sexta-feira, 17 de julho de 2015

A importância de contar histórias para as crianças



Como recurso psicopedagógico a história abre espaço para a alegria e o prazer de ler, compreender, interpretar a si próprio e à realidade

Por que contar histórias para as crianças?

A história é uma narrativa que se baseia num tipo de discurso calcado no imaginário de uma cultura. As fábulas, os contos, as lendas são organizados de acordo com o repertório de mitos que a sociedade produz. Quando estas narrativas são lidas ou contadas por um adulto para uma criança, abre-se uma oportunidade para que estes mitos, tão importantes para a construção de sua identidade social e cultural, possam ser apresentados a ela.

Qual a diferença entre ler e contar uma história?

São duas coisas muito diferentes, porém ambas muito importantes. Um texto escrito segue as normas da língua escrita, que são completamente diferentes daquelas da linguagem falada. Quando uma criança ouve a leitura de uma história ela introjeta funções sintáticas da língua, além de aumentar seu vocabulário e seu campo semântico. Porém, aquele que lê a história deve dominar a arte de contá-la, estar preparado suficientemente para fazê-lo com apoio no texto, sabendo utilizar o livro como acessório integrado à técnica da voz e do gesto.
Além disso, quem lê para uma criança não lhe transmite apenas o conteúdo da história; promovendo seu encontro com a leitura, possibilita-lhe adquirir um modelo de leitor e desenvolve nela o prazer de ler e o sentido de valor pelo livro.
Há opiniões divergentes neste campo: alguns autores consideram que o contador sem o livro tem mais liberdade de acentuar emoções, modificar o enredo segundo as reações da criança e portanto, melhor comunicação com o público infantil. Teria ainda mais disponibilidade para trabalhar sua voz e seu gesto.
Somos partidárias, neste aspecto de que o importante é como ler e como contar, porque é preciso que se tenha técnica e preparo para despertar o desejo e o prazer das crianças.

Para que contar histórias?

Um dos principais objetivos de se contar histórias é o da recreação. Mas a importância de contar histórias vai muito além. Por meio delas podemos enriquecer as experiências infantis, desenvolvendo diversas formas de linguagem, ampliando o vocabulário, formando o caráter, desenvolvendo a confiança na força do bem, proporcionando a ela viver o imaginário.
Além disso, as histórias estimulam o desenvolvimento de funções cognitivas importantes para o pensamento, tais como a comparação (entre as figuras e o texto lido ou narrado) o pensamento hipotético, o raciocínio lógico, pensamento divergente ou convergente, as relações espaciais e temporais( toda história tem princípio, meio e fim ) Os enredos geralmente são organizados de forma que um conteúdo moral possa ser inferido das ações dos personagens e isso colabora para a construção da ética e da cidadania em nossas crianças.

Como selecionar histórias para ler ou contar?

Segundo Luiza Lameirão, existem dois tipos de histórias: aquelas que servem de alimento para a alma, permitindo a transmissão de valores e de imagens arquetípicas fundamentais para a construção da subjetividade; e aquelas que servem para despertar o raciocínio e o interesse da criança para formas de agir e estar no mundo.

- são chamadas histórias matéria - importantes para a estruturação dos aspectos objetivos de nossa personalidade. Estas últimas devem ser selecionadas de acordo com o desenvolvimento cognitivo do ouvinte porque exigem maior compreensão racional e analítica.

Como se aprende a contar histórias?

Em cursos de capacitação pode-se adquirir as competências necessárias para se contar histórias, aprendendo as técnicas básicas de voz, gesto, materiais de apoio, dentre outras.
Podemos destacar algumas orientações básicas para contar histórias:

- Escolha leituras que tenham ligação direta com o sexo, a idade, o ambiente familiar e o nível sócio econômico da clientela.
- Incentive as crianças diariamente, contando pequenas histórias sem mesmo ter o livro nas mãos.
- Use entonação de voz atraente, sem exageros, faça suspense, faça drama, se emocione, expresse sua opinião sobre o tema e dê oportunidade para que a criança também apresente sua opinião.
- Enriquecer a narração com ruídos (onomatopéias) como miau! Au! Au!
- Movimente o corpo (olhos, mãos e braços), mas sem exageros.
- Evite cacoetes como: aí... então... entenderam... não é?
- Crie a "hora da história". Na escola, um bom horário é após o recreio para acalmar a turma; em casa pode ser à noite, antes de dormir;
- Determine um dia ou horário para cada aluno ler ou contar uma história. Não force mingúem.
- Em casa, estimule a criança a recontar a história que ouviu; compre livros, dê livros de presente em aniversários, natal e outras festividades;
- Sempre que possível sente-se no nível das crianças.
- Explique quando necessário, o significado das palavras novas.
- Preserve a atenção das crianças no local em que a história está sendo contada. (muito barulho, pessoas estranhas interrompendo, etc.).

