terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Seis tipos de plantas funcionam como repelentes naturais de insetos


Citronela


 

 

 

 

 

 

 

Citronela (foto) é uma delas. Opção é eficiente e mais sustentável que o uso de repelentes químicos

Plantar uma semente, regá-la, introduzir terra e acompanhar seu crescimento. Todas essas são práticas que os amantes de plantas adoram realizar - muitas vezes as encaram até como terapia. No entanto, certas plantas atraem insetos, que podem inibir o próprio crescimento dos vegetais ou trazer transtornos por causa de sua grande concentração e reprodução.
Uma possível solução passa pelo uso de pesticidas e repelentes, se não fosse o fato de que eles são nocivos não só para as plantas, mas para a saúde humana, pois contêm substâncias tóxicas. A melhor opção, mais saudável e ecológica, é criar plantas que repelem insetos em seu jardim, principalmente em locais com grande incidência de insetos. Dê uma olhada:

Lavanda

Além de ser uma planta que pode perfumar ambientes internos, devido ao seu cheiro adocicado, e decorá-los, por causa de sua beleza, a lavanda ajuda a espantar mosquitos;

Citronela

Outro excelente repelente natural contra mosquitos, principalmente os borrachudos e os pernilongos. Caso seja combinada com outras duas plantas repelentes naturais, a erva do gato e a cascata gerânio, o efeito se torna mais potente ainda;

Hortelã

Basta plantar várias em torno do seu jardim que as formigas não vão mais incomodar suas plantas. Aproveite para ver aqui outra forma de se livrar das formigas em casa sem usar pesticidas;

Crisântemo

Ajuda a manter baratas, percevejos, pulgas e carrapatos afastados;

Manjericão

O cheiro forte da planta afasta moscas e mosquitos;

Alecrim

Também repele os mosquitos e pode ajudar a manter gatos afastados de locais em que a presença deles seja indesejável, como numa caixa de areia destinada para o lazer de crianças. Basta colocar algumas folhas de alecrim no local - os gatos não gostam do cheiro.

http://www.ecycle.com.br/component/content/article/67-dia-a-dia/1575-seis-tipos-de-plantas-funcionam-como-repelentes-naturais-de-insetos.html

domingo, 11 de janeiro de 2015

21 atributos e atitudes que podem impulsionar sua carreira

 
 
