segunda-feira, 2 de maio de 2016

Carma é missão



Edição 546 - Publicado em 08/Fevereiro/2014 - Página 16

O poder que existe em você é ilimitado. Por mais difícil que seja seu destino, você pode mudá-lo definitivamente. O Budismo Nitiren ensina que não há adversidade ou sofrimento insuperáveis. Sim! É possível eliminar totalmente o carma negativo. Os sofrimentos cármicos são erradicados por completo por meio da aplicação do princípio de Ganken Ogo — a transformação do carma em missão. Nesta matéria, saiba como conquistar a felicidade absoluta e como eliminar os sofrimentos. Faça tudo isso agora, neste exato momento.
Liberte-se completamente
“Os sofrimentos do carma desaparecerão definitivamente — essa é a grande convicção de Nitiren Daishonin”, diz o presidente da SGI, Dr. Daisaku Ikeda. No escrito “Abertura dos olhos”, o Buda Nitiren Daishonin fala de si mesmo como alguém “completamente livre” das graves ofensas cometidas no passado. Segundo o líder da SGI, “isso significa que Daishonin erradicou totalmente seu carma negativo” (TC, ed. 454, jun. 2006, p. 44).
Parece inacreditável que o carma negativo possa ser eliminado por completo. É ainda mais difícil acreditar que a transformação cármica seja instantânea. Mas, tenha certeza, a eliminação é mesmo instantânea. Com o Nam-myoho-rengue-kyo, isso é perfeitamente possível. Para funcionar, você precisa acreditar que é possível e se libertar de antigos conceitos que o mantêm preso ao destino.
Sua liberdade começa com a transformação do carma em missão [Ganken Ogo].
Esse princípio esclarece que você, ao mudar a maneira de enxergar o carma, muda a sua realidade. O carma não é um destino imposto por uma força transcendental, e sim a missão que escolheu como oportunidade para evidenciar a força infinita que existe em você.
Até aqui, você pode pensar assim: “Legal, meu carma agora é minha missão”. Porém, nada acontece, e sua realidade é a mesma. Isso ocorre porque transformar carma em missão “não é uma questão de simples ponto de vista. A mudança do mundo começa com a mudança fundamental de nossa mentalidade. Este é um princípio-chave dentro do Budismo. A poderosa determinação de converter o carma em missão transforma radicalmente o mundo real”, defende o presidente Ikeda (TC, ed. 451, mar. 2006, p.10).
Mudar a mentalidade é transformar a escuridão em iluminação. A crença que existe em seu coração é o que determina sua forma de pensar, falar e agir. Portanto, essa ação que se desdobra em pensamentos, palavras e ações é um efeito da sua condição interna ou do seu estado de vida. Se esse estado for dominado pela escuridão, você sofre. Se for um estado iluminado, você é feliz e transforma sua realidade.
Por isso, uma simples mudança na sua maneira de pensar, falar e agir não transforma a sua realidade verdadeiramente, caso seu estado de vida permaneça o mesmo. Por exemplo, mesmo que pense positivamente, fale coisas boas ou faça boas ações, sua vida não muda. Ela não transforma porque a raiz da escuridão não mudou.
Essa ação que se desdobra em pensamentos, palavras e ações é o seu carma. A palavra “carma” significa ação. Sendo assim, carma não são suas circunstâncias de vida, mas a maneira de encará-las. Carma é a forma de pensar, falar e agir.
Imagine que neste momento esteja passando por dificuldades financeiras. Carma não é falta de dinheiro, contas atrasadas etc. Carma é a maneira como encara esses problemas, eles só serão seu destino ou seu carma se não os enfrentar.
O presidente Ikeda confirma isso ao dizer que “as dificuldades somente se tornam nosso carma ou destino se fugirmos delas sem uma luta. Dessa maneira, a derrota para um budista não está em não encontrar dificuldades, mas em não desafiá-las. Enquanto vivermos, devemos lutar. Precisamos viver e lutar tenazmente até o fim” (TC, ed. 454, jun. 2006, p. 44).

Um filme que se repete

Ao pensar sobre o carma, o que você sente? Medo ou coragem, desespero ou esperança? Você vive com medo dos efeitos que poderão surgir?
Se diante das adversidades você reage com esperança, coragem e convicção, está livre das correntes cármicas.
Ao ensinar como transformar o carma, Nitiren Daishonin causou uma revolução diantes dos conceitos predominantes de sua época. Com isso, as pessoas reagiram fortemente porque estavam muito apegadas à visão do carma ensinada por outras escolas budistas. Tais visões seguiam sutras budistas provisórios e o senso comum de que era impossível a transformação do destino. O máximo que poderiam fazer era se resignar e aceitar a realidade imposta por uma força transcendental ou a própria lei de causa e efeito, que as pessoas acreditavam existir fora delas.
A visão das outras escolas é chamada de “ideia passiva de causalidade”. Essa foi a ideia propagada quando o Budismo foi introduzido no Japão e que “Nitiren Daishonin chamou de ‘lei geral de causa e efeito’” (TC, ed. 454, jun. 2006, p. 44).
O conceito da lei geral de causa e efeito expõe basicamente que o carma somente pode ser transformado quando o indivíduo sofrer os efeitos de todas as causas realizadas.
Certa vez, o presidente Ikeda explicou a lógica da lei geral de causa e efeito: “Não importando onde possamos estar, vivemos sob o efeito de tudo o que fizemos no passado. Diante dessa limitação regida pela causalidade, o que resta à vida é apenas se arrastar pelo destino imposto pelo carma. Assim sendo, nosso futuro é por demais obscuro, e nós, mortais comuns, achamos impossível mudar nosso destino” (Guia Prático do Budismo, p. 4).
Ainda a respeito desta questão, o presidente Toda disse: “Se nesta fria lei de causa e efeito [lei geral de causa e efeito] estivesse encerrado todo o Budismo, então teríamos de considerar o nosso destino fixo e imutável. Seríamos impelidos a viver passiva e timidamente para nunca errarmos” (Ibidem).