Quais as implicações psicopedagógicas do ato de contar histórias?

A história, como já foi dito, possibilita a articulação entre objetividade e subjetividade, espaço " entre " no qual se situa o trabalho psicopedagógico. É, portanto, um recurso que pode ser usado tanto no diagnóstico como na intervenção psicopedagógica em instituições e na clínica. O conteúdo mítico, as ações praticadas pelos personagens, os valores morais implícitos na narrativa, permitem projeções que facilitam a elaboração de questões emocionais, muitas vezes expressas como sintomas que se apresentam na aprendizagem. A compreensão dos enredos, a análise dos conteúdos, a estrutura lingüística subjacente ao texto, permitem ao profissional investigar questões cognitivas presentes nas dificuldades do processo de aprendizagem.
Como recurso psicopedagógico a história abre espaço para a alegria e o prazer de ler, compreender, interpretar a si próprio e à realidade.


Cláudia Marques Cunha Silva - Mestra em Engenharia de Produção com ênfase em Mídia e Conhecimento pela UFSC; Psicopedagoga, coordenadora do Núcleo Sul Mineiro da ABPp; Docente de vários cursos de Pós-Graduação em Psicopedagogia no sul de Minas, tais como: UNINCOR, UNIVAS, UEG-Campus Divinópolis, UCAM, UVA (Convênio com Aprender-atividades integradas) e FEFC- Formiga.

http://www.profala.com/artigopsicopedagogia5.htm

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Melhorando o Astral

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Um monte de pequenos fatos e acontecimentos em nossa vida pode gerar um estado de melancolia. E alguns deles simplesmente não dependem de nós. O que de fato está sob seu controle? Ter atitudes inteligentes que revigorem seu estado físico e mental quando o caminho estiver acidentado. E muitas vezes a possível solução está bem perto de você: na cozinha. Embora não seja possível abrir a porta da despensa e fazer saltar dela o bom humor, alguns itens dali podem ajudar:
1. Consuma peixes: O ômega-3 influencia os neurotransmissores cerebrais responsáveis pela “felicidade” e reduzem as inflamações que podem danificar as células cerebrais. Peixes ricos em ômega-3: sardinha, salmão, atum, arenque.
2. Incremente a vitamina B6: Os sintomas da deficiência desse nutriente incluem fadiga e mal-estar. Fontes ricas em vitamina B6 incluem: atum, salmão (eles de novo aqui!!), cogumelos secos do tipo crimini e linhaça.
3. No café da manhã, consuma um cereal enriquecido com ácido fólico: Cerca de 40% das pessoas que recebem diagnóstico de depressão apresentam deficiência de ácido fólico. Outras fontes de folato (o ácido fólico na forma naturalmente encontrada nos alimentos): lentilha e grão-de-bico.
4. Mergulhe na vitamina do sol: O corpo utiliza a luz solar para fabricar a vitamina D, que na realidade é um hormônio, não uma vitamina. Baixos níveis de vitamina D são comuns em pessoas deprimidas, ao passo que as pessoas alegres apresentam níveis mais elevados dessa vitamina. Aproveite a felicidade de morarmos num país tropical e termos sol abundante!!
5. Salpique castanha de caju nos cereais: Os níveis sanguíneos de zinco nas pessoas deprimidas também são mais baixos. Os cereais matinhas enriquecidos também fornecem zinco. Acrescentando mais 30 g de castanhas de caju, você ganha um reforço extra desse mineral.
6. Saboreie um chocolate para levantar seu astral: O chocolate amargo interage com os mensageiros químicos do cérebro responsáveis por regular o humor.

A dieta dos shakes

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A dieta dos shakes concilia shakes para emagrecer e uma alimentação balanceada. O método consegue enxugar até 4 kg em 5 dias. A bebida pode substituir o almoço ou jantar, e não as duas refeições. Na dieta dos shakes, também não é indicado ficar mais de 48h apenas na base dos shakes para emagrecer. Esta é uma dieta de emergência, por isso não pode ser seguida por muito tempo, ok?
Esse tipo de bebida é estratégico para acelerar o metabolismo de quem já vem fazendo uma alimentação com restrição calórica e viu a perda de peso se estabilizar (o que chamamos de setting point), resultado da adaptação do metabolismo ao regime.

O shake resolve esse problema, pois é capaz de acelerar o gasto metabólico novamente e dar nova força ao emagrecimento", explica a especialista.
Entre tantos benefícios, o melhor de todos é que essa técnica faz sumir a barriga logo de saída. Em geral a primeira gordura que o organismo libera no emagrecimento é mesmo a dessa região. Mas com os shakes isso acontece ainda mais rapidamente por eles serem ricos em fibra solúvel (a Goma Guar, que é vendida em farmácias e melhora o colesterol, o índice glicêmico e o intestino) e terem baixa quantidade de açúcares simples, os maiores causadores da indesejada barriguinha. Abdômen sequinho

A nutricionista informa ainda que acrescentando lactobacilos à bebida, a redução da área será mais acelerada, já que eles auxiliam a flora intestinal e previnem a prisão de ventre.

