terça-feira, 21 de outubro de 2014

Entenda o Ebola

Infográfico sobre ebola, V6 (Foto: Infográfico/G1)

Dietas restritivas podem causar compulsão alimentar



Cresce o número de pessoas que recorrem a dietas restritivas para perder peso e que, sem acompanhamento profissional adequado, acabam desenvolvendo compulsão alimentar, o que as faz engordar novamente.
'O que mais vejo em pessoas que cortam algum alimento da dieta por um período é que, quando elas voltam a consumir, comem por compulsão. Nesse caso, qual o benefício, se ela desenvolveu uma compulsão? Para mim, é apenas uma grande perda', avalia a nutricionista Desire Coelho.
Contrária à ideia de 'inimigos' ou 'vilões' em uma dieta, Desire lembra que é preciso moderação no consumo de qualquer alimento e descarta a adoção de dietas restritivas, como as que pregam o glúten zero ou o açúcar zero.
'O inimigo da saúde é o sedentarismo e uma alimentação desequilibrada. O problema é que as pessoas querem apontar outro culpado que não torne necessário interferir na mudança do estilo de vida, mas isso não existe', destaca a especialista.
No entanto, para quem passa o dia fora trabalhando, chegar em casa e ainda ter que cozinhar para a família pode ser uma das barreiras para se alimentar de forma balanceada.
'Uma alimentação à base de frutas, legumes e verduras, arroz e feijão, requer mais cuidado e tempo porque dá um pouco mais de trabalho', afirma.
A dica, segundo Desire, está em manter atitudes simples, mas que exigem organização, como levar lanches de casa e congelar.
http://www.msn.com/pt-br/noticias/saude/dietas-restritivas-podem-causar-compuls%C3%A3o-alimentar-alerta-especialista/ar-BB9rvim

Avalie seus fatores de risco para o diabetes



Como reconhecer o diabetes quando ele bate à sua porta?
A primeira coisa a fazer é verificar se algo o torna mais propenso a desenvolver o distúrbio. Entre os fatores mais importantes a serem avaliados, estão o histórico familiar, o grupo étnico, o peso e a idade.

Histórico familiar
Se algum membro próximo de sua família – pai, mãe, irmãos ou avós – tem ou teve diabetes, você tem grande chance de também vir a desenvolvê-lo. A magnitude do risco depende do tipo de diabetes e do seu grau de parentesco com o familiar diabético (o maior risco é entre gêmeos idênticos).

Grupo étnico
O tipo mais comum de diabetes (conhecido como tipo 2) é predominante em descendentes de africanos, hispânicos e asiáticos. A outra forma (tipo 1) prevalece nos brancos, sobretudo os descendentes de pessoas de regiões do norte da Europa, como a Escandinávia.

Peso
 O excesso de peso aumenta muito o risco de ter diabetes do tipo 2, sendo um dos fatores de risco mais importantes, já que é um dos que a própria pessoa pode controlar.

Idade
 O diabetes do tipo 1 costuma ocorrer em crianças ou adolescentes, raras vezes sendo diagnosticado depois dos 30 anos. O tipo 2 geralmente surge após os 40 anos, embora esteja se tornando mais comum em pessoas mais jovens.

Retirado de "Detenha o Diabetes" - Seleções do Reader's Digest

Versões Infantis e Leves de Cross Fit e Ioga

Laura Gurney, 7, ilustra posturas do livro "Vamos brincar de estátua?", que ensina ioga para crianças 
Os exercícios são exigentes, mas o objetivo das versões infantis do cross fit e da
ioga não é pegar pesado na malhação, mas estimular a consciência corporal desde 
cedo para evitar problemas posturais e sedentarismo.

O cross fit, treino com inspiração militar, começa a conquistar seus primeiros 
pequenos adeptos por aqui com versões leves, sem carga.

Já um novo livro de ioga introduz, com linguagem acessível, as posturas básicas 
e os métodos de respiração para crianças.
 
Os exercícios são lúdicos –sem que a técnica seja explicitada diretamente.

Na ioga, os pequenos treinam a postura, aprendem a relaxar e têm mais controle 
sobre o corpo, para não tensioná-lo em momentos de maior pressão, por exemplo.

"Nunca é cedo para entender a importância da atividade física e ter consciência 
da postura", diz Lúcia Barros, jornalista e coautora de "Vamos Brincar de Estátua?".

O livro, lançado na segunda (20), traz posturas básicas da prática indiana, 
como a da montanha. A criança fica em pé, ereta, com o peso do corpo distribuído 
entre as pernas. Os braços caem, relaxados ao lado do corpo. O pequeno praticante 
deve também respirar fundo e, como a montanha, permanecer firme, forte e 
invencível.

"Ao tratar a ioga como a brincadeira de estátua, a gente passa técnicas 
importantes, como a permanência em cada postura", diz. "A ioga trabalha todos 
os grupos musculares de forma leve, a respiração e também massageia os 
órgãos internos", afirma Márcia De Luca, professora de ioga e coautora do livro.

