele já tiver sido mencionado anteriormente. Entretanto, em inglês é necessário continuar explicando a quem estamos nos referindo, mesmo que isso implique em repetição.
  • O that, enquanto pronome relativo, pode ser omitido após os verbos suggest, observe, find, show e das expressões it’s important, highlight.
Para saber de mais erros com vários exemplos, confira este artigo: Writing scientific articles like a native English speaker: top ten tips for Portuguese speakers.

Abstract x English Experts

Há alguns anos, decidimos aqui no English Experts que não aceitaríamos mais pedidos de tradução e revisão de Abstract. Essa decisão foi tomada em função de vários motivos:
  1. Alguns membros se cadastravam no English Experts apenas para ter seus Abstracts traduzidos e, quando conseguiam o que queriam, não voltavam mais nem mesmo para agradecer.
  2. O Fórum tem a função e tirar dúvidas de pequenos trechos e não de resolver exercícios escolares ou trabalhos acadêmicos.
  3. A ideia do Fórum é de ajuda mútua. Uma vez que somos ajudados, nossa forma de retribuir é ajudando alguém, aumentando nossa corrente de estudos e aprendizado. Se a única intenção do membro é conseguir seu Abstract traduzido e nunca mais voltar no site, a ideia do Fórum é quebrada.
  4. O mais interessante do fórum é a interação entre os membros, a discussão gerada em função de um dúvida em que todos saem aprendendo algo. Traduções longas exigem muito tempo, coisa que nem todos os membro tem de sobra. Então, no lugar de participar de vários tópicos e ajudar várias pessoas, a participação limita-se a poucas pessoas pois não são todos que puderam tirar um longo período para ler e ajudar.
  5. Todos no fórum merecem ser tratados e auxiliados da mesma forma. Se gastássemos todo o nosso tempo em apenas um Abstract, seria impossível ajudar os outros da mesma maneira.
  6. Monografias, TCC, Teses, Abstracts possuem um vocabulário muito técnico. Enquanto um tradutor gasta um certo temporada traduzir todo um resumo, algumas pessoas que não são tradutoras poderiam gastar o mesmo tempo para traduzir apenas um parágrafo.
  7. Confiamos nos membros e na reputação que eles possuem na nossa comunidade mas, infelizmente, nem sempre sabemos de tudo e geralmente fazemos a tradução mais próxima da realidade, logo, há chances da nossa tradução não atender os requisitos do Abstract.
Optamos por deixar a tradução para quem é habilitado e vive disso. Qualquer pergunta é bem-vinda no Fórum, contudo, não é necessário enviar o Abstract inteiro para tirar uma dúvida, basta mencionar o que deseja saber e informar o contexto.

Conselho de amigo

Quem nunca pediu para aquele amigo que sabe inglês pra dar aquela forcinha no Abstract ou então caiu na tentação de recorrer aos tradutores online? Contudo, tenha muita cautela, pois certamente seu Abstract faz parte de um trabalho importante, que certamente representa um momento decisivo da sua vida.
Se seu resumo não estiver traduzido corretamente, você poderá ter seu trabalho devolvido ou impedido de ser publicado. Não vale a pena arriscar economizar em uma situação tão importante assim.
Lembre-se que tradutores até conseguem se virar nos 30, mas não fazem milagres. Se eu seu resumo estiver mal escrito em português, ele certamente ficará mal escrito em inglês.
Para evitar que isso aconteça, antes de entregar seu resumo para um tradutor, tenha certeza de que ele já foi revisado inúmeras vezes por um professor, orientador ou alguém habilitado na área de português. É importante fazer aquele pente fino e só depois entregar para quem for traduzir. A obrigação do tradutor é transcrever seu texto em uma outra língua e não adivinhar o que o escritor quis dizer com um texto mal formulado.
Espero que você tenha gostado, caso ainda tenha alguma dúvida, deixe um comentário que tentarei ajudar no que for possível!
Bons estudos!