O drama do destino

A lei geral de causa e efeito continua muito presente nos dias de hoje e é o que as pessoas mais se apegam quando o assunto é carma. Essa mesma ideia está presente em vários outros ramos do conhecimento humano.
O psicanalista, livre-docente do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), Dr. Christian Ingo Lenz Dunker, escreveu:
“Muitos pacientes chegam ao consultório de psicanalistas declarando que sua vida está assombrada por uma mesma decepção, um mesmo desencontro, uma mesma situação que se repete ao longo do tempo. Sigmund Freud chamava isso de neurose do destino, referindo-se a um sentimento permanente de fatalidade que se impõe a nossos esforços de mudança e transformação. É possível ver isso em inúmeras situações: no sofrimento do benfeitor sempre retribuído com ingratidão; da mulher que termina traída em todos os relacionamentos ou dos amantes que sempre enfrentam os mesmos problemas, independentemente de qual parceiro escolham. Esse é o autêntico problema da tragédia: quanto mais a pessoa procura fugir do destino, melhor ele se cumpre.
Também os heróis gregos da repetição ilustram o processo: Sísifo levando sua roda montanha acima; Atlas segurando o peso do mundo; Prometeu acorrentado ao próprio fígado, em contínua consumação pelos abutres; as Danaides tentando encher o tonel de água sem notar que o líquido sai pelo furo não percebido; Cassandra, condenada a dizer permanentemente a verdade sem que ninguém acredite em suas palavras” (Revista Mente e Cérebro, edição especial 35, p. 36).
Tendo esses exemplos como base, uma pessoa que vive de acordo com a lei geral de causa e efeito sente muito medo de agir, pois quer controlar todas as causas que faz. Vive constantemente se policiando com mil olhos. Dificilmente, agirá porque só o fará depois que souber o tamanho do seu carma.
A tendência desse indivíduo será a de sempre agir da mesma maneira, nunca tentar algo novo, com isso sua vida não muda.
Nitiren Daishonin, no escrito “Carta de Sado”, observa: “É impossível sondar o carma de uma pessoa” (WND, p. 303). Portanto, você nunca saberá o tamanho do carma. Quem acredita na lei geral de causa e efeito sofre porque se sente incapaz de lidar com os desafios da vida diária. Simplesmente a felicidade se torna impossível de existir no cotidiano desse indivíduo. O passado dele é lamentação, o presente é inércia e o futuro amedrontador.
A psicologia compartilha da mesma visão apresentada por Daishonin de que é impossível saber a extensão do carma, conforme se constata nas palavras do Dr. Dunker: “O neurótico anseia de forma ardente saber exatamente qual é a cota de liberdade que lhe foi destinada, ou seja, quanto ele tem no ‘banco da fortuna’ [destino] para realizar a viagem da vida, para montar o espetáculo de sua existência, para apostar no jogo da existência. Se soubéssemos disso antecipadamente, poderíamos avaliar nossas escolhas de forma mais justa e parcimoniosa. Mas este não é o caso — e nem o acaso. Temos de viver sem saber se estamos tentando atravessar o Oceano Atlântico em um barquinho de papel, ou, em vez disso, se estamos nos trancando no condomínio seguro e asfixiante de nosso eu, para nos defender de perigos imaginários, feitos de água e açúcar, em nosso pequeno copo particular” (Revista Mente e Cérebro, edição especial, p. 37).
Além disso, a ideia passiva da lei geral de causa e efeito faz o Budismo ser encarado como uma religião escapista, cujo ensinamento visa atingir um estado de paz interior por meio do isolamento em retiros e montanhas. Essa noção errada faz as pessoas desejarem uma utopia ou um paraíso afastado da realidade.
No cotidiano, essa ideia utópica pode ser traduzida como aqueles pensamentos de que “algum dia serei feliz” ou “quando eu viver em tal situação ideal, ficarei bem”. Essa ideia transmite a crença de que a felicidade existe nas circunstâncias positivas e que as dificuldades devem ser evitadas a todo custo.
O presidente Ikeda disse que “essa filosofia incita as pessoas a almejar uma utopia ou um paraíso afastado deste mundo de sofrimento. Enquanto permanecerem apegadas a essas visões, não reconhecerão o espírito, a essência da prática budista” (Explanação Abertura dos Olhos, p. 272).
Sobre a visão correta do Budismo Nitiren, o líder da SGI afirma: “O Budismo genuíno não anseia por uma utopia em algum reino imaginário. Ao contrário, é uma filosofia que busca transformar a realidade e que aspira à construção de um mundo ideal, aqui mesmo, neste conturbado mundo saha. O foco do Budismo é despertar as pessoas para seu poder inato, capacitando-as a desenvolver a força espiritual para superar quaisquer tempestades que venham a encontrar no cotidiano” (Ibidem).

Entenda a causalidade da Lei Mística

O Budismo propõe que para mudar o carma é preciso encarar as dificuldades e as resolver definitivamente. Para ter sucesso, você deve mudar em seu coração o tipo de lei de causa e efeito em que acredita e baseia a sua vida.
Vamos esclarecer três pontos sobre a lei de causa e efeito:
1. Existem dois níveis da lei de causa e efeito.
No nível superficial está a lei geral de causa e efeito; e no profundo, a causalidade da Lei Mística [Myoho-rengue].
2. Ambos os níveis determinam e influenciam seu estado de vida interior. Eles influenciam a sua mente que, por sua vez, define a sua realidade.
3. A lei geral de causa e efeito prende a sua vida aos nove estados de vida. Por outro lado, a causalidade da Lei Mística revela o seu estado de Buda.

Resumindo

A lei geral de causa e efeito se limita somente aos nove estados porque você fica preso às circunstâncias externas.
A causalidade da Lei Mística manifesta seu estado de Buda porque o liberta das circunstâncias e evidencia seu potencial interno ao máximo. Essa iluminação transforma a sua realidade.
A respeito disso, o presidente Ikeda diz que “O Buda Sakyamuni esclareceu o princípio da causalidade, que influencia e determina o estado de vida de uma pessoa aqui e agora, a cada instante” (TC, ed. 470, out. 2007, p. 41).
De acordo com o princípio budista dos dez estados de vida, todas as pessoas têm o potencial para manifestar os dez, do estado de Inferno ao estado de Buda. Mas por que é tão difícil manifestar o estado de Buda e tão fácil manifestar os outros nove?
Porque a lei de causa e efeito do estado de Buda — a causalidade da Lei Mística — não é conhecida pelo senso comum e é difícil de ser aceita devido ao apego das pessoas com a lei geral de causa e efeito.
A lei geral de causa e efeito está mais arraigada no senso comum e, por isso, as pessoas se familiarizam melhor com ela. Exemplos da facilidade do raciocínio da lei geral: uma causa positiva leva a um efeito positivo, uma causa negativa leva a um efeito negativo. Ou seja, você faz uma causa e recebe o efeito dessa causa no futuro. Outras visões sobre causa e efeito se assemelham à lei geral; por exemplo, a lei da ação e reação, a do olho por olho e dente por dente etc.
Várias religiões, filosofias e ciências adotaram essa lei geral como parte integrante de sua visão de mundo.
Do ponto de vista da causalidade da Lei Mística, causas positivas ou negativas manifestam o efeito do estado de Buda [princípio budista da transformação do veneno em remédio]. Qualquer circunstância serve como estímulo para evidenciar o estado de buda.
Outro ponto, causa e efeito ocorrem ao mesmo tempo, não existe um tempo entre os dois.
Da ótica da causalidade da Lei Mística, as circunstâncias da sua vida presente não são consequências de causas de vidas passadas porque existe um tempo entre causa e efeito, que não são simultâneos. Sendo assim, essa visão não corresponde à causalidade da Lei Mística. O presidente Ikeda confirma isso ao escrever: “Quando Sakyamuni insistiu: ‘Não procure explicações para o seu retrocesso, atue para o seu avanço’, criticava a visão de mundo do seu tempo, que considerava as circunstâncias de nosso nascimento na presente existência determinadas pelo carma acumulado em vidas passadas” (TC, ed. 537, maio 2013, p. 20).
Ainda sobre o mesmo tema, em outra ocasião o líder da SGI escreveu: “A causalidade, por meio da qual o carma de vidas passadas se manifesta em nossa presente existência, é a que denominamos ‘causalidade geral’ [lei geral de causa e efeito], caracterizada pela não simultaneidade de causa e efeito. Ao contrário, a ‘causalidade simultânea’ alude à causalidade com a qual revelamos nosso estado de Buda, ou seja, vencemos nossa ignorância neste momento e tomamos contato imediato com a força vital do estado de Buda inerente. A primeira ideia de causalidade representa uma ‘mudança sequencial’, enquanto a segunda constitui uma ‘mudança instantânea’” (TC, ed. 491, jul. 2009, p. 42).

