terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Saboreie a Felicidade

 

 


Edição 2256 - Publicado em 31/Dezembro/2014 - Página D2

FELICIDADE é a fé. Essa é a conclusão do budismo. Por quê? Porque a fé é interna, não depende das circunstâncias. Fé forte significa felicidade abundante e constante. Nada mais natural que o budismo estimule o fortalecimento e o incremento constante da fé. Outra vantagem: a fé, se construída numa base sólida, faz das situações externas o tempero da felicidade.
O objetivo do budismo é que sua vida interna seja rica, intensa e o liberte das circunstâncias externas. Em tempos bons ou ruins, uma pessoa de fé mantém intacto o bem-estar interior e com essa energia muda qualquer situação para melhor. Isso acontece porque ela cultiva um estado mental autônomo, abundante em riquezas espirituais.
Como ensinado no budismo, fé firme é o “tesouro do coração”, composto, além de tudo, de excelente caráter. Uma pessoa de fé forte tem consciência da própria vida e usufrui de cada momento, seja ele positivo, seja ele negativo.
Gente de fé vence o ambiente externo porque seu mundo interno é uma montanha de otimismo e alegria. O presidente Ikeda afirma que “ter fé é viver fiel a nós mesmos, como somos, e manifestar um estado em que dizemos sinceramente: ‘Ah!, sinto a verdadeira satisfação’, ‘Minha vida é uma grande vitória’. Isto sim é ‘paz e felicidade’” (BS, ed. 1.447, 7 fev. 1998, p. 3).

Presidente Ikeda ensina a receita para ser feliz


Um excelente chef de cozinha sabe que comida boa começa com ingredientes certos, escolhidos a dedo, de qualidade. Quando o assunto é felicidade, eles devem ser colhidos dentro de você. Quem é feliz por dentro é feliz por fora; e ser feliz por dentro é ter fé. O presidente da SGI, Dr. Daisaku Ikeda, propõe seis itens da felicidade: satisfação, profunda filosofia, forte convicção, alegria e entusiasmo, coragem e tolerância.

1. Satisfação


É viver feliz e exultante todos os dias, com sensação da tarefa cumprida e senso de profunda realização. É uma satisfação mental inconfundível. No budismo, começamos o dia diante do Gohonzon recitando gongyo e daimoku; esse ato por si só é “um profundo senso de contentamento nas profundezas do nosso ser que nada pode ultrapassar”, afirma o presidente Ikeda. A manhã de um membro da SGI é banhada pelo sol revigorante do gongyo e do daimoku e se fosse só por esse fato nossa vida seria plenamente satisfatória.

2. Profunda filosofia


Pessoa feliz tem filosofia profunda e valorosa. Traduzimos em ações a filosofia da dignidade da vida ensinada no Budismo de Nichiren Daishonin. Mesmo em meio a dificuldades pessoais recitamos daimoku e agimos energicamente pela felicidade das pessoas, nos empenhamos em organizar e executar atividades pelo kossen-rufu, nossos problemas são incentivo às pessoas além de impulso para a prosperidade da sociedade. Essa maneira de viver está embasada numa profunda filosofia e nada gera mais bem-estar e felicidade.

3. Convicção


Ser feliz é ter forte confiança no que acredita e distinguir claramente o bem do mal, o certo do errado. Convicção é ter inabalável força mental para manter-se no caminho que escolheu. No budismo, vivemos por um bem maior — o kosen-rufu, a felicidade de si e de todos ao redor; temos firmeza de propósito e não nos desviamos dessa rota nem por tentações nem por ameaças. A base dessa força é o brado de Daishonin: “Mesmo que os deuses me abandonem e todas as espécies de dificuldades me ocorram, ainda assim darei minha vida pela Lei”.

4. Alegria e entusiasmo


É feliz quem vive sempre de forma positiva e com entusiasmo. Quem é alegre e bem-humorado eleva o ânimo e faz brilhar o coração de todos com quem se encontra. No budismo, a prática da fé torna a personalidade radiante porque manifesta arrojo, sabedoria e alegria e esses três conduzem à felicidade. Inclusive há discernimento para não permitir que ninguém tire vantagem da nossa boa natureza. Aprendemos a direcionar tudo de forma positiva, encarando as coisas pela melhor perspectiva sem nunca, é claro, tirar os olhos da realidade.

