domingo, 11 de outubro de 2015

Estalar os dedos

Estalar os dedos


Estalar os dedos
Hey you, what’s up?



Feed: English Experts
Posted on: terça-feira, 15 de setembro de 2015 06:00
Author: Camila Oliveira


Quando pequena, eu tinha várias manias estranhas: desde uma vontade incontrolável de enfiar o dedo na tomada para levar deliciosos choques propositais, colocar o cabelo no nariz para provocar inebriantes espirros e até estalar os dedos dos pés. As duas primeiras manias foram facilmente remediadas com todas as tomadas protegidas com tampões e minha súbita decisão de cortar meu cabelo bem curtinho. Já estalar os dedos… Essa aí permaneceu por anos!

Minha habilidade de estalar ossos em geral chegou a um nível de expertise que eu conseguia estalar os dedos das mãos, dos pés, os joelhos, a coluna, o pescoço, tornozelo e quadril! Eu caminhava fazendo som de “ploc, ploc” para todo lado, parecia um plástico-bolha ambulante. Até o dia que a minha mãe me disse que eu ficaria com problemas nas articulações e não poderia mais ser Escoteira. Dia trágico e traumático em que me vi obrigada a abandonar meu hobby favorito.

Estalar os dedos

Como eu achava que minhas mãos ficariam =(

Mas foi assistindo a um vídeo na internet esses dias que descobri a verdade sobre estalar os dedos. Por isso resolvi compartilhar essa descoberta maravilhosa! Então, se você também teve uma infância traumática e foi aterrorizado pelas histórias sobre os males de estalar os dedos, aconselho que veja também. Caso seja bem resolvido em relação a isso, veja para falar o famoso I told so para seus amigos pirados!

Assista ao vídeo e confira em seguida a transcrição com a tradução:
Transcrição com Tradução

Is it ok to crack your knuckles?
   

Existe algum problema em estalar os dedos?

(knuckles cracking)
   

(Dedos estalando)

[Voiceover] If you’re like most folks, someone in your life has probably told you at one point, cracking your knuckles will mess up your hands… forever.
   

[Locução] Se você é como a maioria da galera, alguém provavelmente já deve ter dito em algum ponto da sua vida, que estalar os dedos irá ferrar com suas mãos… Para sempre.

How can something that feels so right be wrong? Is cracking your knuckles actually bad for your health?
   

Como pode uma coisa ser tão gostosa e ser errada? Estalar os dedos é de fato ruim para sua saúde?

When you crack your knuckles, you’re not actually cracking anything. Between your joints, there’s an egg white-like substance called synovial fluid.
   

Quando você estala seus dedos, você, na verdade, não está estalando/quebrando nada. Entre suas articulações existe uma substancia que parece uma clara de ovo chamada fluido sinovial.

Gross, I know. One of the things it does is help reduce friction when your joints move by acting as a lubricant.
   

Nojento, eu sei. Uma das coisas que esse fluido faz é ajudar a reduzir a fricção quando suas articulações se movem, agindo como um lubrificante.

Scientists used to think that the cracking sound was the result of bubbles popping in the synovial fluid. But this year, doctors were able to record this video of a knuckle cracking for the first time.
   

Os cientistas costumavam pensar que o barulho de estalar era o resultado de bolhas estourando dentro do fluido sinovial. Contudo, neste ano, médicos foram capazes de gravar este vídeo de um dedo estalando pela primeira vez.

They found that the crack you hear is actually the sound of a cavity forming. Nothing is being broken or damaged except maybe your loved one’s tolerance for you.
   

Eles descobriram que o estalo que ouvimos é, na verdade, o som de uma cavidade se formando. Nada está sendo quebrado ou danificado exceto talvez a tolerância do seu amado (a) com você.

A study published in 2011 tracked 215 adults ages 59-80 for five years and found no link between cracking your knuckles and the onset of arthritis.
   

Um estudo publicado em 2011 monitorou 215 adultos entre 59-80 anos de idade por cinco anos e não acharam uma ligação entre estalar os dedos e o aparecimento de artrite.

And this guy over here, Dr. Donald Unger, took it upon himself to crack the knuckles only in his left hand for 60 years. He found that the knuckle cracking hasn’t made any significant difference between his hands.
   