Lúcia diz que estimulou as filhas gêmeas, Laura e Rachel, 7, a praticarem ioga. 
As duas são modelos das posturas no livro. "Elas adoram e fazem tudo direitinho."

Já no cross fit, há adaptações nos equipamentos destinados ao público infantil.

A tradicional kettebell, bola de ferro com alça, usada no treino dos adultos, 
não está presente nas aulas das crianças. A barra com peso é substituída por 
um bastão de PVC.

"Tudo é passado na forma de brincadeira, mas a criança é estimulada a se superar", 
diz o educador físico Tiago Heck, especializado em cross fit infantil.
 
Manuela Figer, 7, faz aula de Cross Fit em uma academia na região do Pacaembu em Sao Paulo 
Manuela Figer, 7, faz parada de mão em aula de cross fit para crianças, em 
academia de São Paulo.
 
Nas aulas, há saltos com marcações no chão para desenvolver a coordenação e o 
equilíbrio. A técnica, diz Heck, é pensada para a criança fazer os movimentos 
corretamente sem esforço.

"Eu falo, por exemplo, que ela pode imaginar que tem uma borboleta voando na mão 
para que ela estique os braços e endireite as costas no agachamento", explica.

A assessora de eventos Flavia Figer, mãe de Manuela Felipe Figer, 7, afirma que 
se questionou antes de escolher levar a filha para o cross fit.

"Fiquei com medo de lesões, mas vi que na modalidade infantil ele é leve e lúdico",
diz. "A Manuela fica mais disposta e com mais vontade de fazer as atividades da 
escola; a postura ao sentar melhorou muito também."

O médico Nabil Ghorayeb, chefe da seção de cardiologia do esporte do 
Instituto Dante Pazzanese, diz que a atividade para crianças deve ser moderada e 
sem carga.
 
A avaliação física e cardíaca antes do início dos exercícios e no decorrer da 
prática é indispensável.

No limite, o excesso na atividade física pode levar a problemas de crescimento, 
pela sobrecarga imposta. A criança, diz ele, também tem risco mais elevado de 
fraturas.

"É necessário um descanso de pelo menos 24 horas entre uma prática e outra."

Na ioga, o especialista pondera que posturas avançadas podem levar a criança a 
atingir batimentos cardíacos elevados e, por isso, devem ser evitadas. 

16 de Outubro - Dia Mundial da Alimentação Saudável


segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Como dizer “Fazer Academia” em inglês

Fazer academia 
Depois de um tempo tentando encontrar um assunto para escrever a respeito, finalmente encontrei aquele que é, sem dúvida alguma, um dos mais relevantes nos dias de hoje. Sabemos que fazer exercícios físicos (malhar) em uma academia de ginástica é hoje uma indicação unânime por parte de médicos e profissionais da área para evitar vários problemas de saúde. De um lado, o stress, popularmente reconhecido como vilão e causa de muitos males; de outro, exercitar-se, um solução universal para muitos destes males.

Para dizer “fazer academia” não faça uso de do academy ou make academy e nem pense em usar academy, seja qual for o verbo que acompanhe. Como temos dito aqui, as equivalências ao pé da letra nem sempre funcionam, e estas são duas que realmente estão fora de cogitação neste contexto. Muita atenção a isso!
Agora vamos mostrar três opções naturais e comuns quando o assunto é exercitar-se em uma academia de ginástica, ou seja, fazer academia. Aqui estão: “exercise at the gym”, “work out at the gym” e “go to the gym“.
Vamos aos nossos sempre importantes exemplos de uso para que você entenda melhor como utilizar tudo isso na prática. Confira a seguir.
  • How often do you exercise at the gym[Com que frequencia você faz academia?]
  • He wants to exercise at the gym. [Ele quer fazer academia.]
  • She works out at the gym twice a week. [Ela faz academia duas vezes por semana.]
  • Working out at the gym would be good for your health”, said the doctor. [“Fazer academia seria bom para a sua saúde”, disse o médico.]
  • You should start going to the gym. [Você deveria começar a fazer academia.]
  • She goes to the gym regularly. [Ela faz academia regularmente.]
Vale dizer que gym é a abreviação de gymnasium (opção menos comum e mais formal) e o verbo work out é um phrasal verb muito utilizado neste contexto.
Já que estamos falando nisso, não custa nada acrescentar um pouco mais de vocabulário relacionado ao assunto. As pessoas em geral fazem academia para “perderem peso” (lose weight), “ficarem em forma” (get fit), “melhorarem a saúde” (improve their health), “como um hobby” (as a hobby), e por aí vai. Não podemos nos esquecer de “fitness” (forma física), “go on a diet” (fazer dieta) e também de “eat right” (alimentar-se adequadamente). Estas são expressões importantes que fazem parte desse universo.
Agora chegou a sua vez de participar e colocar em prática o que aprendeu. Responda as seguintes perguntas nos comentários:
  1. Do you exercise at the gym?
  2. Do you think it’s important to work out at the gym? Why?
  3. Do you know many people who go to the gym?
Espero que tenham gostado. Bons estudos e até a próxima.