5. Coragem


A coragem é a energia que supera tudo. Os covardes falham em saborear as verdadeiras e profundas alegrias da vida. No budismo, “a fé na Lei Mística possibilita-nos criar e desenvolver a força interior ao máximo. Eis por que ter uma fé corajosa é tão importante. Não vamos saborear a verdadeira força benéfica da Lei Mística se não tivermos coragem” (BS, ed. 2.002. 5 set. 2009, p. A2).

6. Tolerância


Ser feliz é ser tolerante, ter mente aberta a ponto de deixar as pessoas ao redor confortáveis, tranquilas. Pessoas rígidas e intolerantes que criticam as demais pelas menores coisas ou fazem estardalhaço todas as vezes que surgem problemas apenas cansam e inspiram medo. No budismo, praticamos constantemente o shakubuku, o ato de maior tolerância e compaixão que, além de tudo, traz a prosperidade social.

Felicidade é força mental


A proposta budista é interessante porque os ingredientes da felicidade são internos; portanto, nunca haverá escassez.
Ao analisar com acuidade, nota-se que todos eles se referem a forças vitais, mentais. Uma vez que estamos vivos, temos todos esses ingredientes em nosso ser. Salsinha, cebolinha, peixe, coentro e pimenta são adquiridos fora. Mas os seis citados pelo presidente Ikeda são internos e os temos em abundância. Como obtê-los? Por meio da prática budista! Ele mesmo afirma que “todos [os itens citados acima] estão definitivamente expressos pela simples palavra ‘fé’. Uma vida baseada na fé é uma vida de insuperável alegria” (BS, ed. 2.227, 17 maio 2014, p. B1). Felicidade é usufruir desses ingredientes a cada momento e usá-los para o cotidiano ficar saboroso, repleto de benefícios e boa sorte.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Não o perfil adequado?

 

Quantas vezes você já ouviu alguém dizer que não tem perfil para fazer alguma coisa? E quantas vezes você já se pegou dizendo não ter perfil para alguma coisa?

Pode ser para vendas, para administração, para ficar dentro de um escritório, para falar outras línguas, para ser empregado, para ser empreendedor, para ser empresário ou qualquer outra habilidade.

Desde pequenos somos ensinados a buscar o caminho mais fácil ou da área onde temos a maior aptidão. Afinal de contas, os programas de orientação vocacional estão aí para confirmar minha teoria.

É claro que investir em áreas onde temos maior aptidão nos proporcionará vitórias mais rápidas pois estamos mais familiarizados com a questão.

Agora, será que esse é verdadeiramente o melhor caminho para nos tornarmos pessoas melhores e mais capacitadas a vencer os desafios que a vida adulta irá nos proporcionar? Em minha visão, NÃO! Se você atuar sempre de atividades onde “tem perfil para executar” tudo o que vai acontecer é suas habilidades diminuírem ao longo do tempo. Isso é chamado de entropia. No âmbito da administração, entropia significa um sistema que já não se adapta ao ambiente empresarial atualizado.

Se o mundo que conhecemos está mudando rapidamente, mas as pessoas nele inseridas não se adaptam ao novo ambiente por dizerem “não ter perfil” para as novas habilidades que esta nova realidade exige, imagine o que vai acontecer? Elas serão descartadas pelo sistema. Simples assim.

Não é à toa que estamos vivendo um momento de grande transformação na sociedade e, principalmente, no modelo de trabalho formal. O mundo segue mudando a passos cada vez mais largos pela constante aceleração tecnológica e globalização, enquanto as pessoas estão presas aos seus perfis vocacionais e tudo aquilo que construíram ou sonharam em construir em termos de carreira profissional há 5, 10 ou 15 anos atrás.

Não precisa ser nenhum cientista de foguete, sociólogo ou economista para perceber que as pessoas que não se adaptarem na mesma velocidade com que o mundo está evoluindo terão sérios problemas para se manterem ativas nos próximos anos.