Mesmo depois de secar o shape, a perda de peso continua de forma consistente porque a dieta do shake é restrita, ou seja, oferece poucas opções alimentares e isso reduz as chances de sair dela. Eneida cita outra característica do método: "É menos calórico do que um regime convencional, por isso seu resultado é imediato". Porém a nutricionista alerta que esse tipo de menu só pode ser seguido durante 7 dias. "Depois disso é preciso continuar o processo de reeducação até alcançar e manter o corpo desejado", diz.

saudesemsacrificio.blogspot.com.br

Beneficios de beber agua com limao

8 Benefícios de beber água com limão em jejum e como prepará-la


É cada vez maior o número de pessoas que estão adotando o bom hábito de beber água com limão em jejum. Demonstrou-se que esta bebida tão econômica e tão fácil de preparar tem importantes benefícios curativos e protetores que ajudam a combater e prevenir diferentes problemas de saúde física e mental, e por isso é uma ótima forma de começar o dia.
A água com limão em jejum é uma bebida rica em propriedades antivirais, antibacterianas e antimicrobianas que ajudam a combater uma grande quantidade de vírus, bactérias e micro-organismos que afetam a nossa saúde. Além disso, somente duas colheres de limão oferecem 23% das quantidades diárias recomendadas de vitamina C, fundamental para fortalecer o sistema imunológico e prevenir doenças.
Se você ainda não conhece todos os benefícios que a água com limão em jejum oferece para a saúde, não perca os seguintes 8 benefícios e a receita para prepará-la.

Hidratação

Durante a noite, nosso corpo perde hidratação e é necessário repor líquidos bebendo água na primeira hora do dia seguinte. A água com limão em jejum é uma boa forma de nos hidratarmos e de nos beneficiarmos das propriedades do limão para o organismo.

Previne infecções urinárias

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A água com limão tem propriedades antivirais, antibacterianas e antimicrobianas que ajudam a prevenir e combater as infecções urinárias. Beber todos os dias esta água em jejum ajuda a eliminar as bactérias prejudiciais presentes no trato urinário.

Ajuda a perder peso

O consumo de água com limão em jejum ajuda a melhorar o trânsito intestinal lento, o que facilita a eliminação de toxinas presentes no organismo. Além disso, beber água com limão em jejum proporciona mais saciedade durante o dia, e evita que consumamos calorias em excesso.

Equilibra o pH do corpo

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Por seu alto teor de ácido cítrico, o limão é um dos melhores aliados para restabelecer o pH do corpo. Alimentos como os refinados, os açúcares, aditivos ou corantes, entre outros, acidificam o corpo e o tornam mais propenso a doenças. A água com limão em jejum é um excelente remédio natural para reduzir essa acidez.

Fortalece o sistema imunológico

A vitamina C fornecida pelo limão é fundamental para fortalecer o sistema imunológico. Beber diariamente água morna com limão é uma ótima maneira de aumentar as defesas do organismo e prevenir doenças.

Melhora a digestão

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O consumo de água com limão em jejum ajuda a melhorar a digestão, previne a prisão de ventre e é útil para aliviar os transtornos digestivos e estomacais como, por exemplo, a diarreia, gases e flatulências, a acidez estomacal e as digestões pesadas.

Ajuda a depurar o organismo

Nosso corpo acumula todos os dias uma grande quantidade de toxinas provenientes da alimentação, da contaminação ou dos químicos, entre outros fatores, que podem afetar a saúde e impedir o correto funcionamento dos órgãos vitais. O consumo diário de água com limão em jejum ajuda a depurar o organismo, eliminando todas estas substâncias tóxicas que podem nos causar dano. Além disso, ajuda a combater os radicais livres e previne o envelhecimento precoce.

Mantém a beleza da pele

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A água morna com limão oferece ao organismo uma quantidade significativa de antioxidantes, fundamentais para proteger a pele e prevenir o seu envelhecimento. A vitamina C é essencial para a produção de colágeno da pele e também ajuda a conservar a sua elasticidade. Além disso, hidrata a pele e ajuda a prevenir problemas como a acne.

Como preparar água morna com limão?

Fazer água morna com limão para beber em jejum é algo simples e não requer muito esforço. Em apenas dois minutos você terá pronta esta bebida refrescante e saudável.