Dois níveis de causa e efeito

Reforçando a ideia sobre os dois níveis de causa e efeito, leia a explicação do presidente Ikeda:
“Há dois níveis do princípio de causa e efeito. O primeiro é o da retribuição cármica simples. Ou seja, cada um recebe efeitos positivos ou negativos conforme as ações praticadas. Esse raciocínio ensina que realizar boas causas conduz à felicidade, à alegria, à tranquilidade, enquanto cometer causas negativas resulta em sofrimento, dor e angústia.
O segundo nível vai além dessa ideia e revela um princípio de causalidade mais profundo, que rege todas as manifestações da vida. O Budismo Nitiren ensina que, quando manifestamos o supremo estado de Buda inerente, realizamos o bem mais elevado e, por esse motivo, instantaneamente consolidamos um estado de felicidade inabalável. Em outras palavras, manifestamos o efeito ou o fruto da iluminação, revelando nossa natureza de Buda inata como seres dos nove mundos [mortais comuns]. (...)
Esse nível mais profundo de causalidade exposto pelo Budismo difere da lei geral de causa e efeito sujeita ao marco temporal. O que funciona nesse nível mais profundo é a simultaneidade de causa e efeito, que ensina que, mediante a mudança em nossa mente ou coração, manifestamos, instantaneamente, nosso estado de Buda intrínseco, aqui e agora” (TC, ed. 470, out. 2007, p. 41).

Transforme carma em missão

Em sua primeira visita ao Brasil em outubro de 1960, o presidente Ikeda participou de uma reunião de palestra e incentivou uma viúva que, diante das dificuldades extremas, tinha desistido de viver. O incentivo dele serviu como orientação para todos os presentes que viviam situações parecidas, e cabe para nós ainda hoje. Em sua orientação, ele explica sobre o princípio de transformar carma em missão [Ganken Ogo]. Suas palavras resumem o que foi apresentado até aqui, assim como consta no capítulo “Desbravador” da Nova Revolução Humana:
“O Budismo expõe realmente que, se uma pessoa comete algum mal contra seus semelhantes, terá de trilhar um curso de infelicidades como resultado dos atos negativos do passado. Entretanto, este é apenas um aspecto dos ensinamentos budistas. Se a vida se restringisse apenas a isso, as pessoas teriam de viver numa constante insegurança justamente por não conseguirem saber as causas negativas de existências passadas, tendo de carregar inclusive um grande complexo de culpa. Além disso, o destino seria algo previamente delineado e provocaria nas pessoas o desinteresse pela própria vida, tornando-as adeptas de um modo de vida passivo no qual a única preocupação seria a de não cometer nenhum mal.
O Budismo de Nitiren Daishonin transcende o limite da concepção superficial da lei geral de causa e efeito, de castigo e recompensa, e revela a natureza real da causalidade e a forma de como manifestar o estado de pureza da vida existente desde o infinito passado. Isso significa que uma pessoa deve viver em prol do Kossen-rufu consciente da missão como Bodhisattva da Terra.
O Budismo elucida um princípio chamado Ganken Ogo [Transformar carma em missão]. Significa que uma pessoa que deveria renascer numa circunstância de felicidade, como resultado dos benefícios da prática budista, nasce em meio às pessoas infelizes mediante seu próprio desejo justamente para propagar a Lei Mística.
Se uma pessoa que vive como uma rainha, sem dificuldades ou problemas, disser que se tornou feliz graças à prática do Budismo, ninguém ficará surpreso. Contudo, quando uma pessoa doente, pobre e menosprezada por todos transforma sua vida por meio da prática budista, tornando-se feliz e líder na sociedade, estará comprovando brilhantemente a grandiosidade desse ensinamento. Com isso, provocará em todos o desejo de seguir essa prática da fé. Se uma pessoa que sempre sofreu de pobreza conseguir ultrapassar essa situação, causará uma grande esperança em todas as pessoas que passam pelo mesmo tipo de sofrimento na vida diária. Por outro lado, quando uma pessoa muito doente se torna saudável e repleta de vitalidade, acenderá a chama da coragem no coração dos doentes. E aquelas que passaram por aflições por causa da desarmonia familiar e construíram uma família feliz se tornarão modelos para as pessoas que possuem problemas de relacionamento dentro da família. Da mesma forma, se a senhora, que perdeu o marido, se tornar feliz neste país cujo idioma sequer sabe falar e criar seus filhos de maneira admirável, será um espelho para todas as viúvas. Mesmo as pessoas que não praticam o Budismo vão procurá-la também em busca de conselhos e incentivos. Quanto maior for o infortúnio na vida, mais brilhante será a comprovação dos benefícios da prática budista. Pode-se dizer que ‘carma’ é outro nome que se dá à ‘missão’. Nasci numa casa humilde de fabricantes de produtos de algas marinhas. Apesar de fraco e de sofrer de tuberculose, enfrentei inclusive a angústia da falência dos negócios junto com o presidente Toda. Por ter experimentado as amarguras da vida como um simples cidadão, hoje conduzo o movimento em prol do Kossen-rufu como um líder do povo.
Talvez os senhores estejam pensando que vieram para o Brasil por mero acaso, cada um devido a seus motivos. No entanto, não é exatamente isso. Os senhores nasceram como Bodhisattvas da Terra para realizar o Kossen-rufu do Brasil, para conduzir as pessoas deste país à felicidade e para construir aqui a terra da eterna paz e tranquilidade. Ou melhor, os senhores foram convocados pelo Buda Nitiren Daishonin para cumprir essa tarefa. Quando tomarem consciência da sua sublime missão como nobres Bodhisattvas da Terra e viverem pelo Kossen-rufu, o sol do infinito passado latente no interior dos senhores irradiará seus raios para transformar as causas negativas do passado como o evaporar do orvalho e abrirá diante de seus olhos um sereno curso de vida repleto de felicidade e jubilosas alegrias.
Se a senhora observar seus sofrimentos com os olhos do Budismo, verá que sua vida é como o papel da heroína representado por uma famosa atriz, que em casa, certamente, não passa necessidades. A história da senhora é igual aos dramas da vida desempenhados no palco, os quais têm um ‘final feliz’. Não se preocupe. A senhora conquistará a felicidade. Eu lhe garanto que isso acontecerá sem falta. Assim como a grande atriz atua com prazer no seu papel de heroína, espero que a senhora se erga do abismo da tristeza e desempenhe seu papel no grandioso drama da revolução humana. Todas as pessoas são desbravadoras, que caminham pelo inexplorado campo da sua vida. Não há outra forma de desbravar e arar o curso da vida a não ser por si mesmas. É preciso esforçar-se com toda a persistência, manejando a enxada chamada prática da fé para plantar a semente da felicidade em sua vida. As gotas de suor derramadas em prol do Kossen-rufu se transformarão em pérolas de boa sorte que coroarão magnificentemente a sua vida por toda a eternidade. Por favor, torne-se a pessoa mais feliz do Brasil”.