Sim, estou falando de demissão e MUITA dificuldade de realocação.

Não é só uma questão econômica, de crescimento do mercado de trabalho, de aumento do PIB ou qualquer outro fator externo a nós mesmos. Nós teremos que desenvolver novas habilidades e fazer coisas que não acreditávamos ter perfil. Afinal de contas, não é possível conviver em pleno século XXI com o mesmo nível de pensamento especializado da era industrial.

Como disse Darwin, “adapte-se ou morra”.

É por isso que tantas pessoas estão sofrendo e em busca de uma “forma melhor” para conquistar seus objetivos. Elas estão sentindo que o que fazem hoje não vai levar a onde elas sonhavam. Ao mesmo tempo permanecem imóveis querendo acreditar que elas não precisarão mudar a decisão que tomaram há muito tempo atrás. Esse choque de direções faz com que elas fiquem cada vez mais ansiosas, insatisfeitas, compulsivas, bi polares e, por que não mencionar, autodestrutivas.

Novamente, não é preciso ser muito inteligente para perceber, que se temos duas forças agindo sobre um mesmo corpo em direções opostas, rupturas irão acontecer.

Espero que você comece a prestar mais atenção ao se ouvir dizendo “não tenho perfil”. E, quando isso acontecer, pergunte-se, “por que não tentar? O que eu posso aprender ao desenvolver essa nova habilidade? O que eu posso PERDER ao permanecer dentro de minha zona de conforto?”. Você será o maior beneficiado por esta escolha.

Como diz a frase da imagem deste artigo, “Sem um grande esforço, não há progresso”. E você jamais fará um grande esforço se escolher somente as atividades para as quais “tem perfil”.

Eu escolhi me adaptar às mudanças no mundo e me esforçar para desenvolver novas habilidades.

Qual será a sua escolha?

http://www.professoresdosucesso.com.br/se-voce-quer-atrapalhar-seu-progresso-simplesmente-diga-nao-tenho-perfil.html?utm_source=%5BPippity%5D+Padr%C3%A3o&utm_medium=email&utm_campaign=2d3d895e7e-NEWSLETTER&utm_term=0_157a8afcdc-2d3d895e7e-107318693

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Documentos necessários para declarar o Imposto de Renda - 2015


Informações são da Consultoria Confirp, especializada em IRPF.
Prazo de entrega do IR começa em 2 de março e vai até 30 de abril.
A Secretaria da Receita Federal divulgou nesta quarta-feira (4) as regras do Imposto de Renda 2015, ano-base 2014. As declarações começam a ser recebidas em 2 de março neste ano e podem ser enviadas até 30 de abril.
Os contribuintes que perderem o prazo ou não entregarem o documento estão sujeitos à uma multa mínima de R$ 165,74.
Os contribuintes que enviarem a declaração no início do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências, também recebem mais cedo as restituições do Imposto de Renda – caso tenham direito a ela. Idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos ou mentais têm prioridade. Os valores começam a ser pagos em junho de cada ano pelo governo e seguem até dezembro, geralmente em sete lotes.
Para o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos, é interessante que as pessoas se preparem com antecedência para declarar, já procurando e separando os documentos necessários.
“Quanto mais preparado o contribuinte estiver melhor, já que os primeiros dias são os mais interessantes para o envio e isso por dois motivos: quem entrega o material com antecedência receberá sua restituição antes, além disso, em caso de problemas, o contribuinte terá tempo para resolvê-los, evitando a necessidade de realizar uma declaração retificadora, depois do prazo de entrega", avaliou Domingos.
A Confirp Consultoria Contábil elaborou uma lista dos documentos necessários para declarar Imposto de Renda. São eles:
1) Rendas
- informes de rendimentos de instituições financeiras inclusive corretora de valores;
- informes de rendimentos de salários, pró labore, distribuição de lucros, aposentadoria, pensão etc.;
- informes de rendimentos de aluguéis de bens móveis e imóveis recebidos de jurídicas;
- Informações e documentos de outras rendas percebidas no exercício, tais como rendimento de pensão alimentícia, doações, heranças recebida no ano, dentre outras;
- resumo mensal do livro caixa com memória de cálculo do carnê-leão;
- DARFs de carnê-leão.
2) Bens e direitos
- documentos que comprovem a compra e venda de bens e direitos;
3) Dívidas e ônus
- informações e documentos de dívida e ônus contraídos e/ou pagos no período.
4) Renda variável
- controle de compra e venda de ações, inclusive com a apuração mensal de imposto;
- DARFs de renda variável.
5) Informações gerais
- dados da conta bancária para restituição ou débitos das cotas de imposto apurado, caso haja;
- nome, CPF, grau de parentesco dos dependentes e data de nascimento;
- endereço atualizado;
- cópia da última Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (completa) entregue;
- atividade profissional exercida atualmente.
6) Pagamentos e doações efetuados
- recibos de pagamentos ou informe de rendimento de plano ou seguro saúde (com CNPJ da empresa emissora e a indicação do paciente);
- despesas médicas e odontológicas em geral (com CNPJ da empresa emissora ou CPF do profissional, com indicação do paciente);
- omprovantes de despesas com educação (com CNPJ da empresa emissora com a indicação do aluno);
- comprovante de pagamento de Previdência Social e previdência privada (com CNPJ da empresa emissora);
- recibos de doações efetuadas;
- GPS (ano todo) e cópia da carteira profissional de empregado doméstico;
- comprovantes oficiais de pagamento a candidato político ou partido politico.
Observação: Quando se tratar de declaração conjunta com dependentes (esposa, filhos, etc.) também é necessário a apresentação da relação acima referente a eles.