Se você tivesse oportunidade de ouvir os segredos sobre carreira de um diretor de Rh de uma gigante, quais segredos imagina que existam para crescer numa empresa? E se for uma empresa como a Volvo do Brasil?
Eu queria muito que algum expert me “pegasse pela mão” quando eu era novo e me ensinasse algumas verdades. Porém, isso é quase impossível e o que mais se aproxima dessa sorte são essas “listas de dicas” que esses diretores divulgam.
Uma destas eu extraí do livro do Carlos Morassutti, diretor da Volvo. Não é de minha preferência copiar publicações, mas antes compartilha-las do que subaproveitá-las, camuflando em algum outro lugar. Ao menos, a fonte leva os devidos créditos. Seguem suas dicas:
Sobretudo, considero especiais as dicas 1, 5, 7 e 11.
  1. Expressar-se com clareza e objetividade. Saber vender ideias. Focar nas questões certas. Ir direto ao ponto, sem rodeios.
  2. Ser capaz de transitar em qualquer meio e de adaptar-se ao contexto. Ter comportamentos condizentes com a situação.
  3. Participar de projetos que extrapolem a sua área de atuação, tanto na empresa quanto fora dela. Além de estimular o desenvolvimento esses projetos funcionam como uma vitrine para expor competências e habilidades.
  4. Ter orientação para resultados. Ser capaz de corresponder às expectativas e ir além delas. A criatividade é sempre muito valorizada.
  5. Gostar de desafios. Buscar a superação constantemente. Ir além do cansaço.
  6. Ter o desejo autêntico de fazer as coisas acontecerem. Buscar os meios para chegar lá. Não esperar que tudo caia do céu.
  7. Ser persistente e obstinado. Manter-se firme em seus propósitos, apesar das dificuldades que possam surgir. Estar ciente de que sempre haverá um preço a pagar ou uma renúncia a fazer.
  8. Ter poder moral, independentemente de ter poder formal. A autoridade tem que ser reconhecida. Não basta ser atribuída. E isso é algo que se conquista. Ninguém dá.
  9. Ter uma conduta ética e moral que sirva de exemplo e referência para os demais.
  10.  Preocupar-se com os custos e, ao mesmo tempo, com as receitas. Considerar o aspecto cíclico dos negócios. Ter flexibilidade e agilidade para lidar com os altos e baixos do segmento.
  11. Desapegar-se de títulos e outros símbolos de status. Eles podem vir como um reconhecimento ou não. Não devem ser uma meta em si.
  12.  Investir no autoconhecimento. Conhecer principalmente seus pontos fortes e explorá-los.
  13. Ter autocontrole. Quem não consegue gerenciar a si mesmo não conseguirá liderar os demais.
  14. Tratar as pessoas como gostaria de ser tratado, independentemente da posição que elas ocupam.
  15. Ter boa autoestima. Gostar de si para poder gostar dos outros.
  16. Aprender com tudo e com todos. Com os próprios erros e com os erros dos outros.
  17. Ser capaz de desenvolver líderes na equipe e não apenas seguidores.
  18. Ter hábitos e atitudes saudáveis, que gerem energia positiva. Estar de bem com a vida. Desenvolver a espiritualidade.
  19. Praticar atividades físicas. Além de aumentar a disposição, ajuda a relaxar as tensões do dia a dia.
  20. Cultivar relações saudáveis fora do ambiente de trabalho. Contar com o apoio de familiares e amigos é fundamental para superar os altos e baixos da carreira.
  21. Ter um plano de vida que contemple outras dimensões além da carreira. Olhar a vida por inteiro e saber focar nas prioridades de cada momento.
Extraídas, quase que em 100% do livro “Volvo – O lado humano do sucesso”, pag. 163.
Evolução é coletiva. Ninguém vence sozinho. Compartilhe esse conhecimento se ele puder ajudar seus amigos.
Avançar sempre. Um 2015 de muito sucesso. Rumo aos objetivos.
Agradeço a atenção dispensada. Nos encontraremos no sucesso.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Nutricionista de Jundiaí dá dicas para desintoxicar organismo

Os sucos desintoxicantes ajudam a recuperar o organismo depois de excessos (Foto: reprodução/TV Tem)
Os sucos desintoxicantes ajudam a recuperar o organismo depois de excessos (Foto: reprodução/TV Tem)

Para muitas pessoas, dezembro é o mês do "vale tudo" quando o assunto é alimentação. Com tantas festas de confraternização culminando na ceia de Natal e Reveillon, o corpo pede descanso em Janeiro. A nutricionista de Jundiaí (SP), Olívia Fernandes, sugere alguns sucos desintoxicantes.
As carnes muito gordurosas como o leitão, pernil e o excesso de doces das ceias natalinas costumam deixar a digestão mais lenta. Outro problema é o grande consumo de bebidas alcoólicas que aumentam os chamados radicais livres que envelhecem as nossas células.
Segundo a nutricionista, alguns alimentos têm a função de "limpar" o nosso organismo. Entre eles está o hibisco. Em forma de chá, a planta colabora com o emagrecimento, já que tem ação termogênica e acelera o metabolismo, além de ser diurético.
O gengibre tem ação bactericida é desintoxicante e melhora o desempenho do sistema digestivo, respiratório e circulatório. Já a batata yacon é considerada um alimento funcional porque tem alto teor de frutooligossacarídeo e inulina. Estes elementos têm o mesmo efeito das fibras alimentares e podem ser utilizados por pacientes com diabetes do tipo 2, já que ajudam a controlar a glicemia.
Anote as receitas de sucos desitoxicantes:
 
Suco de hibisco
1 xícara de chá de hibisco
1 rodela de abacaxi
1 colher de chá de raspas de gengibre
1/2 yakon
1 colher de chá de linhaça
Bata todos os ingredientes no liquidificador e beba imediatamente.
 