Conclusão

O presidente Toda disse, sobre a lei geral de causa e efeito: “Uma lei superficial não tem nada a ver conosco que vivemos nos Últimos Dias da Lei”. E continua: “Necessitamos de uma lei suprema que nos habilite a ultrapassar as barreiras das causas e dos efeitos para evidenciar a natureza de Buda inata em nossa vida. Foi Nitiren Daishonin que, respondendo a esta necessidade, estabeleceu a Lei para demolir o destino que continua desde existências passadas e assim reconstruí-lo melhor. Isto é, a recitação do Nam-myoho-rengue-kyo é a fórmula da mudança da vida para um destino melhor. Por meio dessa fórmula, as causas e efeitos intermediários desaparecem e emerge o verdadeiro mortal comum” (Guia Prático do Budismo, p. 4).
O Daimoku, recitado com senso de missão de Bodhisattva da Terra, é o que transforma a sua vida. Recite Nam-myoho-rengue-kyo e manifeste a iluminação. Quando o estado de Buda emerge da sua vida, tudo é transformado tal como o nascer do Sol que instantaneamente elimina toda a escuridão da noite.
Certa vez, explicando sobre esse ponto, o presidente Toda disse: “Mesmo ficando doentes, devemos manter a atitude de que ‘Estou bem. Sei que se orar ao Gohonzon vou melhorar’. O fato de manifestarmos o estado de Buda já não confirma que somos capazes de viver desfrutando uma completa paz espiritual? Porém, pela razão de o estado de Buda conter os outros nove estados, em algumas ocasiões ainda poderemos ficar irados ou nos surpreendermos; pois o fato de desfrutarmos uma paz espiritual não significa que eliminamos a ira, por exemplo. Uma preocupação ainda continua sendo uma preocupação. Contudo, em nosso interior, sentimos uma profunda paz espiritual. A pessoa que manifesta essa condição de vida é chamada de Buda”.
A felicidade existe em meio à luta. Ao enfrentar as adversidades com fé, você manifesta o estado de Buda. A iluminação elimina o carma negativo porque anula a escuridão fundamental — a origem de todo o sofrimento cármico. Dessa forma, você transformará radicalmente a sua realidade a partir da raiz. Portanto, comece agora, recite Daimoku e lute com a convicção de que seu carma é missão.
“Mesmo o carma que gera uma retribuição de sofrimento infernal pode ser expiado neste exato instante; não gradativamente, ou em algum momento hipotético e distante no futuro”
Daisaku Ikeda
(TC, ed. 491, jul. 2009, p. 42.)

As atividades da Soka Gakkai existem para romper os próprios limites



— Existem muitos requisitos importantes para um líder, mas hoje irei reconfirmar alguns pontos. Primeiro, para o líder do kosen-rufu, é óbvio que o mais importante é levantar-se com forte e vigorosa prática da fé. Tendo isto como base, deve adquirir uma vasta e profunda cultura. A escolaridade e conhecimento, da maneira como são, não se torna cultura. Manifestar o que aprendeu em forma de intelecto e discernimento, tornando-se o brilho do caráter, isso sim é a verdadeira cultura. Para tanto, é preciso continuar dia a dia os esforços de ler muitos livros, estudar, refletir e elevar a si próprio.
Ele continuou: 
— Em segundo lugar, para a jornada chamada kosen-rufu, é necessário ter saúde. Cada pessoa deve fundamentalmente cuidar da própria saúde. Evitar beber e comer demasiadamente e refletir sobre a maneira que se alimenta. Se sentir cansaço acumulado, elabore uma forma de descansar mais cedo. Realizar exercícios físicos todos os dias. Também é importante lavar as mãos e fazer gargarejos, e realizar procedimentos básicos como exames médicos periódicos sem negligência. Budismo é razão. É um erro pensar que, por estar praticando, estará bem mesmo se descuidando da saúde. Deve decidir profundamente “Vou me tornar saudável!”, e esforçar-se no daimoku e com sabedoria viver disciplinadamente. Este é o aspecto de um praticante.

Tradução das partes 52, 53 e 54 do capítulo “Eterna Felicidade” do volume 29 da Nova Revolução Humana publicadas nos dias 3, 4 e 5 de março no jornal Seikyo Shimbun.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

O PODER DA DECISÃO — A vitória é definida pela determinação


A vitória é definida pela determinação


Edição 571 - Publicado em 09/Março/2016 - Página 16

Vitória não acontece simplesmente porque se deseja. Ela não surge ao acaso ou por merecimento. Por trás do triunfo existe comprometimento, esforço e persistência — características de uma pessoa decidida.
O que define a vitória é a determinação. Aqueles com uma forte decisão jamais são derrotados. Essa é uma regra imutável.
Segundo o budismo, determinação é ichinen — o estado em que a mente se encontra neste momento. É a atitude mental corajosa para mudar a si mesmo e enfrentar as dificuldades.
Uma pessoa de forte ichinen ou determinação vitoriosa sabe que a mudança interna é a que transforma o externo.
Em termos práticos, determinação é nunca retroceder.
Como se adquire forte determinação? Vencendo a covardia, o oposto da determinação.
Quando uma pessoa se deixa dominar pela covardia, ela tem seu foco totalmente no externo e ignora a força que possui dentro de si. Gosta de apontar culpados e se apega aos problemas para ter sempre desculpas para não mudar a si própria. Ela se preocupa com o que os outros vão pensar e não age devido ao medo excessivo da derrota. 
O foco totalmente no externo, a preocupação com a opinião dos outros e o medo da derrota alimentam em sua vida o azar, que, por sua vez, se torna mais uma desculpa para o fracasso.
Apesar de colecionar derrotas, o covarde possui uma insistência irritante de persistir no erro. Ele é assim porque, devido ao medo de mudar internamente, quer fazer tudo sempre do mesmo jeito. Não sente a necessidade de transformar a si próprio porque acredita que a solução de seus problemas está no externo. Sua inércia é alimentada pela esperança de que a qualquer momento a “maré vai virar” a seu favor.
O covarde é como o elefante amarrado no banco. Como ignora que a transformação da realidade externa é causada pela mudança interna, vive na ilusão de que a “cadeira” dos obstáculos é mais forte que ele.
Numa reunião de líderes, ao falar sobre a determinação, o presidente Ikeda disse: “O sol da vitória reside no coração de cada um. Assim, é preciso combater o inimigo chamado ‘covardia’, banindo-a da vida” (NRH, v. 3, p. 20).
Superar o medo é fundamental para conquistar a vitória, pois a covardia diminui a determinação. E o recuo na decisão é a causa do fracasso. O líder da SGI explica esse ponto: “A causa da derrota não se encontra no obstáculo ou no rigor das circunstâncias, está no retrocesso da determinação e na desistência da própria pessoa” (Ibidem, p. 19).
“Tudo é difícil, tudo é impossível se encarado dessa forma. Quando se regride na decisão, os problemas acabam parecendo maiores e confundem a pessoa como se fossem uma realidade imutável. A derrota encontra-se exatamente nisso. A chave da vitória do kosen-rufu encontra-se na luta contra a covardia que habita o coração”, enfatiza (Ibidem, p. 20).
Uma pessoa de coração destemido é quem venceu a covardia e adquiriu a percepção de que a sua força interior é maior que todos os obstáculos.