Aprenda mais sobre o tema

  1. Como dizer “Ginástica localizada” em inglês
  2. Como dizer “Equipamentos de ginástica” em inglês
  3. Como dizer “Musculação” em inglês
  4. Como dizer “hidroginástica” em inglês
  5. Como dizer “Academia (de malhação)” em inglês
  6. Como dizer “academia de ginástica a céu aberto” em inglês
  7. Como dizer “Ginástica laboral” em inglês
  8. Lista de Esportes em inglês com tradução

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Celular é novo aliado da indústria de cartões

 
O celular é o novo aliado da indústria de cartões na guerra contra o papel-moeda. Oito meses após a regulamentação do segmento de pagamento móvel, soluções que há pouco tempo eram promessas já estão funcionando no mercado. Os brasileiros podem, por exemplo, pegar táxi e comprar um café sem tirar a carteira do bolso, usando o celular como meio de pagamento. A estimativa da Visa é que essas novas tecnologias possam atrair para os meios eletrônicos cerca de US$ 53 bilhões em transações feitas sem cartão por profissionais liberais no País - e permitir a cobrança de tarifas sobre esse montante.

O mercado financeiro aposta que as soluções de pagamento via celular são adequadas para pequenos empresários e profissionais autônomos, pois seu custo é menor do que o das maquininhas que estão no varejo. Ao todo, existem 23 milhões de pequenas empresas e autônomos no País, segundo dados do Sebrae, e pelo menos 19 milhões deles não aceitam cartão.

Em novembro, a legislação brasileira regulou o uso de cartão pré-pago associado a um número de telefone e definiu que qualquer empresa que queira transacionar dinheiro via pagamento móvel precisa de autorização do Banco Central. "A regulamentação foi o sinal para que a indústria pudesse investir pesado nessa tecnologia", diz o vice-presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), Raul Moreira.

Do lado de quem vende as soluções, empresas como Cielo, Ingenico e Verifone criaram versões "mobile" das maquininhas de cartão. A Cielo vende a sua a R$ 11,90 ao mês - cerca de 90% menos que o aparelho tradicional. "O celular faz o papel da maquininha e abre um mercado novo para a Cielo, que é atender o pequeno vendedor que não aceita cartão", diz o vice-presidente de produtos e negócios da Cielo, Dilson Ribeiro. Hoje, há 133 mil clientes da Cielo que aceitam cartão por meio do celular.

Ribeiro espera que, em cinco anos, 5 milhões de pessoas recebam pagamento pelo celular - número que é mais que o dobro da base atual de maquininhas Cielo, de 1,8 milhão. A meta é que o e-commerce e os pagamentos móveis representem 20% do volume transacionado pela companhia até 2020. Hoje, R$ 450 bilhões são processados no sistema da empresa por ano.

Parcerias

O pagamento móvel motivou também parcerias entre bancos, operadoras de telefonia e bandeiras de cartão. Oi, Banco do Brasil e Visa, por exemplo, lançaram juntas, em junho, uma solução para pagar compras usando o celular em lojas físicas - por meio de uma tecnologia de aproximação chamada NFC, ainda restrita aos smartphones mais caros. A TIM testa o NFC em duas parcerias - uma com Itaú, MasterCard e Redecard e outra com Bradesco, Visa e Cielo.

Ninguém quis entrar nesse mercado sozinho. "Pesou o fato de ser ainda um mercado muito novo e a complexidade de criar uma solução para transação de dinheiro via celulares", diz João Paulo Bruder, coordenador de telecomunicações da IDC.

Telefônica e Mastercard se uniram em 2012 para criar a MFS, empresa que administra o Zuum. O serviço, hoje com 250 mil clientes, permite transferências de dinheiro mesmo sem ter conta em banco (realidade para cerca de 40% da população brasileira). "Acredito que vamos ser um produto de massa no futuro", disse o presidente da MFS, Marcos Etchegoyen.

O Bradesco abriu com a Claro a empresa MFO também para atuar nesse negócio. O produto, Meu Dinheiro Claro, foi lançado no início do ano. "É um novo uso para o celular que trará mais receitas para as operadoras", disse o diretor de serviços de valores adicionados (SVA) da Claro, Alexandre Olivari.

Além das receitas adicionais, as operadoras querem incentivar o uso do celular como carteira para melhorar a fidelização. "O cliente que associa seus cartões ou qualquer transação financeira ao celular dificilmente vai trocar de operadora a cada promoção", disse o diretor de serviços digitais da Telefônica Vivo, Maurício Romão.

Apesar da aposta na tecnologia, o uso ainda é irrisório considerando que o Brasil tem 275 milhões de celulares habilitados. O maior desafio é ensinar o uso da tecnologia ao cliente e convencê-lo que pagar e receber pelo celular é tão simples quanto mandar SMS ou ouvir música.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (AE)