Suco de chá verde
1 xícara de chá verde
1/2 maçã fuji
1/4 cenoura
1 galho de hortelã
1 colher de chá de chia
Bata todos os ingredientes no liquidificador e beba imediatamente.
 
Suco de limão com couve
Suco de dois limões
1 folha de couve
3 folhas de capim cidreira
1 colher de sopa de biomassa de banana verde
Bata todos os ingredientes no liquidificador e beba imediatamente.
 
http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2014/12/nutricionista-de-jundiai-da-dicas-para-desitoxicar-organismo.html

Perder peso sem dieta? 3 dicas para perder 10 kg em 1 ano

http://blog.selecoes.com.br/wp-content/uploads/2014/11/perder-peso-1.jpg

Perder peso sem fazer dieta: esse é o sonho de 10 entre 10 mulheres (ou algo muito, muito perto disso). E se eu disser que é possível perder 10 kg em 1 ano sem entrar numa daquelas dietas rigorosas? Sim, é possível! Mas observe que isso não significa que você não terá de fazer algum esforço, ok? ;)

A grande frustração das dietas rigorosas é que você até pode perder peso rápido, mas será difícil de mantê-lo no longo prazo – sobretudo quando você deixar de seguir a tal dieta. Vamos ser honestos: se você (como eu) acha que “essa coisa de dieta” é muito mais fácil de falar do que de fazer, que tal começar com pequenos ajustes que podem economizar um bocado de calorias sem o estresse de ficar regulando cada grãozinho de arroz (integral!!!) do seu prato?

Se você quer mesmo perder peso, comece trocando indulgências altamente gordurosas e calóricas por opções com pouca gordura e baixo valor calórico. Com apenas estas 3 trocas sábias, você pode perder cerca de 10 kg em 1 ano – sem pressa e sem estresse:

1. Fuja das bebidas adocicadas. Se você costuma beber refrigerante comum, poderá eliminar 160 calorias (473 ml) do seu dia simplesmente trocando a bebida por uns goles sem açúcar. E mais, um estudo recente liga o refrigerante, bebidas isotônicas e bebidas de frutas (que não sejam 100% suco de frutas) adoçados com açúcar a ganho de peso excessivo, diabetes e doença cardíaca. Topa fazer mais um pouquinho? As melhores escolhas em termos de bebidas são chá-verde ou chá-preto (quente ou frio), água gasosa com gotas de limão ou laranja, ou, é claro, simplesmente água pura, com ou sem limão ou laranja. Experimente uma regra simples: não adquira calorias das bebidas cotidianas.
 
perder-peso-SOPA
2. Sopa. Comece com uma sopa. Estudos mostram que as pessoas que começam a refeição com uma sopa – especialmente uma sopa à base de caldo – terminam o dia ingerindo menos calorias, e sem sentir fome! Faz todo sentido, né? Você forra o estômago primeiro (sem abrir mão dos nutrientes, já que os caldos são nutritivos) e economiza nas calorias do prato principal. Essa dica vale para todo mundo, mas é especialmente útil para aqueles que sempre “batem um pratão” no almoço e no jantar. Você encontra várias receitas de sopas deliciosas no nosso e-book Sopas (disponível aqui, aqui, aqui, aqui e aqui).  Importante: Evite sopas cremosas altamente calóricas e atente ao teor de sódio. Sopas de feijão são especialmente substanciais.

3. Leia os rótulos. Às vezes me pergunto se essa não deveria ser a dica 1. É possível economizar muitas, mas muitas calorias apenas lendo e rótulo e evitando os alimentos industrializados em cujos rótulos constem açúcar, frutose ou xarope de milho entre os quatro primeiros ingredientes. Geralmente é possível encontrar uma versão do mesmo tipo de alimento com níveis mais baixos de açúcar. E mais: procure itens para a despensa que sejam sem açúcar, como ketchup, maionese e molho para salada.