E este cara aqui, Dr. Donald Unger, encarregou-se de ele mesmo estalar os dedos somente da sua mão esquerda por 60 anos. Ele descobriu que o estalar de dedos não fez nenhuma diferença significante entre duas mãos.

We can all learn something from Dr. Unger, something called dedication! So fear not intrepid youths! Based on the science, cracking your knuckles is probably fine. Ooh, ooh yeah! Ooh, that’s the stuff!
   

Todos nós podemos aprender uma coisa com o Dr. Unger, e essa coisa é chamada dedicação! Então não temam jovens corajosos! Baseado na ciência, provavelmente não há nenhum mal em estalar os dedos. Hmm, hmmm sim!!! Ohhh é assim que se faz…

(electronic chiming)
   

(carrilhão eletrônico)

Fonte: Is It Okay To Crack Your Knuckles?

Espero que tenha gostado. Até a próxima!

P.S.: Estou seguindo a legenda oficial disponibilizada pelos produtores do vídeo. Eventualmente, haverá divergências entre o que é ouvido e o que está escrito.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Uber: conheça as polêmicas globais e onde já foi regulamentado


 
 
12/08/2015 10h09 - Atualizado em 12/08/2015 10h09
Aplicativo que permite motoristas particulares serem contactados para corridas vem enfurecendo taxistas em todo mundo.
Da BBC
O aplicativo Uber voltou ao centro das atenções nesta semana, após o sequestro e a agressão de um motorista por taxistas em São Paulo.
Na Câmara Municipal da capital paulista, na última segunda-feira, taxistas e adversários do aplicativo – que coloca passageiros em contato com motoristas particulares que usam os próprios veículos e cobram pelas corridas – participaram de um tenso debate, no qual afirmaram que ele incentiva a prática ilegal de táxi.
 