Nutricionista dá dicas para desintoxicar organismo

Os sucos desintoxicantes ajudam a recuperar o organismo depois de excessos (Foto: reprodução/TV Tem)

Para muitas pessoas, dezembro é o mês do "vale tudo" quando o assunto é alimentação. Com tantas festas de confraternização culminando na ceia de Natal e Reveillon, o corpo pede descanso em Janeiro. A nutricionista de Jundiaí (SP), Olívia Fernandes, sugere alguns sucos desintoxicantes.
As carnes muito gordurosas como o leitão, pernil e o excesso de doces das ceias natalinas costumam deixar a digestão mais lenta. Outro problema é o grande consumo de bebidas alcoólicas que aumentam os chamados radicais livres que envelhecem as nossas células.
Segundo a nutricionista, alguns alimentos têm a função de "limpar" o nosso organismo. Entre eles está o hibisco. Em forma de chá, a planta colabora com o emagrecimento, já que tem ação termogênica e acelera o metabolismo, além de ser diurético.
O gengibre tem ação bactericida é desintoxicante e melhora o desempenho do sistema digestivo, respiratório e circulatório. Já a batata yacon é considerada um alimento funcional porque tem alto teor de frutooligossacarídeo e inulina. Estes elementos têm o mesmo efeito das fibras alimentares e podem ser utilizados por pacientes com diabetes do tipo 2, já que ajudam a controlar a glicemia.
Anote as receitas de sucos desitoxicantes:
 
Suco de hibisco
1 xícara de chá de hibisco
1 rodela de abacaxi
1 colher de chá de raspas de gengibre
1/2 yakon
1 colher de chá de linhaça
Bata todos os ingredientes no liquidificador e beba imediatamente.
 
Suco de chá verde
1 xícara de chá verde
1/2 maçã fuji
1/4 cenoura
1 galho de hortelã
1 colher de chá de chia
Bata todos os ingredientes no liquidificador e beba imediatamente.
 
Suco de limão com couve
Suco de dois limões
1 folha de couve
3 folhas de capim cidreira
1 colher de sopa de biomassa de banana verde
Bata todos os ingredientes no liquidificador e beba imediatamente.