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Uso do Present Perfect e Simple Past

Feed: English Experts
Posted on: segunda-feira, 27 de junho de 2016 06:00
Author: Donay Mendonça
Subject: Uso do Present Perfect e Simple Past no Inglês Americano e Britânico

Sem dúvida alguma, entender de imediato tudo sobre estes dois tempos verbais costuma não ser tarefa muito fácil para aqueles que estão começando os estudos. É preciso tempo e paciência. Pensando nisso, preparamos uma dica para você, mostrando algumas semelhanças e diferenças quanto ao uso do present perfect (presente perfeito) e simple past (passado simples), em American English e British English:

Ao falar de alguma coisa que aconteceu algum tempo atrás

Esse tempo atrás não é definido – recente ou não -, e possui relevância no momento presente.
Inglês Britânico: usa-se o present perfect.
  • I have lost the notebook. Have you taken it? [Eu perdi o caderno. Você o pegou?]
  • I have hired a new manager. Have you talked with him? [Eu contratei um novo gerente. Você falou com ele?]
  • John isn’t at home. He has gone out. [John não está em casa. Ele saiu.]
Inglês Americano: usa-se tanto o present perfect quanto o simple past.
  • I have lost the notebook. Have you taken it? [Eu perdi o caderno. Você o pegou?]
  • I lost the notebook. Did you take it? [Eu perdi o caderno. Você o pegou?]
  • I have hired a new manager. Have you talked with him? [Eu contratei um novo gerente. Você falou com ele?]
  • I hired a new manager. Did you talk with him? [Eu contratei um novo gerente. Você falou com ele?]
  • John isn’t at home. He has gone out. [John não está em casa. Ele saiu.]
  • John isn’t at home. He went out. [John não está em casa. Ele saiu.]

Usando Just, Already e Yet

Inglês Britânico: usa-se o present perfect.
  • I’m not thirsty. I have just drunk some water. [Eu não estou com sede. Eu acabei de tomar água.]
  • Do you want me to call her? ‘No, I have already done that.’ [Você quer que eu ligue para ela? Não, eu já fiz isso.]
  • Have you changed your clothes yet? [Você já trocou de roupa?]
Inglês Americano: usa-se tanto o present perfect quanto o simple past.
  • I’m not thirsty. I have just drunk some water. [Eu não estou com sede. Eu acabei de tomar água.]
  • I’m not thirsty. I just drank some water. [Eu não estou com sede. Eu acabei de tomar água.]
  • Do you want me to call her? ‘No, I have already done that.’ [Você quer que eu ligue para ela? Não, eu já fiz isso.]
  • Do you want me to call her? ‘No, I already did that.’ [Você quer que eu ligue para ela? Não, eu já fiz isso.]
  • Have you changed your clothes yet? [Você já trocou de roupa?]
  • Did you change your clothes yet? [Você já trocou de roupa?]

Usando Ever e Never

Inglês Britânico: usa-se o present perfect.
  • Have you ever seen a ghost? [Você já viu um fantasma?]
  • Have you ever travelled by airplane? [Você já viajou de avião?]
  • I have never seen this movie before. [Eu nunca vi este filme antes.]
Inglês Americano: usa-se tanto o present perfect quanto o simple past.
  • Have you ever seen a ghost? [Você já viu um fantasma?]
  • Did you ever see a ghost? [Você já viu um fantasma?]
  • Have you ever traveled by airplane? [Você já viajou de avião?]
  • Did you ever travel by airplane? [Você já viajou de avião?]
  • I have never seen this movie before. [Eu nunca vi este filme antes.]
  • I never saw this movie before. [Eu nunca vi este filme antes.]
Dica importante: O uso do simple past, nestes casos, é tido como incorreto no inglês britânico. No entanto, ele é bastante difundido entre falantes do inglês americano. Para os mais conservadores, apenas o present perfect deve ser utilizado.
Espero que tenha ajudado.
Bons estudos e até a próxima dica!