É claro que se você combinar esses ajustes com outras escolhas saudáveis, como comer frutas no lanche (em vez de biscoitos), aumentar o consumo de fibras (sim, o arroz tem de ser integral) e de água e subir escadas em vez de pegar o elevador, esses 10 kg que você se animou em perder em 1 ano podem facilmente se tornar 12 kg! E o segredo para manter esse sucesso pode ser, justamente, não ter pressa de alcançá-lo, a ponto de tornar esses “ajustes” novos hábitos saudáveis.

http://blog.selecoes.com.br/perder-peso-sem-dieta-3-dicas-para-perder-10-kg-em-1-ano/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=maissaude091214

Hormônio da Fome



A grelina é um hormônio peptídico descoberto há menos de 15 anos por cientistas japoneses. Composta por 28 aminoácidos é um hormônio gastrointestinal, produzido principalmente pelo estômago. Quando foi isolada primeiramente foi associada com a liberação do hormônio de crescimento (GH), por isso o nome grelina, que vem da palavra inglesa, grow (crescer).  Depois se descobriu sua importância na regulação do metabolismo energético e na ingestão alimentar.

Uma das funções da grelina é estimular o apetite. Em casos de jejum prolongado e hipoglicemia a sua concentração no sangue aumenta. Já no período pós-alimentação sua concentração diminui, o que leva a pensar que esse hormônio tem uma relação de curto prazo com o balanço energético.

Estudos provaram que a concentração de grelina no sangue tem relação com os nutrientes contido nos alimentos e não com a quantidade ingerida. Sua concentração é menor depois de refeições ricas em carboidratos (que liberam mais insulina) e maior depois de refeições ricas em lipídios (que liberam pouca insulina).

O hormônio grelina está relacionado com a síndrome de Prader-Willi. Essa síndrome faz com que os níveis de grelina no sangue sejam muito altos, fazendo com que seus portadores tenham um apetite incontrolável, acarretando em uma obesidade extrema, podendo levar até a morte.

Quando administrada em roedores, a grelina acabou provocando aumento na ingestão alimentar e diminuição na oxidação de gordura. Porém em humanos, foi visto que em anoréxicos nervosos a grelina é achada em alta quantidade e em obesos em quantidade reduzida.

A Universidade de Campinas fez um estudo para tentar entender por que em obesos a quantidade de grelina é menor do que em pessoas com peso normal. Foi descoberto, nessa pesquisa, que o obeso é mais sensível a grelina e possui mecanismo que reduz sua produção a partir do ganho de peso. Contudo, quando esses obesos emagreceram a concentração de grelina deveria ter aumentado, mas isso não aconteceu, levando os pesquisadores a concluírem que a quantidade de grelina produzida já está pré disposta geneticamente. A relação da grelina com a obesidade é clara, porém a ciência ainda não conseguiu elucidar completamente o seu mecanismo nessa doença.

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Sem emprego está morto...

http://www.professoresdosucesso.com.br/wp-content/uploads/Grave_Yard_2_1.jpg
Seu emprego está MORTO! Talvez ainda falte ser enterrado, mas está morto!
Faz um bom tempo que não escrevo para aqui para o Professores do Sucesso.
Como você deve saber, desde Dez/2013 comecei a construção de um negócio no setor de Vendas Diretas com multinível.
Nesse primeiro ano de negócio aprendi MUITO sobre a indústria de vendas diretas, sobre o bem que fazemos a milhares de vidas no Brasil e no mundo, sobre os grandes profissionais do segmento e, principalmente, sobre algo que me deixou MUITO assustado e cada vez mais compelido a levar nossa oportunidade de negócio ao máximo de pessoas que eu conseguir.
O que eu descobri é que seu emprego está MORTO!!! Talvez ele não tenha sido enterrado ainda, mas está morto. E, o pior, você somente vai descobrir isso quando ficar desempregado.
Alerto que este não é um problema do Brasil. Esse é um problema de TODOS os países, sejam eles capitalistas ou não.
As informações que vou compartilhar com vocês neste artigo vêm de fontes como Robert Kiyosaki, Paul Zane Pilzer, Eric Worre, Donald Trump e muitos outros especialistas que venho acompanhando neste último ano, além é claro de minha bagagem profissional como funcionário, empresário e empreendedor.