O que é o coração destemido?

Um indivíduo de coração destemido não se prende à severidade dos obstáculos ou à complexidade da situação. As dificuldades são esperadas porque ele sabe que são desafios provocados por ele mesmo ao decidir avançar na vida. Sendo assim, sua disposição é ficar mais forte para enfrentar o que vier. 
O sentimento de uma pessoa que possui o coração destemido é expresso nas palavras do poeta indiano Rabindranath Tagore: “Não quero rezar para me proteger dos perigos, mas para ser destemido ao encará-los. Não quero implorar para que me retirem a dor, mas para que tenha um coração que a possa conquistar”.
Outro exemplo são os versos de Walt Whitman:
Daqui em diante
Não peço mais boa sorte,
Boa sorte sou eu.
Observe que a dependência de fatores externos é devidamente evitada nas duas citações. O foco da fé está no fortalecimento da condição interna.
Possuir o coração destemido é ter determinação com o coração livre do medo, e não depender de circunstâncias externas para ser forte.
Porém, para chegar a essa condição, é necessário o elemento principal: o juramento seigan. 
No principal trecho do escrito Abertura dos Olhos, Nichiren Daishonin expressa sobre o coração destemido de alguém que vive pelo juramento seigan. 
“Declaro aqui que não importa que os deuses me abandonem. Não importa que eu tenha de enfrentar todas as perseguições. Ainda assim, darei minha vida em prol da Lei.
Sejam quais forem os obstáculos que eu encontrar, enquanto as pessoas de sabedoria não provarem que meus ensinamentos são falsos, jamais desistirei! Todos os outros sofrimentos nada mais são para mim que poeira lançada ao vento.
Eu serei o pilar do Japão. Eu serei os olhos do Japão. Eu serei a grande nau que conduzirá o Japão. Este é o meu juramento, e jamais recuarei um único passo!” (Explanação Abertura dos Olhos, p. 219)
Em sua declaração, Nichiren Daishonin revela seu monumental estado de vida, que se eleva acima das dúvidas e críticas das pessoas em geral. Ele apresenta seu juramento, que transcende o desejo mundano de receber a proteção pessoal ou de se livrar dos problemas.
“Para Nichiren Daishonin, há algo mais importante que receber ou não a proteção. Algo pelo qual uma pessoa arrisca a própria vida para atingir, mesmo enfrentando os piores obstáculos. E esse algo tão importante é a consecução do estado de buda por todas as pessoas, o bem supremo, que é o grande juramento proclamado pelo próprio Shakyamuni no Sutra do Lótus. Em outras palavras, é o kosen-rufu, a concretização desse juramento. Foi por esse objetivo que Daishonin lutou, por uma aspiração maior do que os interesses e apegos mundanos que preocupavam as pessoas, a sociedade e também seus seguidores.
Um devoto do Sutra do Lótus é uma pessoa de espírito de luta, que assume como juramento pessoal o grande desejo do Buda e luta para cumpri-lo, mesmo em meio aos grandes obstáculos da era posterior à morte do Buda”, explica o presidente Ikeda (Ibidem, p. 224).
O juramento pessoal de realizar o desejo do Buda é o juramento seigan. A determinação vitoriosa [ichinen] é, especificamente, a decisão de cumprir o juramento seigan. Kosen-rufu são as ações de uma pessoa de determinação vitoriosa que se dedica a despertar o juramento seigan na vida das pessoas.
A vitória na batalha da vida, assim como nas atividades pelo kosen-rufu, se define a partir da forte decisão de viver pelo juramento seigan.
O juramento seigan é o que desperta a força interior do ser humano. Um extraordinário poder, capaz de vencer qualquer obstáculo e conquistar todas as vitórias.

O segredo da genialidade




Edição 571 - Publicado em 09/Março/2016 - Página 66

Um professor de matemática, cansado de ouvir os alunos reclamarem que os “einsteins” têm um cérebro avantajado e, por isso, são mais inteligentes que meros mortais, resolveu investigar o que a literatura científica diz sobre o assunto.Esse professor é Brian D. Burrell, da Universidade de Massachusetts, e seu artigo pode nos ajudar a descobrir o segredo da genialidade.Há duzentos anos, alguns estudiosos tentam descobrir como é o cérebro de um gênio. Eles coletam “encéfalos ilustres” assim que seus donos falecem para análise de sua anatomia. Um caso famoso é o do cérebro do físico alemão Albert Einstein. “Se ele era um gênio, então seu cérebro deveria ter uma forma diferenciada dos demais mortais”, deve ter pensado o patologista de plantão, Thomas Harvey, que decidiu, por conta própria, remover o encéfalo de Einstein horas depois de sua morte.Vários especialistas analisaram as amostras naquela época. Mas nada de anormal foi encontrado. Trinta anos depois, uma cientista encontrou diferenças em alguns setores da anatomia cerebral de Einstein, indicando que o físico usava determinadas partes do cérebro mais intensamente. A imprensa alardeou. Outras pesquisas se seguiram. No entanto, todas apresentaram falhas metodológicas semelhantes. A conclusão é de que o cérebro de Einstein está dentro dos limites normais, e em alguns aspectos é até deficiente.E o segredo da genialidade não foi descoberto? Sim, foi, e faz tempo.O segredo se chama muita dedicação e trabalho duro. Einstein não tinha um cérebro avantajado; anormal era seu esforço. Ele, inclusive, não foi bem no colégio nem nos exames vestibulares, mas declarou enfaticamente que as dificuldades o fizeram se esforçar mais do que as outras pessoas, sempre mantendo o foco e a esperança. É a tenacidade que desenvolve o cérebro e o torna fisicamente diferente dos demais. A genialidade está baseada num esforço incansável.Uma vez revelado o segredo, os alunos do Prof. Burrell que não quiserem se esforçar vão ter de desenvolver sua anatomia cerebral para arrumar outra desculpa que justifique notas ruins nas provas de matemática.Astolfo Valentim Vieira MartinsRedação