Ingredientes

  • 1 copo de água (250ml)
  • 1 limão orgânico

Preparo

Aqueça a água em uma panela, mas sem deixar que ferva. Enquanto isso, extraia o suco do limão em um copo e reserve-o. Quando a água estiver pronta, acrescente-a ao copo com suco de limão e misture tudo muito bem. Beba esta bebida morna todas as manhãs imediatamente depois de acordar.
Lembre-se de que você não deve acrescentar nenhum tipo de adoçante, já que isso a tornaria menos saudável.
http://melhorcomsaude.com/8-beneficios-beber-agua-limao-jejum-prepara-la/?utm_content=buffer375a3&utm_medium=social&utm_source=plus.google.com&utm_campaign=bufferv

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Como combater o sono da tarde no trabalho


sono-da-tarde 

São duas horas da tarde. Você voltou do almoço agora há pouco e seus olhos parecem não obedecer a seus comandos. Eles se fecham com tanta facilidade que fica difícil terminar a planilha que está aberta na tela do seu computador. Sim, o sono da tarde chegou e seu corpo não quer resistir. Mas o trabalho lhe chama e seria constrangedor cochilar na frente de seus colegas de trabalho ou, pior ainda, de seu chefe.
Se você se identificou essa cena, este post é para você. Confira a seguir cinco dicas para combater o sono da tarde no trabalho (sem se encher de café):
sono-caminhada 
1. Quando o sono bater, levante e caminhe por cinco minutos pela empresa. Além de afastar o sono, ajuda na circulação. Dica: aproveite para conversar com um colega de trabalho pessoalmente sobre determinado projeto.
sono-fruta 
2. Coma uma fruta. Isso vai lhe dar energia e comunicar ao seu corpo que ele está em plena atividade. O ideal é comer uma fruta mais leve, como maçã.
sono-rosto 
3. Esta é básica: lave o rosto. As mulheres evitam fazer isso no trabalho por causa da maquiagem, mas, acredite, jogar uma água fresca no rosto vai não só aliviar o sono, como proporcionar uma sensação relaxante e renovar as energias.
sono-telefone 
4. Telefone para um amigo. É claro que você não vai ficar meia hora ao telefone, mas uma conversa de 5 minutos vai animá-lo e afastar a sonolência, de modo a ajudá-lo a voltar ao batente!
sono-alongamento 
5. Faça um exercício respiratório e um alongamento. Inspire e expire devagar cinco vezes e alongue braços e pernas. Se possível, coloque-se de pé na sua baia e tente alcançar os pés com as mãos.

http://blog.selecoes.com.br/como-combater-o-sono-da-tarde-no-trabalho/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=maisselecoes250615

Após fugir, cachorra abandonada segue pai e filho e é adotada por eles

25/06/2015 18h02 - Atualizado em 25/06/2015 18h19

Após fugir, cachorra abandonada segue pai e filho e é adotada por eles

Fêmea fugiu de casa de jovem que o resgatou após abandono, em Sorocaba.
Nova família acertou com garota, que procurava alguém para ficar com o cão.