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Verbo Be + Being: Como utilizar

Feed: English Experts
Posted on: segunda-feira, 6 de junho de 2016 06:00
Author: Donay Mendonça
Subject: Verbo Be + Being: Como utilizar

Este é mais um daqueles assuntos em inglês que pode parecer incorreto ou estranho à primeira vista. Mas, na verdade, o verbo to be, neste caso, não traz nenhuma novidade em relação ao português.
Nós também usamos:
  • I am being… [Eu estou sendo…]
  • You are being… [Você está sendo…]
  • He is being… [Ele está sendo…]
  • She is being… [Ela está sendo…]
  • It is being… [Está sendo…]
  • We are being… [Nós estamos sendo…]
  • You are being… [Vocês estão sendo…]
  • They are being… [Eles/elas estão sendo…]
Tenho certeza de que você ouve e diz isso bastante no português, não é mesmo? Confira:
  • I am being honest with you. [Eu estou sendo honesto com você.]
  • You are being modest. [Você está sendo modesto.]
  • You are being very romantic. [Você está sendo muito romântico.]
  • You are being rude. [Você está sendo mal educado.]
  • He is being selfish. [Ele está sendo egoísta.]
  • She is being bad. [Ela está sendo má.]
  • It is being hard to live here. [Está sendo difícil morar aqui.]
  • We are being nice. [Nós estamos sendo agradáveis.]
  • They are being naive. [Eles estão sendo ingênuos.]
Note que, neste caso, o to be é auxiliar e é também verbo principal. As formas negativa e interrogativa funcionam como no presente contínuo, por exemplo:
  • I am not being honest with you. [Eu não estou sendo honesto com você.]
  • Are you being modest? [Você está sendo modesto?]
  • He isn’t being selfish. [Ele não está sendo egoísta.]
  • Are they being naive? [Eles estão sendo ingênuos?]
Há uma diferença significante em se dizer que alguém ou alguma coisa é ou está sendo. Eu posso dizer:
  • I am honest. [Eu sou honesto.]
  • I am being honest. [Eu estou sendo honesto.]
No primeiro caso, trata-se de uma característica permanente. Já no segundo caso, trata-se de algo temporário.
Descrições de características temporárias:
  • I am being polite. [Eu estou sendo educado.]
  • You are being patient. [Você está sendo paciente.]
  • He is being aggressive. [Ele está sendo agressivo.]
  • They are being cool. [Eles estão sendo legais.]
Descrições de características permanentes:
  • I am polite. [Eu sou educado.]
  • You are patient. [Você é paciente.]
  • He is aggressive. [Ele é agressivo.]
  • They are cool. [Eles são legais.]
Confira uma definição para o assunto de um falante nativo do inglês, retirada do site Wordreference, que confirma o que acabei de dizer:
  1. You are being ridiculous = You are currently exhibiting ridiculous behaviour.
  2.  You are ridiculous = You exhibit only ridiculous behaviour.
É também possível o uso no passado, por exemplo:
  • I was being polite. (eu estava sendo educado)
  • You were being ridiculous. (você estava sendo ridículo)
  • He wasn’t being kind. (ele não estava sendo gentil)
  • Was it being difficult? (estava sendo difícil?).

Participe nos Comentários

Coloque em prática o que aprendeu traduzindo as frases a seguir para o inglês:
  1. Eu estou sendo infantil.
  2. Eu sou infantil.
  3. Você está sendo bobo.
  4. Você é bobo.
É isso. Espero que tenha ajudado.
Bons estudos e até a próxima dica.

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Não caminhar durante o trabalho pode ser tão perigoso quanto fumar?

06/06/2016 07h07 - Atualizado em 06/06/2016 07h08

Nova pesquisa mostra que mais da metade dos britânicos só se levantam da mesa do escritório para ir ao banheiro e caminham menos de 20 minutos por dia.
BBC