Segredos da Batata


Arroz, trigo, milho e batata são os quatro pilares que matam a fome da humanidade. Só de batata, o mundo consome oito mil quilos por segundo. E a batata tem um grande potencial. “A batata é de longe a cultura com maior volume de produção por hectare. No trigo, consegue até seis toneladas por hectare. Na batata, atingimos cinquenta toneladas”, conta o agrônomo Edson Tomonari.
De um modo geral, o volume de batata produzido por hectare vai de cinco a dez vezes mais que arroz, soja, milho e trigo. E por que será que a batata é um pilar central da alimentação na Europa, por exemplo, onde o consumo ainda gira em torno de cem quilos por pessoa por ano?
Dos alimentos básicos consumidos pelas populações de baixa renda, existe uma lista dos que têm maior valor biológico, que atendem melhor as necessidades do organismo. O campeão é o ovo, em segundo vem o leite e, em terceiro, a batata – na frente do trigo, arroz, milho e feijão.
A nutricionista Denise Garcia explica o que a batata tem de especial. “A batata é conhecida como fonte de carboidratos, mas ela tem outros elementos que a compõe: proteínas, que tem seus aminoácidos essenciais; vitaminas C e B; só 1% de gordura; e os minerais, fósforo e potássio, que é muito importante para a flexibilidade das artérias.”
Denise também explica o motivo de algumas batatas lindas no supermercado ficarem tão murchas e manchadas na hora de fritar. “A gente tem variedades que tem como alto teor de matéria seca e outras com baixo teor de matéria seca.”
O cientista do Centro Internacional de la Papa René Gomes também falou sobre isso. “A batata é composta por muita água e partes sólidas. A área central é mais úmida, tem menos carboidratos. Os conteúdos nutricionais vão se concentrando nas áreas mais próximas da casca. As batatas nativas coloridas têm alto teor de matéria seca. Variam de 24% a 32%, podendo chegar, excepcionalmente, a 36%. As brancas, de um modo geral, têm matéria seca abaixo de 20%.”
A nutricionista apresenta o teor da variedade que é mais plantada e consumida no Brasil: a vistosa Ágata. “Ela tem uma quantidade de sólidos baixa, mais ou menos 13% de sólidos. O resto é água. Então é uma batata que não é adequada para fazer fritura. Agora, se você for fazer uma salada de batata com maionese, ela se adapta super bem.”
Para fritar, as boas são as que têm em torno de 20% de sólidos, como a Asterix. As de alto teor são indicadas para um nhoque, purê e para as pré-fritas congeladas que, feitas nas fritadeiras domésticas de ar quente, ficam crocantes por fora e macias por dentro.
E você sabe quando alguém percebeu que a batata podia ser plantada, cultivada? Pelas evidências, isso aconteceu dez mil anos atrás, em Titicaca, que separa a Bolívia do Peru. “Na maioria dos povos, [a batata] tornou-se um alimento fundamental, nas duas pontas da vida: a papinha, que vem de papa (batata), é a primeira coisa que o bebê come. O idoso, quando não pode comer, tem a papinha como último alimento", diz Celfia Obregón Ramireza, presidente da ADERS-Peru.
Na estratégia da segurança alimentar, a batata é uma carta na manga que a humanidade tem.