Tássia LimaDo G1 Sorocaba e Jundiaí
Karina, o filho, o gatinho doente, Serena e Amanda (Foto: Arquivo Pessoal)Karina, o filho, o gatinho doente, Serena e Amanda (Foto: Arquivo Pessoal)
A cachorrinha que foi abandonada por um motorista no último domingo (21), na Zona Oeste de Sorocaba (SP), já ganhou um novo lar. A fêmea, que recebeu o nome de Serena, foi adotada nesta quinta-feira (25) por uma família que se diz apaixonada por animais. "Sempre gostei e ensino para os meus filhos esse respeito pelos bichos. Eles já dizem que ganharam mais uma irmã", diz a nova "mãe" de Serena, Karina Basaldua Chirai.
Karina, o filho e Bruna com Serena (Foto: Arquivo Pessoal)Karina, o filho e Bruna com Serena
(Foto: Arquivo Pessoal)
"Meu marido e meu filho estavam andando a pé pela Avenida Américo de Carvalho [continuação da Rua Capitão Bento Mascarenhas Jequitinhonha] e a cachorra começou a segui-los. Meu marido sorriu para ela e ela se sentiu à vontade para entrar em casa", conta Karina.
A trajetória da cachorra, do abandono à adoção, foi turbulenta. Ela foi resgatada por uma jovem que viu quando um veículo parou na Rua Capitão Bento Mascarenhas Jequitinhonha, colocou o animal para fora e foi embora. "O carro parou e a porta do passageiro foi aberta. De repente, a cachorra saltou. Minha amiga ainda disse: ‘Não acredito que estou vendo isso’. Quando olhei, vi a cachorra já na calçada, visivelmente perdida. O carro então arrancou, mas a cachorra tentou segui-lo", contou Amanda Pires ao G1.
Comovida, a analista de marketing digital seguiu e resgatou o animal, que foi levado para a casa da amiga que também testemunhou o abandono, Bruna Assaf, no bairro Mangal. A cachorra recebeu o nome de Serena e foi colocada no quintal, protegida por um portão lateral que dá acesso à garagem e pelo próprio portão da garagem. Porém, no dia seguinte, Bruna saiu para trabalhar e, quando voltou, Serena havia desaparecido. "Um vizinho da frente disse que tinha visto ela na rua de manhã. Deixei meus contatos com várias pessoas para que, se alguém a encontrasse, ligasse para mim", relata.
Desesperada, Bruna saiu à procura da cachorra, mas não teve sucesso. O que ela não sabia era que Serena havia voltado para perto do local onde havia sido abandonada e já estava com Karina, que acreditava estar "hospedando" um animal perdido. 
Enquanto isso, Bruna e Amanda ainda buscavam desesperadamente notícias do animal. "A gente se sentiu responsável, porque a gente que tirou ela da rua", diz Amanda. As duas só souberam que Serena estava bem quando uma pessoa viu a publicação uma Karina e avisou Bruna. Ela acionou Amanda e a dupla foi até a casa da família visitar a cachorra. "Orei para Deus pedindo que colocasse uma pessoa boa no caminho da Serena. Ele me ouviu e colocou cinco: a Karina, o marido e os três filhos. Eles amam animais, são a família certa para ela", afirma Amanda.
Quando soube da história do abandono, Karina ficou comovida e, junto com a família, decidiu ficar com a cachorra. "Ela é muito obediente, muito boazinha. Chegou aqui com o olhar triste, mas meus filhos se encantaram com ela e não largam mais. O olhar dela já está mudando", conta a dona de casa, que tem dois meninos, de cinco e 11 anos, e uma menina de sete.
Agora, Serena divide espaço com outro cachorro e os três gatos da família - todos adotados. Um dos felinos, inclusive, tem problemas neurológicos e precisa de cuidados especiais. Mas se engana quem pensa que a doença só se manifestou após a adoção. Segundo Karina, esse foi exatamente o motivo que a fez se apaixonar pelo bichinho. "Fui até um abrigo de animais e encontrei esse gatinho. Fiquei uma semana sonhando com ele e não resisti. Voltei lá e o trouxe para casa", relembra.
http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2015/06/apos-fugir-cachorra-abandonada-segue-pai-e-filho-e-e-adotada-por-eles.html
Cachorra passou por dois portões para conseguir fugir (Foto: Arquivo Pessoal)Cachorra passou por dois portões para conseguir fugir (Foto: Arquivo Pessoal)

terça-feira, 16 de junho de 2015

Água mineral de garrafa: os perigos da contaminação



A água mineral engarrafada é a bebida cujo consumo mais cresce no mundo. A água mineral é refrescante, sem calorias, fácil de carregar, mais saborosa que algumas águas de filtros comuns e muito mais saudável que os refrigerantes. Dados da Associação Internacional de Águas Engarrafadas revelam que a demanda brasileira pelas águas engarrafadas cresce mais de 7% ao ano. E o Brasil já é o 4º maior mercado, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, do México e da China. No entanto, cada vez mais gente se pergunta se a água mineral e a embalagem em que ela é vendida são seguras ou, ao menos, mais seguras do que a água do filtro – e se tal conveniência vale o impacto ambiental.

O que há na garrafa de água mineral?

Nomes e rótulos atraentes e que evocam paisagens imaculadas nos convenceram de que a água mineral é a bebida mais pura do mundo. “Mas ninguém deve pensar que a água engarrafada é mais regulamentada, protegida ou segura do que a água da torneira”, afirma Margaretha van Weerelt, chefe do Laboratório de Microbiologia Aquática do Instituto de Biologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) . “As agências concessionárias são obrigadas a entregar em sua casa água apropriada para o consumo”, diz.

Algumas águas engarrafadas vêm de fontes cristalinas e outros mananciais intocados – mas não todas. A Aquarius, da Coca-Cola; a Cristale, vendida no Sul do país; e a São Francisco, comercializada no Nordeste, são alguns exemplos.

A lei brasileira não proíbe o engarrafamento de águas provenientes de fontes artificiais, mas determina que as empresas que utilizam essas fontes dêem o tratamento e a mineralização adequados à água antes da comercialização.

Água mineral pirata

Nesta etapa, um dos maiores perigos para o consumidor é a água mineral "pirata" - que não foi fiscalizada pelos órgãos responsáveis e pode vir de fontes contaminadas por substâncias tóxicas ou microrganismos.

Em caso de dúvida, a Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais (Abinam) aconselha que se procure no rótulo o número de registro no Ministério da Saúde, bem como o endereço completo da fonte.