Por que o emprego tradicional está morto?

Uma das principais razões para a morte do emprego é que o modelo “estude, tire boas notas, forme-se em uma boa universidade, consiga um bom emprego e aposente-se” não é mais válido desde a década de 70. Ou seja, a mais de 40 anos, o modelo ensinado para nossos pais não é mais verdade. As empresas não cuidam mais dos empregados e os empregados sabem que o emprego não será para sempre. Acontece que continuamos replicando a mesma fórmula de “sucesso” para as novas gerações e em nenhum momento estamos assumindo a responsabilidade de mudar o mindset de nossos jovens para o novo caminho a seguir.
Outro problema para o trabalho estar morto é que formamos os profissionais no atacado através das universidades e contratamos no varejo através das empresas. Ou seja, sempre formaremos muito mais pessoas do que o mercado será capaz de absorver. Se juntarmos este fato à realidade de que o Brasil cresceu  0% em 2014 e deve crescer a mesma coisa em 2015 e 2016, temos um cenário cada vez pior para aqueles que estão querendo entrar no mercado de trabalho ou até mesma se realocar.
Com tanta mão de obra disponível, as empresas podem pagar mais barato pelos funcionários pela simples lei da oferta e da demanda. Além disso, elas preferem os mais jovens pois são mais “ensináveis”, não possuem tantos vícios que os mais experientes na função, além é claro de estarem com muito mais disposição para trabalharem muito mais do que as 40 horas por semana, ganhando a mesma coisa com a promessa de que serão recompensados com bônus sobre sua produtividade ANUAL. Muito justo não é?
Outro fator determinante para seu emprego estar se putrefazendo é a questão da evolução tecnológica vertiginosa que vivemos hoje. Quanto mais a tecnologia evolui, menos pessoas são necessárias para fazer o mesmo trabalho, se é que profissão não foi completamente extinta. A tecnologia simplesmente acabou com indústrias seculares como dois JORNAIS e REVISTAS, por exemplo. E para onde irão todos os profissionais envolvidos nestas operações? Ou mudam de profissão ou viverão de algum sistema assistencialista de nosso fantástico governo.
Ainda tem uma boa parte da população que acredita que a solução para isso é bom e velho EMPREGO PÚBLICO. Não poderiam estar mais errados. Além de não contarem mais com a estabilidade que existia antes, são os que pagam os piores salários, a possibilidade de crescimento profissional é quase zero, os planos de aposentadoria pagam menos do que os do mercado tradicional, não existe foco no desenvolvimento humano e tantos outros fatores que os famosos “concurseiros” jamais se dão conta até estar há 1 ou 2 anos no tão sonhado “cargo público”.

E qual a solução para a morte do emprego?

Não existe outra solução a não ser assumir a responsabilidade por sua geração de receita. Ou seja, empreenda ou você será enterrado junto com seu emprego.
Somente empreendendo é que você poderá ter alguma chance de vencer essa batalha.
Mas não adianta somente ser “dono do seu próprio negócio” ou ser um profissional “Autônomo” como médicos, advogados, consultores ou representantes comerciais.
A maior tolice é você acreditar que escolher qualquer uma dessas profissões acima você vai vencer batalha da riqueza. Ledo engano. É bem provável que você consiga um bom par de algemas de ouro. Por que digo isso? Simples, você vai até ganhar um bom dinheiro com sua profissão, mas estará 100% do tempo preso a ela. Não terá mais liberdade. Seu estilo de vida dependerá que você continue trabalhando para manter seu padrão de vida. Ou seja, você continuará sendo um empregado que até pode ganhar mais, mas terá muito menos regalias. Você literalmente será um escravo do seu negócio.
O mesmo vale para o os donos de pequenos negócios que, como diz o bom e velho ditado, só funciona aos olhos do dono.  Ou seja, mais um grande exemplo de algemas de ouro.

Então, qual a melhor solução para quem quer empreender?