UBER X TÁXI
Aplicativo de transporte enfrenta resistência
 
Eles reclamam de concorrência desleal e de queda no número de corridas, e criticam o fato de motoristas do Uber não serem obrigados a passar pelo longo e caro processo de obtenção de alvará, nem terem de seguir as regras cobradas dos taxistas.
Por outro lado, usuários e defensores afirmam que o serviço tem qualidade superior e muitas vezes preço mais baixo. Muitos dizem que é o equivalente a contratar um motorista particular, o que não seria ilegal.
Essas reações não são exclusividade do Brasil e vêm se repetindo por onde o Uber chega.
Lançada na cidade americana de San Francisco há cinco anos, a empresa hoje está presente em mais de 300 cidades de 58 países, é avaliada em US$ 50 bilhões (mais de R$ 173 bilhões) e conta com usuários fieis e um lobby poderoso.
O Uber enfrenta batalhas legais e opera sem marco legal em diversos países, mas alguns já debatem como regulamentá-lo. Veja alguns exemplos:
Estados Unidos
Mais de 50 jurisdições no país têm algum tipo de regulamentação para empresas como a Uber, que oferecem serviço de carona paga.
As regras variam de cidade para cidade, mas em geral incluem exigências que já eram cumpridas pelo Uber antes da regulamentação.
Na maioria dos casos, há a criação de uma nova classe de veículos, denominada “transportation network companies” (empresas de redes de transportes), na qual se insere o Uber.
O termo é usado para descrever serviços que conectam passageiros e motoristas por meio de aplicativos e em que a empresa não é proprietária dos carros nem empregadora dos motoristas, como é o caso do Uber.
Outras cidades ou Estados exigem que os motoristas sejam submetidos a uma rigorosa verificação de antecedentes e a programas de treinamento, e que os veículos sejam inspecionados por um mecânico autorizado.
Há também obrigatoriedade de seguro no valor de até US$ 1 milhão para cada corrida, geralmente a partir do momento em que o motorista aceita a chamada até o passageiro sair do veículo. Em alguns locais, essa regra é mais rígida, e há exigência de seguro a partir do momento em que o motorista liga o aplicativo.
Algumas das leis salientam que há tolerância zero para uso de álcool ou drogas. Outras exigem que o serviço garanta acessibilidade para deficientes.
Há ainda casos de cidades e Estados que não adotaram regulamentação definitiva, mas estabeleceram acordos de curto prazo para que o Uber e outras empresas semelhantes possam operar até que haja uma decisão final.
Em Nova York, onde calcula-se que haja 20 mil veículos ligados ao Uber, taxistas reclamam de queda de cerca de 30% no número de corridas e da desvalorização do preço das licenças, que já chegaram a custar US$ 1 milhão.
Recentemente, o prefeito Bill de Blasio foi obrigado a voltar atrás nos planos de limitar o número de carros do Uber na cidade, diante de uma campanha agressiva da empresa, que incluiu propagandas com críticas ao prefeito, e da enorme pressão de usuários e celebridades simpatizantes do serviço.
O prefeito acabou desistindo da ideia e resolveu estabelecer um período de experiência de quatro meses, no qual serão analisados os efeitos dos serviços de carona paga, como o Uber, no trânsito da cidade.
Na Califórnia, a empresa foi multada em US$ 7,3 milhões por não repassar aos reguladores informações sobre número de corridas, requisições de carros acessíveis para deficientes e causas de acidentes.
No ano passado, a empresa já havia sido processada em Los Angeles e San Francisco por supostamente enganar clientes em relação ao rigor da verificação de antecedentes dos motoristas. A empresa foi criticada por não colher impressões digitais dos candidatos a motorista.
Outro ponto polêmico é o tratamento dado aos motoristas, que não são considerados funcionários do Uber, e sim profissionais independentes que prestam seus serviços e se conectam a clientes por meio do aplicativo.
Esse status está sendo questionado em uma ação judicial na Califórnia, que acusa o Uber de violar leis trabalhistas ao não classificar os motoristas como funcionários. Cidade do México também foi palco de protestos, mas foi a primeira da América Latina a regulamentar Uber e similares
México
Em julho, a Cidade do México se transformou na primeira da América Latina a regulamentar o Uber e empresas do tipo. As regras impõem um mínimo de US$ 12,6 mil no valor dos veículos utilizados no serviço e incluem imposto de 1,5% do custo da corrida, destinado a um fundo para melhorar os serviços de táxi.
Também é exigido o pagamento de uma permissão anual, no valor de cerca de US$ 100, para operar. A regulamentação foi recebida com revolta pelos taxistas da cidade, que promoveram diversos protestos contra o Uber, inclusive com episódios de ataques violentos contra motoristas do aplicativo.
Europa
O Tribunal de Justiça da União Europeia analisa se os serviços do Uber devem ser classificados como de transporte ou digitais e deve decidir sobre a sua legalidade.
Quando isso acontecer, a decisão será válida para todos os 28 países-membros do bloco.
O Uber sofre resistência em diversos países da Europa. Há algumas semanas, o UberPop (serviço de baixo custo oferecido pela empresa) foi suspenso temporariamente na França em meio a violentos protestos de taxistas.
A empresa também enfrenta proibições em países como Alemanha, Holanda, Itália e Espanha. Em Londres, a Alta Corte de Justiça deverá decidir em outubro sobre a legalidade do Uber.
Filipinas
Em maio deste ano, as Filipinas foram o primeiro país a adotar uma regulamentação em nível federal. Na ocasião, o secretário de Transportes, Joseph Emilio Abaya, disse que o serviço de empresas como a Uber era necessário para preencher lacunas no transporte em massa na capital, Manila.
Disse ainda que este tipo de serviço deveria ser encarado não como uma ameaça, mas como algo que vai incentivar a indústria de táxi a se modernizar e inovar.
Entre as exigências estão a de que os carros tenham menos de sete anos de idade e sejam equipados com GPS. Os motoristas precisam se cadastrar com uma agência reguladora do governo e pagar uma taxa anual.
Índia
O Uber é regulado na cidade indiana de Calcutá, onde pode operar na categoria de “agregadores de tecnologia de transporte sob demanda” e fica submetido à lei de Tecnologia da Informação.
As regras proíbem a empresa de ser proprietária dos veículos, empregar motoristas ou de se apresentar como um serviço de táxi. No resto da Índia, o Uber enfrenta diversos problemas. O serviço chegou a ser proibido temporariamente em Nova Délhi após acusações de estupro contra um motorista.