No entanto, não dá para confiar cegamente nos rótulos. A Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais lida todos os anos com casos de rotulagem inadequada. “As irregularidades mais encontradas são dados incorretos ou incompletos, como ‘Não contém glúten’”, explica Alessandra Alves Cury, especialista em Políticas de Gestão da Saúde da Superintendência de Vigilância Sanitária do Estado de Minas Gerais. Em 2000, um caso chamou a atenção. “Uma das indústrias solicitou o registro de água “diet”, conta. “Outro aspecto é o surgimento de produtos do tipo ‘Preparado Líquido Aromatizado’ e ‘Refrigerantes de Baixa Caloria’, que podem confundir o consumidor quanto à sua verdadeira natureza”, adverte ela.

A controvérsia não é apenas sobre a água engarrafada individualmente; a maioria das pessoas também bebe água de garrafão, seja no trabalho ou em casa.

Em 2006, a Pro Teste, organização não-governamental de defesa do consumidor, testou 15 marcas de água de garrafão vendidas no país. O resultado não foi negativo, mas preocupante: embora 80% não revelassem grandes problemas, os rótulos das águas de garrafão continham informação incompleta e quantidade errada de minerais, além de não mostrarem a data de validade ou instruções para conservação.

Outras três marcas de água de garrafão apresentaram a bactéria Pseudomonas aeruginosa. Ela não oferece risco, a princípio, para quem está saudável de modo geral, mas o achado representa falha no processo de desinfecção.

A contaminação da água mineral em garrafas é mundial

A contaminação da água engarrafada desde a sua fonte é tema preocupante também em outros países. A ONG americana Natural Resources Defense Council (NRDC) descobriu que amostras de duas marcas de água mineral estavam contaminadas por ftalatos, em um dos casos, excedendo os padrões para água potável da EPA, Agência dde Proteção Ambiental dos Estados Unidos. Essas substâncias químicas – utilizadas para tornar os plásticos maleáveis, e que são encontradas em cosméticos e fragggggggrâncias, cortinas de chuveiro e até brinquedos de bebês – estão sob investigação cada vez mais minuciosa. Elas são interferentes endócrinos, que bloqueiam ou imitam os hormônios humanos, afetando as funções normais do corpo.

Quando expostos a níveis muito elevados de ftalatos durante os períodos críticos do desenvolvimento, fetos masculinos podem sofrer malformação nos órgãos reprodutores, inclusive a ausência de descida dos testículos. Especialistas relacionam os ftalatos à baixa contagem de espermatozóides.

As garrafas de água mineral não contêm essa substância química, o que significa que os ftalatos detectados pelo NRDC provavelmente entraram na água durante o processo de engarrafamento, ou estavam presentes na fonte original (também já foram encontrados ftalatos em água da torneira).


Legislação da água mineral engarrafada

As leis brasileiras são rigorosas quanto ao comércio de água mineral engarrafada. O produto está sujeito à fiscalização desde a sua captação até o consumidor final. O Departamento Nacional de Produção Mineral autoriza e monitora a exploração das fontes de água mineral no país. Para comercializá-la, a empresa deve cumprir à risca os padrões de qualidade determinados pelo órgão responsável, limitando-se a explorar apenas o que for concedido e sendo responsável pela mão-de-obra, pelos recursos e pela embalagem do produto. É preciso ainda registrar a água na Anvisa e no Ministério da Saúde.

Desde 2000, a Anvisa promove análises periódicas da qualidade de alimentos, o que inclui a água mineral engarrafada. Mas as ações de inspeção sanitária são responsabilidade dos órgãos estaduais e municipais. Só nos últimos dois anos, foram realizadas mais de 16 mil inspeções.

Quando uma marca é reprovada, os órgãos competentes adotam medidas legais para prevenir possíveis danos à saúde da população e impedir que o produto circule, ou então interrompem seu processo de fabricação. Dependendo do risco envolvido, a Anvisa pode adotar medidas de intervenção em âmbito nacional.



Os problemas do plástico para a natureza

A maioria das águas minerais vem em garrafas de tereftalato de polietileno, indicado no fundo da embalagem por um número 1, PET ou PETE. As garrafas, em geral, são seguras, afirma Hermes Cortesini, porta-voz da Abipet (Associação Brasileira da Indústria do PET).

“A resina PET é inerte, e só quando submetida a altas temperaturas, como em uma incineração não-controlada, pode liberar componentes químicos. Seu único problema é a durabilidade: o descarte indevido prejudica o meio ambiente porque o material não é absorvido pela natureza.”



Como armazenar e transportar galões e garrafas de água mineral

As altas temperaturas, no entanto, não são o único risco potencial; o local onde armazenamos as garrafas de água e outros itens que guardamos juntos no mesmo espaço também podem causar problemas. Especialistas aconselham a não armazenar água na garagem, sob o sol, perto de fumaça de gasolina, pesticidas e outros produtos químicos que poderiam, no mínimo, afetar o cheiro e o gosto da água.