Seja no escritório, no transporte público, no carro ou mesmo em casa, ficar sentado por muito tempo pode ser muito ruim para a nossa saúde. Ao ponto de ser tão perigoso quanto fumar.
É o que defende o cientista Rob Copeland, da Universidade Sheffield Hallam, no Reino Unido, sobre os efeitos de se levar um estilo de vida sedentário.
"Nos últimos 20 ou 30 anos, a distância total que toda a população britânica caminha vem caindo em média 96,5 km a cada ano", diz Copeland.
"Com isso, não nos movimentamos o quanto deveríamos e gastamos menos energia, fazendo com que nosso peso aumente e passemos a ter problemas de saúde crônicos, como diabetes e doenças cardiovasculares. Além de alguns tipos de câncer se tornarem mais frequentes."
Estudos anteriores já tinham apontado para problemas de saúde decorrentes da vida sedentária, mas uma nova pesquisa se concentrou específicamente nos movimentos diários de um trabalhador de escritório na Grã-Bretanha.
Esse estudo, da empresa de planos de saúde Westfield Health, indica que 51% dos trabalhadores só levantam de suas mesas no escritório para ir ao banheiro.
Do total, 62% afirmam passar o dia ocupados demais para fazer um intervalo no horário do almoço. E 55% dizem andar menos de 20 minutos por dia.
Amigos
Andar não faz bem apenas para o corpo, diz Alison Cragg, voluntária do grupo de apoio Widowed and Young (WAY, na sigla em inglês), que reúne homens e mulheres com 50 anos ou menos que perderam seus parceiros.
Ela organiza caminhadas entre seus integrantes no condado de Hertforshire, no sul da Inglaterra. Para o grupo, esses passeios trazem outros benefícios - principalmente para os novos membros, segundo Cragg.
"Andar pode ser algo solitário, mas também pode ser uma atividade muito divertida e sociável. Nenhum de nós nos conhecíamos e, agora, somos grandes amigos", afirma a voluntária.
"Muitos novos membros vêm caminhar e se sentem à vontade, depois vão almoçar com a gente após a caminhada."
Desta forma, a caminhada não é apenas uma atividade física barata e possível de ser praticada para a maioria das pessoas. É também o caminho para uma vida mais saudável e feliz.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Poka Yoke, uma técnica de gestão da qualidade baseada em soluções simples