Dicas que ajudarão a estimular o cérebro

 

 


Quando nascemos possuímos apenas 10% das sinapses – atividades elétricas de um neurônio. Os 90% restantes surgirão posteriormente. Para se desenvolver, o cérebro necessita de estímulos que permitam formar redes de neurônios responsáveis por funções como: sentir a maciez de uma roupa, guiar uma bicicleta ou resolver um problema matemático, por exemplo. Um ambiente estimulante é fundamental para a manutenção das funções cerebrais. Confira algumas dicas para que o seu cérebro esteja sempre em atividade.
Cerebro_Socializar 

1 – Tenha uma vida social ativa
Os contatos sociais nos deixam “em alerta” e geram diversas solicitações novas. As atividades coletivas oferecem oportunidades de aprender, conversar e observar. O convívio de gerações diferentes abre novos horizontes e favorece descobertas. Uma vida familiar e sentimental satisfatória, repleta de amigos, também contribui para o bem-estar indispensável ao bom funcionamento do cérebro.

2 – Controle suas emoções
Os efeitos nefastos de um nível elevado de estresse sobre a aprendizagem e a memória já são conhecidos a muito tempo. O medo e a angústia, por exemplo, atrapalham a capacidade de julgamento e de reflexão. Exames mostram que o estresse ou a depressão alteram a atividade dos neurônios e a plasticidade cerebral. Aprender a controlar as emoções permite combater esses efeitos prejudiciais.

3 – Divirta-se
A motivação é o motor da aprendizagem e do prazer intelectual. Cada nova experiência vivida é um novo caminho que se forma para a circulação da informação no cérebro.
Crossword puzzle close-up 

4 – Treine seu cérebro
Aprender ao longo de toda a vida pode retardar a perda de algumas funções cerebrais e a aparição de doenças neurodegenerativas. Aproveite, então, todas as ocasiões para usar a memória ou adquirir novos conhecimentos. Competências não utilizadas acabam por se perder. Isso é evidente no caso das línguas estrangeiras, que se conservam pela prática. No geral, tarefas que envolvem organização, planejamento ou resolução de problemas melhoram as funções cerebrais. Jogos para treinar o seu cérebro, disponíveis em papel, na internet ou em video games, também são grandes aliados nesse treinamento.

5 – Durma bem
A falta de sono tem impacto direto sobre a capacidade de concentração. Muitos estudos reforçam a hipótese de que uma boa noite de sono influencia diretamente a consolidação de novos conhecimentos na memória, pois, enquanto dormimos, se fortalecem as novas conexões neurais.

6 – Coma bem e mexa-se
Os estímulos relacionados ao sabor e ao olfato são de extrema importância. Novos sabores, aromas incomuns e texturas inéditas obrigam o cérebro a trabalhar para decodificar e memorizar esses dados até então desconhecidos. Assim, sendo solicitado regularmente, o cérebro permanece acordado, alerta e funcionando. Portanto, aposte na diversidade alimentar. A introdução de alguns exercícios simples no cotidiano, como alongamento e exercícios de flexibilidade, também representam um estímulo adicional para o cérebro. Invista neles e tenha uma vida saudável e ativa!

http://blog.selecoes.com.br/dicas-estimular-cerebro/?utm_source=Newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=maisselecoes130815

Como nosso cérebro aprende inglês


Como todos já devem saber, a base do aprendizado é a prática constante. Tudo aquilo que aprendemos ou vivenciamos, se não utilizado, é descartado pelo cérebro. Não pense que isso é uma coisa ruim, a seleção das informações a serem retidas é quase que um mecanismo de defesa. Imagine se você fosse capaz de lembrar do que comeu no café da manhã de exatos 4 anos atrás? Tanta informação provavelmente o tornaria louco.
Como reter a informação importante?
Parece óbvio, se é importante para mim então meu cérebro vai manter a informação armazenada, na realidade não é bem assim que as coisas funcionam. Se você acabou de aprender uma palavra nova, essa informação vai para a chamada memória de trabalho, ela atua no momento em que a informação é adquirida, retém essa informação por alguns segundos e a destina para ser guardada por períodos mais longos ou a descarta. Se a informação é importante a ponto de você querer lembrar dela mais tarde e se você se esforçar para que isso aconteça, ela vai para a chamada memória de curto prazo. Para saber mais sobre esse processo leia o artigo do Dr. Drauzio Varella.
Mas Alessandro, você ainda não disse como reter o conhecimento!
O pulo do gato está em tornar a memória de curto prazo em memória de longo prazo, ou seja, aquela que vai ficar guardada no cérebro permanentemente. A resposta a essa pergunta reside na palavra – repetição. Existem 2 formas de fazer isso, leia atentamente as 2 situações abaixo:
Situação 1 – Você acorda cedo e começa a estudar inglês. Como você está num dia inspirado e extremamente motivado, resolve passar a manhã inteira estudando avidamente. Você passa a matéria 1, 2 até 3 vezes. São 4 horas de estudo intenso e você pára na hora do almoço exausto mentalmente.
Situação 2 – Você acorda cedo e estuda por 30 minutos, mesmo empolgado você pára e vai realizar outras obrigações. Durante o período da tarde são mais 30 minutos de estudo, neste caso foram gastos 10 minutos revisando o que foi estudado durante a manhã. Antes de dormir você dedica mais 30 minutos, nos quais 20 foram utilizados revisando o que foi estudado durante o dia e os 10 restantes praticando com exercícios.
Em qual situação houve mais aprendizado?
Vou relatar aqui a minha experiência. Já tentei estudar das duas formas citadas anteriormente. No meu caso a Situação 2 mostrou-se muito mais efetiva. Apesar da diferença de tempo 1:30 da situação 2, contra 4 horas da Situação 1. Eu atribuo a maior efetividade a 2 fatores. O primeiro eu já citei, a repetição. O segundo diz respeito à distribuição de horários, não adianta passar horas estudando um só tema (seja ele idiomas ou qualquer outro), com o tempo o cérebro vai ficando cansado e não há retenção de conhecimento.
See you!