Não existem vítimas no mercado de Vendas Diretas com Multinível

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Se você gosta de se fazer de vítima e colocar a culpa em qualquer coisa menos em si mesmo, esse texto não é para você!
Uma coisa que ouço com frequência são histórias de pessoas que “perderam dinheiro” no mercado de vendas diretas com multinível.
Essa é a MAIOR de todas as MENTIRAS em relação ao nosso modelo de negócio.
Em qualquer empresa de vendas diretas com multinível, sua entrada está vinculada à compra de produtos. Esses produtos servem para seu próprio consumo, para que outras pessoas experimentem e para você vender. Como então alguém pode dizer que “perdeu dinheiro” se TODO o seu investimento foi feito em PRODUTOS e estão dentro de sua casa?
É muito diferente de você abrir uma loja e investir pagando aluguel, contador, funcionários, água, luz, impostos, mobiliário e seu estoque inicial. Tirando o estoque e o mobiliário, que podem ser vendidos para tentar recuperar o prejuízo, todos os demais itens jamais terão o seu valor recuperado. Isso sim é perder dinheiro, e muito dinheiro!
Quando uma pessoa tenta empreender no mercado tradicional e não obtém sucesso, ela diz que quebrou mesmo tendo um prejuízo gigante. Quando ela não tem sucesso no mercado de vendas diretas ela diz que “perdeu dinheiro”. Eu sinceramente não consigo comprar este tipo de comentário.
Vendas Diretas com Multinível é um negócio como outro qualquer. Se você não fizer o que precisa ser feito, não vai obter sucesso. Simples assim. Se você não vender produto é o mesmo que manter a sua loja fechada esperando que o faturamento aconteça. Não vai acontecer. Se você não falar com seus amigos e familiares sobre seus produtos e negócio, ninguém vai saber o que você faz e ninguém vai comprar de você ou se interessar por sua oportunidade de negócio.
Tem também aquela parte das vítimas que diz, “me obrigaram a comprar um caminhão de produtos, estou com produtos até o teto em casa e não sei o que fazer”. Vamos pensar em negócios novamente. Os negócios são feitos com números não com sentimentos. Antes de fazer a compra essa pessoa pensou em quantas horas ela tinha por dia para tocar o seu negócio? Ela já tinha alguma experiência prévia no setor ou com vendas para ter a noção se seria possível vender aquela quantidade de produtos ou não? Geralmente ambas as respostas são não e vem o seguinte complemento: “meu patrocinador disse que seria fácil pois os produtos se vendem sozinhos”. As pessoas nos decepcionam, números não. Ela de certa forma acreditou que “existe dinheiro fácil” e sem trabalho. Somos nós que acreditamos nas histórias que nos contam! Então, nós somos os responsáveis! Logo, não existem vítimas no mercado de Vendas Diretas com Multinível. Simples Assim.
Um negócio de vendas diretas é muito simples em todos os sentidos. É simples começar, é simples fazer o negócio, é simples compreender o poder de alavancagem e também é simples desistir e dizer que perdeu dinheiro.
Eu já encontrei um contato pela internet que foi de minha empresa de vendas diretas. Quando disse o nome da empresa ele respondeu, “Então porque você não compra os produtos que estão aqui em casa e revende?”. Essa pessoa, além de se fazer de vítima, ainda tentou repassar seu problema para mim. Ele queria que outra pessoa resolvesse o problema dele. Quer uma posição de vítima maior do que essa?
Nossa linha de produtos é de saúde e bem estar. Ou seja, fazem bem para o nosso corpo. Ao invés de guardar o produto, por que não consumi-lo? Por que não presentear um amigo ou um parente? O produto já está na sua casa, já está pago e vai estragar com o passar do tempo. Aí sim você perderá dinheiro. Mas não em forma de negócio. Essa perda de dinheiro é como se você fosse ao mercado, fizesse uma compra de alimentos e eles estragassem. Duvido que ele processaria o mercado se isso acontecesse ou diria que perdeu dinheiro. Não tem o menor cabimento.
Eu não ia entrar neste mérito, mas como sei que algum leitor vai tocar no assunto… Vamos lá…
Talvez você esteja pensando nas empresas ilegais ou “pirâmides financeiras” que, além de deixar milhares de pessoas a ver navios na esperança de ganhos financeiros fáceis, destroem completamente a reputação do mercado de vendas diretas com multinível.
Minha posição é muito literal neste assunto: também não existem vítimas nesses casos.
Em pleno século XXI e num mundo onde o que predomina é a informação, só é enganado por estes esquemas de enriquecimento ilícito quem quer. Se você fosse fazer o investimento de R$500 mil em qualquer tipo de negócio, você faria uma diligência e validaria todas as credenciais antes de colocar seu dinheiro por lá. Não é verdade? Então, se você não faz o dever de casa de estudar onde você está fazendo o investimento só porque o valor é BEM menor, a responsabilidade também é sua. Simples assim.
Para mim, o poder público deveria colocar TODOS os participantes das pirâmides financeiras, independente do nível ou posição, sentadinhos no banco dos réus. Por que eu penso assim? Por que não existem vítimas! Elas entraram para o negócio objetivando algum tipo de benefício. Não foram iludidas. Elas pagaram o preço por não fazerem o dever de casa corretamente. A pena deve ser diferente, é claro. Mas são réus como todos os demais. Afinal de contas, se não fossem por elas, os mentores do golpe não teriam ganho tanto dinheiro. Não é verdade?
O mundo dos negócios, e também o mercado de vendas diretas, é feito para quem quer ser responsável. É feito para pessoas que vão colher os frutos da glória e manterão sua cabeça erguida nos momentos de aprendizagem. Não há espaços para vítimas. Vítimas nasceram para ser peões no jogo da vida. Jamais chegarão a ser rei até começarem a assumir a responsabilidade por seus resultados.
Se você gosta de colocar a culpa no mundo ao seu redor (seu chefe, o governo, sua posição social, sua etnia, o lugar onde você mora), não entre para o mundo dos negócios, muito menos para o mercado de vendas diretas. Procure um “emprego seguro e com benefícios”, você vai ser mais feliz e continuará tendo em quem colocar a culpa por sua situação.
Agora, se você é uma pessoa que sabe lidar com a responsabilidade, está acostumada a levantar mais vezes do que tropeça, sabe que os resultados que você tem hoje são frutos das ações que você teve no passado e que se quiser mudar seu futuro basta mudar as ações no presente, o mundo dos negócios, e principalmente o mercado de vendas diretas, é o seu lugar. Aqui você encontrará um mundo de possibilidades e terá a oportunidade de desenvolver todo o seu potencial e ser MUITO bem remunerado por isso.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Rede social educativa polonesa Brainly