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“Poka Yoke”; ou “pocá-ioquê”, para os íntimos. Esse nome, tão curioso, é de origem japonesa e significa “à prova de erros”. A partir daí, já dá para se ter uma ideia da natureza dessa ferramenta, que foi criada no Japão e implantada no Sistema Toyota de Produção já faz algum tempo. Pois é, o nome até pode ser engraçado, mas a função do Poka Yoke é muito séria: trata-se de um sistema de inspeção desenvolvido para prevenir riscos de falhas humanas e corrigir eventuais erros em processos industriais, sempre por meio de ações simples.
O Poka Yoke surgiu nos anos 1960, quando Shigeo Shingo, hoje considerado um gênio da engenharia, liderava a produção da Toyota. Não havia um dia em que ele não se deparasse com falhas humanas, que resultavam em produtos defeituosos: e, por isso, não havia um dia em que não ficasse irritado. Diante disso, Shingo começou a desenvolver técnicas que, por vingança, chamou de Baka (“idiota”, em japonês) Yoke (“à prova de”), em um processo que dispensa traduções. Aos poucos, porém, as técnicas foram aprimoradas, se provaram profundamente eficazes e ganharam aderência. Para não ofender ninguém, Shingo trocou o Baka por Poke.
Hoje, o Poka Yoke é uma técnica absolutamente consagrada de gestão em processos industriais, mas não só: a lógica da ferramenta se ampliou, de modo que ela pode ser aplicada a qualquer situação que envolva riscos de falhas ou defeitos. Como a administração do seu negócio, por exemplo.
Algum exemplo de aplicação?
O próprio Shigeo Shingo nos deu um exemplo icônico de aplicação do Poka Yoke. Quando um cliente o avisou de que alguns interruptores produzidos pela Toyota estavam vindo sem mola – o que impossibilitava o funcionamento -, o engenheiro conversou seguidas vezes com a equipe. Mas o efeito persistia, e ele acabou desenhando o seguinte processo: todas as peças do interruptor deveriam ser colocadas em um prato, para só então serem montadas. Se, ao final desse processo, sobrasse uma peça no prato, algo teria saído errado.
E o que Poka Yoke tem a ver com o meu negócio?
Se não tudo, quase tudo. Isto é, se sua empresa lida com produção ou montagem de algum tipo, apesar de você talvez conseguir aplicar o método em diferentes processos. Essa é uma ferramenta de gestão de qualidade das mais eficazes, que já foi validada de várias formas por empresas de todo o mundo. Ou seja, está mais do que provado que ela é capaz de auxiliar a reduzir seus custos com falhas humanas e de processos, ou de problemas com defeitos em produtos.
Em outras palavras, o Poka Yoke pode impedir que os erros de agora se transformem em defeitos lá na frente.
O pensamento por trás desta ferramenta é o de que, se há uma imperfeição em algum processo, é possível tomar atitudes descomplicadas para resolvê-la antecipadamente. E isto, acredite, pode ser muito melhor do que tentar resolver depois, com o produto ou serviço já concluído. Os custos com desperdícios e retrabalhos seriam muito maiores.
Faz sentido. Agora, como posso usar a ferramenta?
De acordo com especialistas no assunto, são seis os passos essenciais que o empreendedor deve seguir para aplicar o Poka Yoke em suas atividades:
1) conheça a falha a ser corrigida: é preciso que você compreenda exatamente o defeito de produto, de serviço ou de execução de alguma etapa que deva ser contornado. Para facilitar esta etapa, registre o defeito por meio de fotos, vídeos e/ou transcrição de narrativas.
2) compreenda as causas: entender o que levou à ocorrência dos defeitos e das falhas é fundamental para corrigi-los. De acordo com uma cartilha produzida pelo Movimento Empreenda (disponível aqui), os defeitos são originados por dez causas principais:
1 – Não executado por falta de processamento
2 – Erro na execução ou no processamento
3 – Erro na disposição/no posicionamento dos elementos
4 – Ausência ou excesso de elementos
5 – Utilização de elemento errado
6 – Execução ou processamento de elemento errado
7 – Falha do equipamento
8 – Erro de ajuste
9 – Falha na preparação do equipamento
10 – Ferramentas ou dispositivos inadequados
E as principais falhas humanas são:
1 – Falta de concentração ou esquecimento
2 – Inércia mental, decisão “sem pensar”, excesso de familiaridade
3 – Análise superficial e/ou rápida; identificação errônea
4 – Falta de experiência, amadorismo
5 – Imprudência ou teimosia
6 – Distração momentânea
7 – Lentidão na ação, demora na decisão
8 – Ausência de padrão, falta de procedimento
9 – Situação inesperada, surpresa
10 – Má fé ou intencional
3) cogite soluções: primeiro, pergunte-se: como a falha pode ser prevenida? Se não conseguir responder, tente descobrir como o defeito pode ser detectado o quanto antes. Ou, ainda, se a falha ou o defeito deve ser detectado de forma direta (sem interferência humana) ou indireta (com interferência humana).
4) verifique a eficácia da solução: para que seja a mais eficaz possível, a solução Poka Yoke deve eliminar a falha ou o defeito de forma simples, sem grandes impactos na sua gestão de custos. Deve fazer parte do processo, sendo executada no local em que a falha ocorre, e deve evitar que esta falha seja passada para a próxima etapa.
5) implante a solução: faça isso em toda a empresa.
6) registre-a: ao final do processo, colete o máximo de informações que conseguir a respeito dos ocorridos, comparando os resultados obtidos. Isto será extremamente útil para o desenvolvimento de outras soluções Poka Yoke no futuro.
Legal! Onde posso encontrar mais informações sobre a ferramenta?
Há informações bem completas naquele link que passamos acima, no portal do Movimento Empreenda. E neste link do site NovoNegócio, você encontra mais detalhes sobre as origens e as aplicações do Poka Yoke. Embora mais direcionado à indústria, nunca se sabe: vai que você tira daí uma nova ideia para evitar falhas e reduzir custos?