“O mesmo cuidado vale para a loja onde o consumidor costuma comprar o galão ou a garrafa. Não compre em postos de gasolina, onde as embalagens ficam expostas a combustíveis, ou armazenadas em locais pouco limpos”, aconselha o professor Delmo Vaitsman, coordenador do Laboratório de Desenvolvimento Analítico do Instituto de Química da UFRJ.

O professor afirma que o problema não está só na armazenagem, mas no jeito como transportamos a água. Muitas pessoas bebem água comprada em galão e deixada num carro quente, horas a fio. “A exposição ao sol, desta maneira, altera o equilíbrio químico, especialmente se for uma água mineral da fonte. Isso não tem a ver com a garrafa, mas com os componentes que já estavam na água quando ela foi recolhida.” Segundo ele, a exposição ao sol também é o motivo pelo qual, por exemplo, há formação de limo em alguns bebedouros. “Essas algas não fazem mal, mas o consumidor sente uma repulsa inicial, e pensa que a água está estragada, imprópria para o consumo.”

Mas, a exemplo de outros debates sobre produtos químicos, ainda não sabemos quais os riscos exatos para a saúde que as embalagens de plástico e o armazenamento equivocado da água mineral podem oferecer.

Enquanto isso, pesquisadores no mundo inteiro já levantaram bandeiras de advertência com relação a certas substâncias químicas específicas. O antimônio, por exemplo, é um produto químico potencialmente tóxico utilizado na fabricação do PET. Ano passado, cientistas da Alemanha descobriram que, quanto mais tempo uma garrafa de água fica armazenada (na loja ou em casa), mais antimônio desenvolve. Altas concentrações de antimônio podem causar náusea, vômitos e diarréia. No estudo, os níveis encontrados eram inferiores aos considerados seguros pela EPA, mas trata-se de um tópico que requer mais pesquisas.

Em julho de 2007, um comitê dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH) concordou que o bisfenol A (BPA), produto químico encontrado no policarbonato (utilizado na fabricação de garrafões de água para resfriamento, garrafinhas de água de uso esportivo e outros plásticos rígidos, mas não do PET), pode causar problemas neurológicos e comportamentais em fetos, bebês e crianças.

Outra pesquisa, patrocinada pelos NIH, descobriu que o risco era ainda maior, afirmando que a exposição de adultos aos efeitos do BPA provavelmente comprometeria o cérebro, o aparelho reprodutor feminino e o sistema imunológico.



Qual é o custo da água mineral de garrafa PET para o ambiente?

É importante conhecer os riscos potenciais para a saúde do indivíduo, mas a água engarrafada também afeta a saúde do planeta.

“A água engarrafada é um negócio em expansão, e isso traz grande impacto ambiental, que pode ser evitado pelo simples gesto de se beber mais água do filtro”, adverte Wagner Victer, presidente da Companhia de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae). Enquanto lutamos para reduzir o consumo de combustíveis fósseis, a água engarrafada faz com que ele aumente. As garrafas de PET são feitas de petróleo e, quanto mais garrafas utilizarmos, mais petróleo será necessário para encher, distribuir e produzir novas embalagens.

Cortesini assinala que não é só a água, mas também sucos, refrigerantes e outras bebidas engarrafadas em recipientes plásticos que contribuem para aumentar esses resíduos. “Muito está sendo feito para que a reciclagem não só aproveite esses materiais, como a própria indústria de alimentos utilize mais material reciclado em suas embalagens. No entanto, hoje, são poucas as empresas que obedecem aos padrões determinados recentemente pela Anvisa para a fabricação de embalagens plásticas a partir deste processo.”

Grande parte do apelo da água engarrafada está nas convenientes garrafinhas de uso individual. No entanto, menos de 20% delas são usadas mais de uma vez, de acordo com estimativas do Instituto Americano de Reciclagem de Recipientes. As garrafas restantes são jogadas em praias, ao longo de rodovias e em aterros sanitários, onde podem permanecer por mil anos.

Enquanto o percentual de plástico PET reaproveitado ainda é considerado baixo até em países desenvolvidos, o Brasil está fazendo sua parte de forma invejável. Estudos preliminares realizados pela Abipet indicam que, só em 2007, a reciclagem das embalagens de PET no Brasil teve um aumento de 18,6% em comparação com o ano anterior, chegando a 53%.

Isto significa que 230 mil toneladas do produto receberam destinação adequada, acima das 194 mil toneladas registradas em 2006. “A perspectiva é de que, no balanço deste ano, a ser divulgado em dezembro, este percentual chegue a 60%, mais próximo de países como Alemanha e Japão, onde a separação do lixo é obrigatória. Com a diferença de que, aqui, os próprios empresários trabalham em parceria direta com os recicladores, reaproveitando o material internamente, mais do que em qualquer outro país do mundo”, revela Cortesini.

É um bom começo, mas sempre é preciso fazer mais – tanto da parte deles quanto da nossa.