Continuo afirmando categoricamente, juntamente com os maiores empresários nacionais e mundiais, que a melhor forma de empreender nos dias de hoje é construindo REDES. Não é à toa que empresas Facebook, Google, WhatsUp, LinkedIn, Alibabá valham tanto no mercado hoje. Todas elas têm seu valor determinado pelo tamanho de sua REDE. Simples Assim.
Como a grande maioria das pessoas não é um Mark Zuckerberg da vida ou possuem as habilidades administrativas e gerenciais necessárias para construir um negócio do zero, o melhor que elas podem fazer é construir sua própria rede de negócios através de uma empresa de Vendas Diretas com Multinível. Assim, elas usam toda a expertise e background da empresa para desenvolverem seu negócio. As empresas deste setor já possuem um modelo testado, seus produtos já passaram no teste de mercado e contam com profissionais capazes de ensinar as habilidades necessárias para o novato começar a construir sua própria REDE.
Mas por que investir em um negócio de Vendas Diretas com Multinível? Por fatores muito simples como:
  • Baixo investimento inicial que geralmente é 100% revertido em produtos. Ou seja, na pior das hipóteses você usa os produtos para seu próprio benefício;
  • Sistema democrático e meritocrático. Todas as pessoas têm a mesma condição de chegar aos títulos mais altos já que compartilham os mesmos produtos, as mesmas condições e o mesmo plano de compensação.
  • Liberdade de horário. Você pode desenvolver o negócio em tempo parcial sem deixar seu trabalho tradicional enquanto constrói seu plano B. Geralmente são necessárias de 7 a 10 horas por semana para construir um negócio sólido;
  • Sem funcionários, chefes e todas as burocracias empresariais. Se você é funcionário sabe como é ter um chefe e se você é chefe sabe como ter funcionários, encargos, contador, impostos e afins sufocam a operação;
  • Construção de um ativo e renda residual. Quanto maior for sua REDE de vendas, maiores serão seus ganhos e maior será o seu ativo. Em algumas empresas esse ativo pode ser vendido (você pode fazer o mesmo com seu emprego atual?);
  • Desenvolvimento Pessoal e Profissional. Para uma vaga de emprego o chefe olha o seu currículo para saber o que consegue APROVEITAR de seu PASSADO. Já no mercado de vendas diretas seu patrocinador vai olhar para seus objetivos FUTUROS e te AJUDAR a desenvolver as habilidades necessárias para conquista-los.
Se só isso não for o suficiente para você, que tal analisar os seguintes números do setor:
  • Mais de 20% do PIB MUNDIAL vem do mercado de vendas diretas;
  • Durante a crise de 2008 e 2009 nos EUA, enquanto as montadoras de carros, construtoras, e bancos seculares sofriam para manter suas operações, o mercado de vendas diretas cresceu mais forte ainda;
  • Mais de 20% dos milionários americanos tem a origem de sua fortuna em negócios no setor de vendas diretas;
  • Enquanto o Brasil deve crescer 0%, nosso setor deve crescer entre 7% e 10% este ano;
Como aprendi com um dos meus grandes mentores, as pessoas nos decepcionam, os números não.
Tudo o que eu mais quero é que você não seja enterrado junto com o seu emprego.
Se isso infelizmente acontecer, não diga que você foi “pego de surpresa” ou que “a vida é injusta”. No mundo da informação em que vivemos hoje, usar este tipo de desculpa é maior forma de assumir a sua completa falta de compromisso com o seu próprio futuro.
http://www.professoresdosucesso.com.br/seu-emprego-esta-morto-talvez-ainda-falte-ser-enterrado-mas-esta-morto.html?utm_source=[Pippity]+Padr%C3%A3o&utm_medium=email&utm_campaign=3a1e5b3bf4-NEWSLETTER&utm_term=0_157a8afcdc-3a1e5b3bf4-107318693

Você é o que você sabe sobre o que come

Este é o lema da jornalista Francine Lima, criadora do canal “Do campo à mesa”, que decifra a verdade por trás dos alimentos industrializados.