Kaizen: a sabedoria milenar a serviço da sua melhor gestão


 
03, jul, 15
Descubra como a filosofia  Kaizen pode ajudar sua gestão a reduzir custos e aumentar a produtividade
Mais uma vez embarcamos rumo à terra do sol nascente. Depois de atravessarmos o globo em busca de definições para o Poka Yoke e o 5S, agora é o conceito de Kaizen que vamos pesquisar lá no outro lado do mundo. E mais uma vez vamos entender porque, quando se trata de filosofia para organizar práticas e melhorar a produtividade no ambiente de trabalho, ninguém supera os japoneses.
Pois sim: Kaizen vem do japonês, e significa “mudança para melhor”.
Hoje implica a ideia – na verdade, a filosofia de melhoria contínua na vida em geral – seja pessoal, familiar, social e profissional.
Claro que aqui daremos mais ênfase a este último caso.
O conceito tem de fato sua origem no meio industrial. Surgiu após a Segunda Guerra Mundial, quando várias empresas japonesas passaram a aplicar práticas que depois foram englobadas pelo termo. Desde então, os princípios do Kaizen se espalharam por todo o mundo, e hoje são utilizados em diversas outras áreas que não apenas a de produtividade.
Um dos grandes responsáveis por este movimento é o professor Masaaki Imai. Considerado o pai do Kaizen, é autor de um livro fundamental para o assunto – “Kaizen – The secret to Japans competitive success” e fundador do Kaizen Institute, por meio do qual leva os ensinamentos e as práticas em questão para todo o mundo.
Mas para que serve, exatamente?
No contexto da uma empresa, as práticas de Kaizen trazem aquilo que todo empreendedor procura: redução de custos e aumento de produtividade. De acordo com os ensinamentos do professor Masaaki, isso ocorre a partir do pressuposto que as pessoas podem melhorar continuamente no desenvolvimento de suas atividades.
Ele professa que o trabalho coletivo deve prevalecer sobre o individual; que o ser humano é visto como um dos bens mais valiosos de uma organização, e que deve ser incentivado a direcionar seu trabalho para as metas compartilhadas da empresa, sem que deixe de atender às suas necessidades pessoais. No Kaizen, satisfação e responsabilidade são valores coletivos.
Para Masaaki Imai, existem alguns “mandamentos” para a aplicação da filosofia em uma empresa:
  • O desperdício deve ser eliminado, pois melhorias graduais devem ocorrer continuamente.
  • Todos os colaboradores devem estar envolvidos, de gestores do topo até intermediários e pessoal de base.
  • O Kaizen é baseado em uma estratégia barata; acredita-se que um aumento de produtividade pode ser obtido sem investimentos significativos, sem a necessidade de se aplicar somas astronômicas em tecnologias e consultores.
  • Pode ser aplicado em qualquer lugar e não somente dentro da cultura japonesa.
  • Apoia-se no princípio de uma gestão visual, de total transparência de procedimentos, processos e valores, tornando os problemas e os desperdícios visíveis aos olhos de todos;
  • A atenção deve ser dirigida ao local onde se cria realmente valor, ou seja, o chão de fábrica (isto no caso de uma indústria – no da sua empresa, priorize o ambiente de trabalho).
  • O Kaizen é orientado para os processos.
  • Dá prioridade às pessoas; acredita-se que o esforço principal de melhoria deve vir de uma nova mentalidade e de um estilo de trabalho diferente por parte das pessoas. Isso por meio da orientação pessoal para a qualidade e para valores como: espírito de equipe, sabedoria, moral e autodisciplina.
  • O lema essencial da aprendizagem organizacional é: aprender fazendo.
Mas como posso aplicar o Kaizen à prática?
De acordo com os preceitos de Imai, existem três formas de se implementar as práticas no ambiente empresarial:
Kaizen para administração – envolve as mais importantes questões, garantindo o progresso na implantação e no moral do grupo. Segundo Imai, um gerente deve dedicar pelo menos 50% do seu tempo a este aprimoramento, que se relaciona às mais diversas práticas – desde utilizar papel de rascunho para impressão até o compartilhamento de informações importantes. Isto depende de seu perfil de empreendedor.
Enfim, você deve transformar estas práticas em padrão, e fazer com que todos da sua empresa o sigam. Se as pessoas são capazes de acompanhá-lo, mas não o fazem, você deve implementar a disciplina. Se elas não são capazes de seguir o padrão, o ideal é que sejam oferecidos treinamentos – ou que se revise o padrão para que a aplicação se torne mais fácil.
Kaizen para o grupo – no ambiente de uma empresa, o processo de melhoria contínua está intimamente associado ao espírito de equipe. Isso implica o envolvimento de todas as pessoas da sua organização no aperfeiçoamento dos processos.
Os grupos de Kaizen devem ser formados por pessoas de todas as áreas da sua empresa. E o objetivo aqui é aprender a utilizar as técnicas nas soluções dos problemas. Cada grupo deve ter um líder, que assumirá o papel de informar aos participantes sobre o andamento dos processos, além de transformar informações em ação.
Os grupos de Kaizen costumam atuar da seguinte forma: realiza-se um estudo de todos os problemas a serem solucionados. Deve se definir se as soluções são fáceis ou se haverá a necessidade de auxílio do ciclo PDCA, que tem por princípio tornar mais claros e ágeis os processos na execução de uma gestão. E além do PDCA, outras ferramentas poderão ser utilizadas, como diagramas de causa e efeito e o 5W2H.
Kaizen voltado para pessoas – Ocorre na forma de sugestões. A ideia é estimular as pessoas a demonstrarem mais empenho em realizar as suas tarefas. Esse sistema deve ser bem dinâmico e funcional, servindo de avaliação de desempenho para funcionários de todas as esferas, sem exceção.
Enfim, este é apenas um artigo introdutório sobre a filosofia Kaizen. Para se aprofundar no tema, recomendamos as seguintes leituras abaixo:

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

O que são os Adjetivos? Para que servem?

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O adjetivos são uma classe gramatical que tem a função de descrever as características de algo ou alguém (estes, que são substantivos ou pronomes). Eles servem para caracterizar uma pessoa, objeto, animal em relação às:
  1. Qualidades duradouras ou permanentes;
  2. Características ou propriedades hereditárias;
  3. Características que expressam estados passageiros e condições;
  4. Características ou qualidades em relação a duas pessoas, objetos, animais, normalmente, requerendo complemento;
  5. Classificação das pessoas, objetos, animais em tipos;
  6. Características das ações de pessoas, objetos ou animais.
Exemplos:
  • The movie was long. [O filme foi longo.]
  • The final exams were difficult. [As provas finais foram difíceis.]
  • The actor gave a wonderful performance. [O ator fez uma performance maravilhosa.]

Como identificar os adjetivos

Os adjetivos estão entre as três maiores classes gramaticais de palavras abertas, ou seja, classes que são constituídas por um número ilimitado de palavras, que vai aumentando de acordo com a evolução da língua. Dessa forma, é difícil listar todos os adjetivos da língua inglesa, principalmente porque, após um tempo, essa lista se tornaria desatualizada.
Assim, tanto identificar como classificar os adjetivos se torna uma tarefa complexa. Contudo, existem alguns aspectos que podem ser levados em conta que ajudam a identificá-los:
  1. Um adjetivo tem como função dar uma característica a um substantivo, logo, um adjetivo sem algo para classificar ficaria sem sentido. Por isso, observe que o adjetivo estará sempre próximo de um nome (substantivo).
  2. No português, utilizamos o adjetivo depois do substantivo. No inglês usamos antes do substantivo.
  3. A posição do adjetivo em uma frase pode variar, assim como sua terminação. Algumas das terminações mais comuns são: -al, -ed, -ic, -ent, -ble, -ing, -ive, -(l)y, -an, -ous, -ar, -ful, -less. Exemplos: general, excited, scientific, excellent, sensible, expensive, healthy, American, anxious, popular, beautiful, senseless.
  4. Os adjetivos terminados em -ed indicam como alguém se sente, ao passo que os terminados em -ing dizem a você sobre algo ou alguém. Exemplos: bored, boring.
  5. Quando há dois substantivos juntos em uma frase (um logo em seguida do outro), o primeiro se comportará com adjetivo classificando o segundo substantivo.
Exemplos:
  • The small kitten jumped at the big dog. [O pequeno gatinho pulou no cachorro grande.]
  • The dancing was graceful. [A dança foi graciosa.]
  • The enthusiastic fans painted their bodies with the team’s colors. [Os fãs entusiasmados pintaram seus corpos com as cores do time.]