Beba água da maneira correta, para beber água sempre

Preocupado(a) com o preço que seu hábito de beber água engarrafada cobra da Terra? Siga essas 5 dicas para o consumo ecologicamente correto da água.

Dica 1 - Use o filtro para tornar a água potável

Se sua água vem do poço, examine a qualidade dela uma vez ao ano. Em vários Estados brasileiros, a escavação indiscriminada de poços é proibida, pois pode prejudicar os lençóis de água potável, além de haver risco de contaminação por esgoto não-tratado. Se a água vier de fonte pública, verifique o relatório de qualidade, emitido pela concessionária responsável pelo abastecimento de sua cidade. Ela é obrigada, por lei, a fornecer estas informações, seja por meio de divulgação na imprensa ou na própria conta de água. Leia com atenção para assegurar-se de que sua água atende às especificações gerais e não apresenta elementos contaminadores. Para mais detalhes, acesse o site da Agência Nacional de Águas, responsável pela regulamentação das concessionárias: ana.gov.br.


Dica 2 - Leve água em um cantil ou squize e beba durante o dia

Leve sua água filtrada num recipiente reutilizável de aço inoxidável, vidro ou alumínio, e lave-o sempre que for usá-lo de novo. Alguns vêm com uma prática alça para transporte. O preço pode variar bastante. O modelo usado pelo Exército costuma ser mais barato, mas é possível achar cantis mais apropriados para determinados tipos de esporte. O preço varia entre R$ 12 e R$ 60.


Dica 3 - Verifique o bebedouro ou o filtro do escritório

Se sua empresa usa um filtro tipo purificador ou ozonizador, procure saber se ele funciona corretamente e se a manutenção periódica é feita de seis em seis meses, ou conforme o recomendado pelo fabricante. No caso de bebedouros com garrafões de plástico, fique atento: o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) baixou uma portaria em setembro com normas para produção e uso dos garrafões, limitando sua vida útil em três anos.


Dica 4 - Examine o rótulo da água de garrafa

Quando tiver de levar água engarrafada, escolha marcas reconhecidas pelo DNPM e pela Anvisa. Examine a garrafa. Caso tenha dúvida, procure os órgãos responsáveis para ver se o registro é válido.


Dica 5 - Evite consumir água exposta a altas temperaturas.

Não beba água de galão que tenha sido exposta a altas temperaturas, e não reutilize garrafas plásticas por muito tempo. Use garrafas de vidrrro na geladeira. Prefira recipientes de vidro aos de plástico.


Posso beber água da bica?

A água que sai de sua torneira provavelmente é segura. Em geral, as toxinas existentes na água potável não ultrapassam os limites considerados saudáveis pelo Ministério da Saúde, mas ainda há margem para preocupações. De um gosto esquisito à contaminação por chumbo oriunda de canos velhos, sua água pode ter adquirido coisas nocivas ao longo do caminho.



O que há de errado com o gosto da água da minha casa?

Algumas regiões do país estão sujeitas a determinadas toxinas, como despejo de fazendas e subprodutos industriais, como arsênico, que podem ocorrer de maneira natural no ambiente.

Se a cor mudar, ou o cheiro ficar muito ruim, entre em contato com a concessionária que atende o seu município. O procedimento varia, mas, em geral, será feita a testagem da água para determinar se o problema vem da concessionária ou da sua residência. Você também pode procurar o órgão responsável pelos recursos hídricos do seu Estado para obter mais informações, ou a agência reguladora correspondente, se houver.


Compre um filtro

As opções variam: jarras purificadoras, filtros de mesa com carvão ativado e unidades montadas na própria torneira, instaladas sobre a pia. Procure um modelo aprovado pelo Inmetro e limpe-o de acordo com as especificações do fabricante.


Faça você mesmo: água tratada

O gosto da água tratada com cloro é ruim? Ponha água numa jarra transparente de vidro e guarde-a descoberta na geladeira por 24 horas para que o cloro se dissipe no ar.


O que você precisa saber sobre o flúor

A maioria das águas engarrafadas não tem adição de flúor (se tiver, isso será mencionado no rótulo). As crianças estão consumindo cada vez mais água engarrafada e menos água do filtro fluoretada, o que pode estar relacionado a um aumento dos problemas dentários. Suzana Beatriz Fúcio, professora de Odontologia da Universidade Federal do Paraná, tranqüiliza os pais. “O uso de dentifrício uma vez ao dia fornece a quantidade adequada de flúor para a proteção dos dentes da criança”, afirma ela. “Além disso, quase toda a água fornecida por vias públicas no país é fluoretada, com exceção de áreas rurais ou que não dispõem de saneamento. Mesmo sem consumi-la diretamente, toda a família tem contato com a água fluoretada, seja ao comer alimentos preparados com ela, ou ao utilizá-la para bochechos durante a escovação."

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