Primeiros socorros: 7 erros perigosos


 
Por Raphani Margiotta
 
A maioria de nós não dá muita importância aos treinamentos de primeiros socorros que recebemos ao longo da vida – na escola, na autoescola, em treinamentos em caso de incêndio – e, quando precisamos deles, acabamos cometendo erros perigosos que podem mais prejudicar que ajudar. Na edição deste mês da revista Seleções, publicamos 7 erros em primeiros socorros que muitos de nós ainda cometem. É possível que, como eu, você se identifique com algum:
1. Não tratar uma queimadura durante tempo suficiente
Esqueça a manteiga e o gelo. A melhor maneira de aliviar a pele queimada é com água gelada. Entretanto, poucos segundos, ou mesmo minutos, não bastam: são necessários de 10 a 20 minutos. É o que ensina o Dr. Jeffrey Pellegrino, da Cruz Vermelha dos Estados Unidos. “O calor da queimadura penetra fundo na pele, onde pode continuar a destruir os tecidos mesmo que você tenha esfriado a superfície”, afirma. “O frio também precisa penetrar para evitar mais danos.”
2. Inclinar a cabeça para trás durante sangramento nasal
Essa posição pode fazer o sangue escorrer para a garganta, provocando oclusão ou tosse e obstruindo a respiração. Em vez disso, aplique pressão direta apertando as narinas, mas mantenha a cabeça em posição neutra, com o queixo paralelo ao chão. Sente-se e relaxe.
3. Aplicar calor em uma entorse ou fratura
“Sempre aplique gelo inicialmente”, afirma William Gluckman, porta-voz da Associação Americana de Cuidados de Urgência. O gelo ajuda a diminuir o inchaço, enquanto o calor estimula o fluxo sanguíneo. Deixe o calor para problemas como contraturas musculares.
 4. Tentar remover ciscos do olho
Mexer para tentar retirar o que estiver irritando o olho pode piorar a lesão e até causar danos permanentes. Em vez disso, proteja o olho (improvise um tapa-olho com um copinho de plástico e fita, se necessário, para que nada mais entre) e procure atendimento imediato. A única exceção é no caso de produtos químicos: lave em água corrente por cerca de 15 minutos.
5. Retirar a gaze de uma ferida ainda sangrando
Se a gaze grudar, não a puxe para trocá-la; cubra com outra nova, ensina o Dr. Chris Cebollero, chefe da Emergência do Hospital Cristão, em St. Louis, Missouri. A coagulação ocorre na superfície para interromper o sangramento. Tirar a gaze antiga pode remover a casca e fazer a ferida voltar a sangrar. Se isso acontecer, faça pressão no corte até o sangramento parar, lave a ferida (para evitar infecção), aplique uma pomada antibiótica (caso a pessoa não seja alérgica) e refaça o curativo.
 