Quatro diretrizes para a boa saúde




Quatro diretrizes para a boa saúde

Edição 2316 - Publicado em 19/Março/2016 - Página B1
INTRODUÇÃO 
Devemos nos esforçar para permanecer saudáveis, física e mentalmente, para que possamos ter uma vida vigorosa e criativa. O presidente Ikeda apresentou quatro diretrizes para manter a boa saúde: 1) Realizar um gongyo revigorante; 2) Ter um estilo de vida equilibrado e produtivo; 3) Contribuir para a felicidade de outras pessoas e 4) Alimentar-se com sabedoria. A revolução humana também é uma revolução em nossa saúde e estilo de vida.
Discurso do presidente Ikeda
Proferido na reunião conjunta dos representantes das províncias de Kumamoto e Oita, realizada
na cidade de Kumamoto, Kyushu, Japão,
em 28 de setembro de 1990.
Gostaria de falar um pouco sobre a saúde. Certa ocasião, conversando com os integrantes do Departamento de Profissionais da Saúde de Kansai e do Grupo de Enfermagem da DFJ, sugeri quatro diretrizes para conduzir uma vida saudável. Eram simples ideias que compartilhei com eles, basea­das na perspectiva budista e na fé. Entretanto, os médicos e as enfermeiras com quem conversei aceitaram meus conselhos, apontando-os como sensatos também do ponto de vista da medicina.
As quatro diretrizes são:
1. Realizar um gongyo
revigorante
2. Ter um estilo de vida
equilibrado e produtivo
3. Contribuir para a felicidade
de outras pessoas
4. Alimentar-se com sabedoria
Na área médica, dieta, atividade física, sono e alívio do estresse são frequentemente mencionados como fundamentais para a boa saúde, e todos esses elementos básicos estão inclusos nas quatro diretrizes que propus.
1. Realizar um gongyo revigorante
Quando nosso gongyo e daimoku se tornam lentos e sem entusiasmo, nós nos sentimos fisicamente lentos tam­bém. Provavelmente, mui­tos de vocês podem identificar isso.
A boa sorte e benefícios que extraímos ao orarmos vigorosamente são imensuráveis. Nosso corpo, coração e mente começam a exibir seu ilimitado potencial latente­.
Além disso, do ponto de vista médico, sentar-se ereto e respirar profundamente também é considerado muito benéfico para a saúde. O aumento da nossa capacidade respiratória beneficia nosso sistema cardiovascular.
Um membro do Departamento de Profissionais da Saúde observou que usar a voz é uma maneira importante para aliviar o estresse. Quando as pessoas deixam de fazer uso da voz, tendem a envelhecer mais rapidamente.
Sentar-se adequadamente e juntar as palmas das mãos ao recitar o gongyo e o Nam-myoho-­renge-kyo é, em todos os sentidos, o ato mais solene e significativo, de acordo com os princípios subjacentes que governam o universo. Nosso corpo unido à nossa mente, individualmente, como microcosmo, se alinha e se funde com o ritmo fundamental do universo, o macrocosmo. Dessa forma, dia após dia, nosso ser rejuvenesce. Este é o primeiro fundamento para a saúde e ­longevidade.
2. Ter um estilo de vida equilibrado e produtivo
Dormir o suficiente é outra base importante para a boa saúde. Não ter um sono adequado é como deixar o motor de um carro constantemente ligado. Acabará apresentando falhas ou enguiçando­.
O Sr. Toda costumava dizer que o sono que temos antes da meia-noite é duas vezes mais profundo que aquele após esse horário. Assim, deveríamos ir para a cama o mais cedo possível. Isso parece ter o respaldo da ciência médica.
Administrar o tempo com sabedoria, tentar realizar o gongyo com antecedência e ir se deitar cedo nos permitem estar preparados para iniciar a manhã seguinte revigorados. Desenvolver sabedoria e autocontrole para pôr esses procedimentos em prática beneficia a saúde.
Ficar preso ao ciclo nocivo de ficar acordado até tarde, mesmo que seja por rotina ou força do hábito, dormir demais e despertar sem se sentir revigorado significam, definitivamente, não pôr a fé em prática de maneira correta na vida diária.
Recentemente, tem havido alguns debates sobre os benefícios dos “minicochilos” — breves cochilos de cinco ou dez minutos de duração — para promover a saúde e a produtividade. A chave é fazer bom uso do período de descanso durante o dia para que possa cuidar da saúde.
3. Contribuir para a felicidade de outras pessoas
A atividade física é, logicamente, um fator crucial para melhorar a saúde. Em particular, os esforços ao contribuir para a propagação do budismo, a felicidade das outras pessoas e o bem da sociedade são uma inimaginável fonte de revitalização interior e energia para viver com ânimo.
Em contraste, se paramos de agir pelos outros, considerando tais esforços um aborrecimento e nos fechamos em uma concha de vantagens pessoais e frio individualismo, então, nosso corpo e nossa mente começarão a estagnar e, em virtude disso, nos tornaremos mais suscetíveis a doenças.
Movimento é uma característica que define os animais, incluindo os seres humanos. Precisamos nos movimentar. Se não nos mantivermos ativos, não seremos diferentes de objetos de pedra ou de madeira. Quando os seres vivos, que têm a capacidade de se mover, deixam de ser ativos, começam a declinar. 
O mesmo ocorre com a água de um rio. Se a água parar de correr, se tornará turva e fétida. No domínio da Lei Mística, também, aqueles que abandonaram a prática por achar que contribuir para a felicidade­ de outras pessoas era uma tarefa tediosa, são pessoas que permitiram que a água cristalina de sua fé se tornasse turva, levando-os a estagnar espiritualmente­.
Vocês, por outro lado, estão empenhando nobres esforços dia e noite para contribuir para o bem-estar de outras pessoas — propagando os ensinamentos do Budismo Nichiren, encorajando nossos companheiros e se esforçando para o desenvolvimento da ­comunidade.
Às vezes, podem até pensar: “Não seria ótimo ficar em casa esta noite, relaxar e assistir TV?”. Mas, ao agir com alegria em prol da felicidade de outras pessoas, estão conduzindo uma vida infinitamente mais gratificante e digna.
Dizem que atualmente vivemos em uma sociedade tensa. Nosso ambiente está repleto de causas potenciais de estresse.
De certa forma, o estresse pode ser descrito como um ataque externo ao nosso espírito. E precisamos revidar a esse ataque. Se permanecermos passivos, seremos esmagados pela pressão, que acaba nos destruindo tanto física como mentalmente.
Uma resposta efetiva ao estresse é enfrentá-lo dando um passo à frente, agindo. Nesse sentido, nossas ações com base na fé no Gohonzon nos reavivam e revigoram em perfeita conformidade com a lei da vida.
Tenho falado várias vezes sobre a importância de caminhar. Afirma-se que um bom meio de se exercitar regularmente é caminhar 10 mil passos por dia.
Algumas pessoas dizem que o processo de envelhecimento tem início quando nossas pernas começam a falhar. Cada passo dado em prol de nossas atividades na Soka Gakkai é imensamente benéfico no que se refere a manter a força e promover a saúde.
Nichiren Daishonin diz: “Se acender uma lamparina para outra pessoa, iluminará também o seu próprio caminho” (WND, v. II, p. 1060)­.
Quando contribuímos para a felicidade de outros, compartilhando a luz da esperança com os que nos rodeiam, uma nova esperança ilumina nossa própria vida e a faz brilhar de benefícios e boa sorte.
4. Alimentar-se com sabedoria
Comer em demasia pode levar à obesidade. O grande mestre Tiantai da China listou o ato de comer ou beber de forma imprópria como uma causa da doença (cf. CEND, v. I, p. 659). Como corrigir hábitos alimentares desequilibrados? Como, efetivamente, controlar o desejo de comer mais do que necessitamos? É exatamente aí que precisamos aplicar a sabedoria e o bom senso.
Os integrantes do Departamento de Profissionais da Saúde e do Grupo de Enfermagem expressaram uma preocupação específica com relação a comer tarde da noite, pois muitos membros tendem a fazer a refeição após o término das atividades noturnas da Soka Gakkai.
De acordo com a medicina, é desejável parar de ingerir alimentos três horas antes de ir se deitar. Mas, se estiverem realmente com fome e acharem que é impossível não comer nada, prefiram vegetais ou qualquer outro alimento de baixa caloria.
Todos vocês são muito importantes para o kosen-rufu e para a família. Não devem se expor ao risco de se tornar obesos, diabéticos ou desenvolver alguma outra doença grave.
Alimentar-se com sabedoria os ajudará a conduzir uma vida alegre e agradável. Assumam a responsabilidade de cuidar da sua própria saúde. 
Espero que desfrutem excelente saúde física e mental e vivam de forma maravilhosa, adornando esta nobre existência com vitória e felicidade, ao mesmo tempo em que se empenham com vibrante fé e alegre companheirismo.