Site Brainly (Foto: Reprodução )

A rede social educativa polonesa Brainly anunciou nesta sexta-feira (30) ter chegado à marca dos 40 milhões de usuários em 35 países neste início de 2015. Fundada em 2009, a rede une estudantes de todos os níveis que tirarm dúvidas sobre diferentes matérias com outros estudantes e com professores voluntários. No Brasil há dois anos, a Brainly já tem três milhões de usuários.
Para os criadores, o sucesso vem do fato de que os alunos em todos os cantos do mundo enfrentam problemas escolares que são muito similares e a Brainly oferece como solução respostas corretas e quase imediatas. Após o aporte de US$ 9 milhões liderado pela General Catalyst e recebido em outubro de 2014, a start up abriu um escritório em Nova York e outro em Berlim.
“Queremos atrair os melhores talentos de vários cantos do mundo e criar a melhor plataforma de estudo possível. Existem vários websites de educação online desenhados para professores e pais. Para a Brainly o mais importante é ser educativo e útil na perspectiva dos alunos, por isso  ‘Alunos em primeiro lugar’ é o nosso lema”, diz Micha Borkowski, co-fundador e diretor executivo da Brainly.
A plataforma está disponível em 12 línguas, tem 40 milhões de usuários por mês de 35  países que fazem mais de 8 mil perguntas por hora; 450 moderadores voluntários monitoram a qualidade do processo de aprendizagem dos alunos, explicam os criadores.
A empresa, apoiada por Point Nine Capital, General Catalyst, Runa Capital e Learn Capital, acaba de contratar o executivo de marketing Julien Zakoian, que estave à frente da vente-privee.com, empresa francesa de varejo online que fatura US$ 2 bilhões por ano; e Jason Green, diretor-chefe de Tecnologia que atuava na Wimdu, o maior website europeu de aluguel peer-to-peer de propriedades privadas, que recebu mais de US$ 90 milhões de investimento da Rocket Internet e Kinnevik.
No Brasil há dois anos a Brainly já tem mais de três milhões de visitantes brasileiros dispostos a estudar juntos. Segundo os administradores, 80% das dúvidas dos estudantes são respondidas em 10 minutos por professores voluntários. Ainda de acordo com os administradores do Brainly brasileiro, o engajamento é alto a ponto de um professor já voluntariamente respondido a 17 mil perguntas de estudantes. O serviço é gratuito: o estudante se cadastra no site brainly.com.br e passa a se relacionar com outros de diferentes áreas..