6. Não ir ao hospital depois de um acidente de carro
Se seu carro foi muito danificado, procure atendimento, mesmo se você estiver se sentindo bem. “Seu reflexo de ‘luta ou fuga’, alimentado pela adrenalina, pode mascarar a dor”, afirma o Dr. Cebollero. “Pode levar de dez minutos a duas horas até você sentir algo.” A equipe de socorro no local do acidente nem sempre consegue descartar hemorragias cerebrais e fraturas.
7. Dificultar o trabalho da equipe de socorro
Digamos que você foi picado por uma abelha e teve uma reação alérgica grave. Primeiro, peça a
alguém que chame uma ambulância. Depois, vá para a frente de casa. Engasgou no restaurante? Não corra para o banheiro. “As pessoas morrem no banheiro por não quererem incomodar os outros clientes. Elas desmaiam e ninguém sabe por quê”, afirma o Dr. Pellegrino. Passou mal? Permaneça em um lugar onde as pessoas possam ajudar.

Fortalecer a Autoestima

 
Por Raïtsa Leal
 
Muitas vezes as pessoas se esquecem que a autoestima é um dos fatores preponderantes para o bem-estar geral e até a saúde da nossa mente. Fala-se muito em buscar a felicidade, curtir a vida… mas sem autoestima, tudo isso fica bem mais difícil.
Pessoas com baixa autoestima criam uma autoimagem negativa e se sentem insignificantes. Elas deixam de gostar de si mesmas e de se valorizarem, passando a se sentir inferiores. Isso dificulta o relacionamento com outras pessoas, o que pode realimentar todo esse processo. Afinal, se você não gosta de si mesmo, é difícil gostar dos outros ou imaginar que eles possam gostar de você, não é? Os problemas de relacionamento decorrentes disso acontecem tanto em casa quanto no trabalho.
E como a baixa autoestima surge? Ela começa quando começamos a enfatizar em nós mesmos aquelas características de que menos gostamos, e isso vai dilapidando a autoestima. Todos temos uma voz interna crítica, mas essa voz tende a ser mais impiedosa e direta naquelas pessoas cuja autoestima está baixa. Essa vozinha é aquela que culpa você mesmo pelas coisas que dão errado, faz você se comparar aos outros o tempo todo (e diz que você está em desvantagem) e cria modelos impossíveis de perfeição.
Tudo isso pode levar à infelicidade a longo prazo e até mesmo à depressão, desencadeando uma reação em cadeia que leva à debilitação mental e física.
Autoestima elevada não é futilidade!
Quem tem autoestima elevada ama a si mesmo, mas isso não quer dizer que seja narcisista ou fútil. Significa que essas pessoas se prezam, se respeitam e conhecem seu próprio valor. E, como tendemos a ver os outros do mesmo modo como nos vemos, se você se ama e se valoriza, também ama e valoriza os outros. Faça o teste para saber como está sua saúde emocional!
5 passos para dizer adeus à baixa autoestima
Se a sua autoestima estiver precisando de uma forcinha, siga estas estratégias simples para dar uma elevada no seu amor próprio!
1 Aprenda a relaxar. Isso requer tempo e prática, mas, se você aprender a desligar quando quiser, começará a se sentir melhor em relação a si mesmo.
2 Com a mente relaxada, pense objetivamente sobre seus pontos positivos. Concentre-se nas características que sua família e seus amigos apreciam e valorizam em você.
3 Lembre-se de momentos em que você se sentiu bem, quando sentiu que estava no comando. Reviva esses sentimentos.
4 Tendo em mente todos os seus pontos fortes e os sentimentos positivos a seu próprio respeito, visualize-se enfrentando situações difíceis.
5 Se isso não der certo, converse com o médico sobre a possibilidade de alguma forma de terapia pela palavra.
E lembre-se: ame-se e deixe que o amor invada sua vida!

O que é a psicologia humanista?






O que é a psicologia humanista?

A psicologia humanista tem como principal característica considerar o ser humano como um todo. Ela se baseia no fato de que há múltiplos fatores envolvidos na saúde mental. Todos eles convergem e estão interligados: as emoções, o corpo, os sentimentos, o comportamento, os pensamentos, etc.
“Percebo que se fosse estável, prudente e estático, viveria na morte. Portanto, aceito a confusão, a incerteza, o medo e os altos e baixos emocionais, porque esse é o preço que estou disposto a pagar por uma vida fluida, rica e excitante“
– Carl Rogers –

Como surgiu a psicologia humanista?