Por que terminamos usando gasolina se já tínhamos carros elétricos e a vapor?



28/02/2016 12h45 - Atualizado em 28/02/2016 16h16

Por que terminamos usando gasolina se já tínhamos carros elétricos e a vapor?

Fatores diversos determinaram o rumo da indústria automobilística, que está em nova encruzilhada sobre o futuro dos veículos.

Da BBC
Os veículos elétricos estão hoje na linha de frente da batalha do século 21 para decidir como serão movidos os carros do futuro.
E ainda que os rivais tenham pilhas de combustível, energia solar, biocombustíveis e gás liquefeito, os elétricos têm boa chance de ganhar.
São suaves, silenciosos, limpos, modernos... modernos? Voltemos uns 100 anos.
Este é um carro elétrico de 1915, um dos cerca de 40 mil produzidos em Detroit (EUA) pela empresa americana Anderson Electric Car Company, entre 1906 e 1940.
Alcançava velocidade máxima de 40 km/h e andava por até 80 km antes de demandar recarga de suas baterias de chumbo.
Nunca satisfeito
Muitos acreditam que veículos elétricos sejam produto do mundo tecnológico atual, mas esses veículos já eram a opção de muita gente nos EUA no começo do século passado. E não apenas nos EUA.
Na verdade, o primeiro homem que superou os 100 km/h realizou a façanha em Acheres, perto de Paris, em um veículo elétrico de desenho próprio. O nome do motorista era Camille Jenatzy e o carro era o "Jamais Contente".
No entanto, como hoje, não estava claro naquela época qual método de propulsão impulsionaria o carro do futuro. O carro elétrico estava sob pressão nessa competição.
A todo vapor
Os automóveis de vapor funcionavam de forma similar a qualquer outra máquina a vapor.
A água fervia ao calor de bicos de querosene e o vapor era forçado a entrar em cilindros onde empurrava pistões, que faziam girar um eixo que movia as rodas. Isso era tudo o que queríamos de qualquer fonte de potência: um eixo giratório.
Explosões eram uma preocupação. A ilustração mostra o primeiro acidente autombilístco fatal da história: o carro a vapor de John Scott Russell explodiu na Escócia em 1834, matando quatro pessoas.
A possibilidade de explosões preocupava, mas a energia do vapor era uma velha conhecida, em quem as pessoas confiavam.
Havia acompanhado a industrialização desde o século 18 e havia tornado possível o "milagre" dos trens.
O vapor era algo que as pessoas entendiam. Além disso, uma máquina a vapor funcionava com quase qualquer coisa que queimasse.
Esse recurso parecia não apenas o passado, mas também o futuro.
Mudanças no horizonte
Os carros a vapor começaram então a superar os elétricos em vendas nos EUA.
Mas já se via em seus retrovisores, aproximando-se em alta velocidade, o rival que estava destinado a dominar o mundo.
O Motorwagen, considerado por alguns como o "verdadeiro primeiro carro do mundo", funcionava com gasolina.
Em 1885, quando Karl Benz ligou o motor de seu Motorwagen pela primeira vez, descreveu o som que fazia como "música do futuro".
E ele tinha razão: se a música do século 20 tem uma nota dominante, é a do motor de combustão interna. E isso é curioso, porque esse tipo de motor é muito exigente.
O motor a gasolina requer eletrônica sofisticada, bomba de óleo, lubrificação, válvulas que sobem e descem, molas, caixa de câmbio, etc.
Então por que terminamos dependendo tanto dele se um motor elétrico é tão simples?
A resposta não está na parte dianteira dos carros, com o motor, mas no tanque de gasolina.
Pode-se encher um tanque com cerca de 85 litros de combustível, o que não é muito em termos de volume, mas permite andar bastante.
Combustíveis fósseis são energeticamente densos e isso foi como um presente da natureza.
Se quisessem viajar a mesma distância com um carro elétrico, seria preciso uma bateria três ou quatro vezes maior do que o próprio carro.
Predomínio fóssil
Os postos de combustíveis apareceram rapidamente por todos os cantos.
Por outro lado, redes elétricas nacionais simplesmente não existiam, o que acabou restringindo os carros elétricos às cidades. Mas o que ocorreu com o vapor?
Os trens haviam conquistado o mundo, então por que não os carros a vapor?
Eram mais simples mecanicamente do que o "novo" motor de combustão interna, e produziam energia contínua graças à pressão do vapor, portanto não demandavam transmissão, embreagem ou engrenagens de um motor de combustão.
Com poucas peças móveis, funcionavam silenciosamente e podiam conter sua potência em qualquer momento para reduzir a velocidade mais rapidamente que os freios pouco eficientes da época.
Contudo, já no começo do século 20 esses automóveis estavam condenados, por vários fatores.
Uma das chaves foi a linha móvel de produção da Ford que baixou constantemente o preço do modelo T, o veículo popular da montadora.
Quando o Ford T saiu à venda, ter um carro passou a não ser mais um luxo, e o motor de combustão se consolidou como a opção a ser seguida.
Deste modo, a infraestrutura, os preços e os métodos de produção em massa acabaram fazendo a diferença na balança.
Nos anos 1920, a batalha estava ganha. A era do petróleo havia começado e seu deus era o motor alternativo ou de pistão.
De volta ao futuro
O Hyundai ix35 é o primeiro carro com um pilha de combustível de hidrogênio disponível de fato em escala comercial.
Custa cerca de US$ 74 mil (R$ 292 mil), mas produtos novos são sempre caros. Logo, alguns ricos os compram, a ideia gera entusiasmo, o preço acaba baixando e o produto fica mais acessível.
O interessante dos automóveis com pilhas de combustível é que realmente são elétricos: o que move suas rodas é um motor elétrico.
Mas em vez de funcionar com uma bateria que precisa de recarga, usa uma célula de combustível que é como ter uma mini central elétrica a bordo.
E uma central muito boa: a do Hyundai ix35, por exemplo, produz 100 KV, energia suficiente para abastecer uma casa.
Além disso, encher o tanque com hidrogênio leva três minutos, e se dirigir com cautela a autonomia chega a 560 km. E tudo o que sai pelo escapamento é água - nada de gases tóxicos.
Há, porém, um problema comum aos primeiros carros elétricos: há poucos postos de hidrogênio.
E apesar disso ainda parecer história de ficção científica, podemos voltar mais uma vez ao futuro que tínhamos no passado: duas de suas tecnologias precedem o Motorwagen de Benz. Uma delas é o motor elétrico, e a outra é a própria pilha de combusível. Os princípios básicos do que hoje parece tão futurista datam do século 19.
William Robert Grove, jurista de profissão e físico de vocação, fez um experimento em 1839 que demonstrava a possibilidade de gerar corrente elétrica a partir de uma reação eletroquímica entre hidrogênio e oxigênio.
Nada de novo sob o Sol?