Qual é a ordem dos adjetivos?

Quando utilizamos mais de um adjetivo consecutivamente em uma mesma frase, devemos obedecer uma ordem de uso, de acordo com a ideia implícita em cada um:
  • opinion (opinião) + size (tamanho) + age (idade) + shape (forma) + color (cor) + origin (origem) + material (material) + noun (substantivo)
Não é necessário utilizar todos os adjetivos com todas as ideias implícitas acima, contudo, dos que utilizar, mantenha na ordem. Uma boa dica, caso se esqueça da ordem, é começar pelas características mais generalizadas e abrangentes e finalizar com as mais específicas e particulares.
Exemplos:
  • The ugly red chair. [A cadeira vermelha feia.]
  • The big Egyptian silver mask. [A grande máscara prateada egípcia.]
  • The old blue silken curtains. [As velhas cortinas azuis de seda.]

Quais são os graus dos adjetivos?

Os adjetivos podem possuir um grau de comparação, quando utilizados para classificar mais de um substantivo que possui uma mesma qualidade em comum. Dividimos o grau de comparação entre comparativos e superlativos.
Os comparativos, como o próprio nome já indica, tem a função de comparar dois ou mais substantivos em relação a um adjetivo em comum. Essa relação de comparação pode ser de inferioridade (quando um substantivo possui menos daquela qualidade que o outro), superioridade (quando um substantivo possui mais daquela qualidade que o outro) ou de igualdade (quando ambos os substantivos possuem a mesma quantidade daquela qualidade).
Exemplo
  • My brother is older than me. [Meu irmão é mais velho que eu.]
  • You’re as pretty as Princess Leia and as smart as YoEspero que tenha gostado.
    Bons estudos!
    da.
    [Você é tão bonita quanto a Princesa Leia e tão esperta quanto o Yoda.]
  • This road is less dangerous than the other one. [Esta estrada é menos perigosa que a outra.]
Já os superlativos tem a função de intensificar a qualidade de um substantivo em relação a todos os outros substantivos de um mesmo grupo, categoria, segmento. Essa relação de intensidade pode ser de superioridade (quando um substantivo possui mais daquela qualidade que todos os outros de um mesmo grupo específico) ou de inferioridade (quando um substantivo possui menos daquela qualidade que todos os outros de um mesmo grupo específico).
Exemplos:
  • This stone is the heaviest of all. [Esta pedra é a mais pesada de todas.]
  • The smallest kitten at the Petshop. [O gatinho menor no petshop.]
  • That’s the least interesting story I have ever heard. [Esta é a história menos interessante que já ouvi.]
Dessa forma, com o grau de comparação, além do adjetivo dar qualidade, ele irá definir qual a intensidade daquela característica o substantivo terá quando comparado com outros.

Adjetivos x Advérbios

Adjetivos e advérbios possuem funções parecidas, contudo, enquanto os adjetivos nos falam sobre os substantivos (como as coisas e pessoas são), os advérbios nos falam sobre os verbos (como as ações são feitas).
No entanto, é possível utilizar os advérbios para modificar os adjetivos. Chamados de modifiers, esses advérbios são utilizados antes dos adjetivos para dar mais ou menos intensidade em relação àquela qualidade:
  • so [tão]
  • too [muito, demais]
  • absolutely [absolutamente]
  • extremely [extremamente]
  • quite [bastante]
  • very [muito]
  • incredibly [incrivelmente]
  • really [realmente]
  • such [tão]
Exemplos:
  • This pie is very delicious and extremely expensive. [Esta torta é muito deliciosa e extremamente cara.]
  • The new outfit was very pricey but really beautiful. [A nova roupa era muito cara mas realmente bonita.]
  • Mom said the cost of a car is too high. [Mamãe disse que o custo de um carro é alto demais.] 



  • Feed: English Experts
    Posted on: sexta-feira, 16 de setembro de 2016 15:54
    Author: Camila Oliveira
    Subject: Adjetivos em inglês: O Guia Definitivo