A psicologia humanista é uma corrente da psicologia que surgiu no meio do século XX.Nasceu como uma alternativa para as duas escolas principais: o behaviorismo e a psicanálise. Seu objetivo era dar uma resposta diferente, abordando os problemas do ser humano, oferecendo uma perspectiva da área da saúde ao invés da doença.
A abordagem humanista exalta a saúde mental e todos os atributos positivos da vida. A pessoa como um ser individual, ressaltando o que é necessário para atendê-la de forma personalizada e multidimensional.
As raízes da psicologia humanista estão na corrente filosófica do existencialismo europeu, com autores tais como:
Jean Paul Sartre
“O homem nasce livre, responsável e sem desculpas.”
Jean Jacques Rousseau
“O homem é bom por natureza, é a sociedade que o corrompe.”
Erich Fromm
“Se eu sou o que tenho e perco o que tenho, quem sou eu, então?”.
Viktor Frankl
“O homem se realiza na mesma medida em que se compromete com o significado de sua vida”.
Estes autores têm uma visão da condição humana com base na liberdade, no significado da vida, nas emoções e na responsabilidade. Eles consideram o indivíduo como responsável pela sua vida e pelas suas ações, sendo capaz de encontrar seu próprio caminho para a liberdade.

Principais precursores da psicologia humanista

Abraham Maslow e Carl Rogers podem ser considerados os principais precursores da psicologia humanista.
Abraham Maslow: é conhecido principalmente pela sua famosa “Pirâmide de Maslow“, na qual ele define uma hierarquia diferente das necessidades humanas, a partir da mais básica (fisiológica), até chegar ao topo, onde você encontraria a autorrealização. Este conceito foi criado por Maslow para considerar que no momento em que o ser humano tiver satisfeitas todas as suas necessidades, ele atingirá o estado de desenvolvimento de seu impulso vital.
Carl Rogers: tem uma nova visão terapêutica que busca uma colaboração mais estreita com o “cliente” (termo cunhado dentro da psicologia, sendo considerado mais adequado do que o termo “paciente”).
Em seu livro “A terapia centrada no cliente”, ele mostra como rejeita as técnicas diretivas em sua experiência clínica, mostrando um relacionamento mais próximo com seus clientes, facilitando assim o encontro do indivíduo com ele próprio.
Sua contribuição para a psicologia, a partir desta perspectiva, é inestimável, já que se considera que o indivíduo é capaz de encontrar dentro de si todos os recursos necessários para manter o equilíbrio em sua vida.
Para Rogers, as pessoas que se encontram mal estão “dormindo”, e é necessário acordá-las através de sua própria sabedoria interior. O terapeuta serve como um guia para que eles possam encontrar suas próprias respostas.

Características da psicologia humanista

– Fornece uma ampla perspectiva holística, ou seja, caracteriza-se por ver a pessoa como um todo, numa base global. Cada um dos aspectos possui a mesma relevância. Os pensamentos, o corpo, as emoções e o lado espiritual. Estes aspectos estão inter-relacionados e se confluem mutuamente. Eles são a principal via pela qual o indivíduo encontra a si mesmo.
– A existência humana ocorre em um contexto interpessoal, portanto, é muito importante e necessário o relacionamento com os outros, levando em conta o contexto em que é produzido, para o desenvolvimento individual do ser humano.
– As pessoas possuem a capacidade de fazer suas próprias escolhas, de responsabilizar-se e de proceder para um desenvolvimento e implantação de seu próprio potencial.
– Promove e facilita o desenvolvimento pessoal. O psicólogo serve como uma ferramenta para que a pessoa, através de recursos próprios, possa vir a compreender-se e desenvolver-se.
– As pessoas têm uma tendência inata de autorrealização. O ser humano pode confiar na sabedoria dessa parte do seu interior, já toda a cura está em suas próprias respostas. Isto precisa ser entendido, pois não é necessário controlar o ambiente ou controlar as próprias emoções suprimindo-as.
A psicologia humanista focaliza o indivíduo sob uma perspectiva global. Ela compreende que todos os aspectos que compõem o ser humano são importantes. O indivíduo é considerado um ser único, responsável por sua própria experiência, capaz de se tornar ciente de seus próprios recursos; se desenvolver, alcançar a autorrealização e descobrir todo o seu potencial.
 “O elemento básico do campo do conhecimento é a experiência direta e íntima. (…). Não há substituto para a experiência”.
– Abraham Maslow –






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