Inglês com Vídeos: O que é a bolsa de valores e como ela funciona?




Feed: English Experts
Posted on: terça-feira, 29 de março de 2016 06:01
Author: Camila Oliveira
Subject: Inglês com Vídeos: O que é a bolsa de valores e como ela funciona?

Hey you, how’s it going?
Já falei aqui que gosto muito de ver filmes. Entre os meus favoritos há dois que estão no topo da lista: The Wolf of Wall Street (O Lobo de Wall Street) e The Big Short (A Grande Aposta). Não serei aquela pessoa chata que dá spoiler, mas posso adiantar que o tema central de ambos os filmes é a Bolsa de Valores dos Estados Unidos. E claro, por serem meus favoritos, recomendo muito que assista.
Para entender os filmes sem grandes dificuldades é preciso saber um pouco sobre o funcionamento da Bolsa de Valores. Contudo, confesso que não entendo muito sobre isso. A única coisa que sei é que quando, por exemplo, o índice Bovespa fecha alto no Brasil, isso é bom para a economia.
E é por isso que trouxe esse vídeo de hoje. Para que você entenda mais sobre o assunto, compreenda melhor como funciona a economia do nosso país e, de quebra, ainda mandar bem na hora de ver esses dois filmes! Assista ao vídeo, veja a transcrição, leia a tradução. Além disso, aproveite para adicionar o vocabulário aprendido na ferramenta Meu Vocabulário.
Espero que você se divirta e aprenda um pouco mais.
Assista ao vídeo e confira em seguida a transcrição com a tradução:
What is the Stock Exchange and how does it work?
O que é a bolsa de valores e como ela funciona?
The Stock Exchange is nothing more than a giant globally network tend to organize the marketplace where every day huge sums of money are moved back and forth.
A bolsa de valores não é nada mais que uma rede globalmente gigante que tende a organizar o mercado onde todos os dias grandes quantias de dinheiro são movidas e voltam.
In total over sixty trillion (60,000,000,000,000) Euros a year are traded. More than the value of all goods and services of the entire world economy.
No total, mais de sessenta trilhões (60.000.000.000.000) de Euros são negociados. Mais que o valor de todos os bens e serviços de toda a economia global.
However it’s not apples or second hand toothbrushes that are traded on this marketplace. But predominantly securities.
Entretanto, não são maçãs e escova de dentes usadas que são negociadas nesse mercado. Mas predominantemente títulos.
Securities are rights to assets, mostly in the form of shares. A share stands for a share in a company.
Títulos são direitos aos ativos, na maioria das vezes na forma de ações. Uma ação significa uma parte da empresa.
But why are shares traded at all?
Mas porque ações são negociadas?
Well, first and foremost the value of a share relates to the company behind it. If you think the value of a company in terms of a pizza. The bigger the overal size of the pizza, the bigger every piece is.
Bem, em primeiro lugar o valor de uma ação refere-se à empresa por trás disso. Se você pensar no valor de uma empresa em termos de uma pizza, quanto maior o tamanho geral da pizza, maior é cada pedaço.
If for example Facebook is able to greatly increase its profits with a new buisness model. The size of the companies pizza will also increase, and as a result so will the value of its shares. This is of course great for the share holders.
Se, por exemplo, o Facebook é capaz de aumentar seu lucro com um novo modelo negócio, o tamanho da pizza da empresa também vai aumentar e, como consequência, também aumentarão valor de suas ações. Isso é ótimo para os acionistas, é claro.
A share which perhaps used to be 38 euros could now be worth a whole 50 euros. When it’s sold this represents a profit of twelve euro per share!
Uma ação que talvez costumava ser 38 euros, poderia agora valer 50 euros. Quando é vendida, ela representa um lucro de 12 euros por ação!
But what does Facebook gain from this?
Mas o que o Facebook ganha com isso?
The company can raise funds by selling the shares and invest or expand it’s business.
A empresa consegue levantar fundos ao vender as ações e investir ou expandir seus negócios.
Facebook for example has earned sixteen billion dollars from it’s listing on the Stock Exchange.
O Facebook, por exemplo, ganhou dezesseis bilhões de dólares da sua cotação na Bolsa de Valores.
The trading of shares though, is frequently a game of chance. No one can say which company will perform well and which will not.
O comércio de ações, entretanto, é frequentemente um jogo de azar. Ninguém consegue dizer qual empresa terá um bom desempenho e qual não terá.
If a company has a good reputation, investors will back it. A company with a poor reputation or poor performance will have difficulty selling its shares.
Se a empresa possui uma boa reputação, os investidores irão apoiá-la. Uma empresa com reputação fraca ou baixo desempenho terá dificuldade de vender suas ações.
Unlike a normal market in which goods can be touched and taken home on the Stock Exchange only virtual goods are available. They apear in the form of shareprices and tables on monitors.
Ao contrário de um mercado normal em que os bens podem ser tocados e levados para casa, na Bolsa de Valores apenas bens virtuais estão disponíveis. Eles parecem em forma de cotações e índices nos monitores.
Such shareprices can rise or fall within seconds.
Tais cotações podem subir ou cair dentro de segundos.
Shareholders therefore have to act quickly in order not to miss an opportunity. Even a simple rumor can result in the demand for a share falling fast regardless of the real value of the company.
Portanto, os acionistas tem que agir rapidamente para não perder uma oportunidade. Mesmo um simples rumor pode resultar na exigência de uma queda de ações independentemente do verdadeiro valor da empresa.
Of course the opposite is also possible. If a particularly large amount of people buy weak shares.
Claro que o oposto também é possível. Se uma grande quantidade de pessoas compram especialmente ações fracas.
Because if they see for example great potential behind an idea. Their value will rise as a result.
Porque se eles enxergam, por exemplo, um grande potencial por trás de uma ideia. Como resultado, seu valor irá subir.
In particular young companies can benefit from this. Even though their sales might be falling, they can generate cash by placing their shares.
Empresas novas em particular podem se beneficiar com isso. Mesmo que suas vendas possam estar caindo, eles podem gerar dinheiro ao vender suas ações.
In the best case scenario this will result in their idea being turned into reality. In the worst case scenario this will result in a speculative bubble with nothing more than hot air. And as the case with bubbles, at some point they will burst.
Na melhor das hipóteses, isso resultará em suas ideias se tornando realidade. Na pior das hipóteses, isso resultará em uma bolha especulativa com nada mais que ar quente. E no caso de bolhas, em algum ponto elas irão estourar.
The value of Germany’s biggest thirty companies is summarized in what is known as the DAX share index.
O valor das trinta maiores empresas da Alemanha estão resumidas no que é conhecido pelo índice de ações DAX.
The DAX shows how well or poorly these major companies and there by the economy as a whole are performing at the present time.
O DAX mostra quão bem ou mal estão estas principais empresas e assim como a economia como um todo está se desenvolvendo no momento.
Stock Exchange is in other countries also have there own indices. And all of these markets together create a globally networked marketplace.
A Bolsa de Valores está também em outros países e possui seus próprios índices. E todos esses mercados juntos criam um mercado globalmente interconectado.
Espero que tenha gostado. Até a próxima!
P.S.: Estou seguindo a legenda oficial disponibilizada pelos produtores do vídeo. Eventualmente, haverá divergências entre o que é ouvido e o que está escrito.