REDAÇÃO PRÊMIO JOVEM CIENTISTA
17/12/2014 07h01
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Francine Lima (Foto: Divulgação)
A jornalista Francine Lima: "As pessoas deveriam se dar conta de que a propaganda nunca é 100% confiável" Você sabe o que você come? Francine Lima mostra que a maioria das pessoas está longe de saber. Criadora do canal “Do campo à mesa”, a jornalista – que já trabalhou em ÉPOCA – e mestre em ciências desconstrói os discursos da indústria de alimentos e aponta pistas para escolhas mais saudáveis. Das pautas e pesquisas à produção dos vídeos, Francine faz tudo sozinha. Em entrevista para o Prêmio Jovem Cientista, ela explica como surgiu a ideia deste canal que decifra rótulos e mostra a verdade por traz de cada alimento.

Quando surgiu o seu interesse pela alimentação saudável?
Francine Lima – Eu aprendi a comer bem em casa. Na adolescência já comparava meus hábitos com os das amigas e colegas de escola, estranhando os delas. Na graduação, longe da casa da família, onde sempre tive comida na mesa, descobri que sem aprender a cozinhar pelo menos o básico eu não conseguiria me alimentar bem na vida adulta. Mas não era assim que meus colegas universitários pensavam. Eles aceitavam matar o “estorvo” da fome com o que estivesse mais à mão. Não queriam perder tempo planejando e preparando as refeições. E fui vendo que isso acontecia cada vez mais com os adultos mais velhos também, inclusive mães, que já não alimentavam suas crianças com o mesmo cuidado da minha. Foram essas observações que me levaram a querer trabalhar com o tema.

Do campo à mesa - Youtube  (Foto: Reprodução Youtube)
A página www.youtube.com/docampoamesa é acompanhada por mais de 60 mil pessoas e seu vídeo de maior sucesso já teve 165 mil visualizações (Foto: Reprodução Youtube) E de onde veio a ideia do canal “Do Campo à Mesa”, no Youtube? Qual foi a sua motivação?
Francine  – A motivação foi esse incômodo antigo com o abandono que eu observava nas pessoas em relação à qualidade do que comem. Eu enxergava claramente que o supermercado está cheio de comida de mentira e de informação de mentira, mas a maioria das pessoas não tinha essa percepção. Então eu queria oferecer esse ponto de vista crítico a mais gente. Os vídeos no YouTube são hoje o meio mais rápido e barato para alcançar um público numeroso.
Os vídeos são bastante didáticos, com linguagem simples e até divertida. Qual o objetivo de produzir um material com este perfil? Qual é seu público-alvo?
Francine – O objetivo é alcançar o público de massa, gente de todas as idades, faixas de renda e graus de instrução, que não esteja necessariamente interessada em alimentação saudável ou nutrição, mas goste de conteúdos úteis e divertidos. E também mostrar que comer direito não depende de um conhecimento técnico e aprofundado em nutrição, e sim de um pensamento crítico perante o mercado de consumo. É meu jeito de avisar que uma mensagem honesta e simples pode ser mais útil que essa quantidade enorme de informação contraditória sobre dietas que outras mídias trazem.
>> Outras reportagens sobre o Prêmio Jovem Cientista
Seu lema é: Você é o que você sabe sobre o que come. É possível saber tudo o que se come ou ainda é difícil para o consumidor identificar as substâncias das quais se alimenta?
Francine  – É difícil pra caramba. Eu pesquiso muito pra chegar a algumas respostas, e algumas eu não consigo alcançar. Isso acontece porque a indústria não está minimamente interessada em nos deixar saber tudo. Recebo muitas respostas de empresas que se negam a me responder perguntas, ou que fingem respondê-las. Por isso o jornalismo investigativo sobre as práticas empresariais é tão importante. Eu não conheço todos os caminhos. Estou aprendendo à medida que tento.
Você denuncia propagandas de alimentos que não são totalmente verdadeiras com o consumidor. Isso não deveria ser denunciado formalmente? Como o consumidor pode identificar esse tipo de “enganação” e como deve proceder?
Francine  – Primeiro, acho que as pessoas deveriam se dar conta de que a propaganda nunca é 100% confiável. Não é pra informar que ela serve, e sim para enaltecer características que interessam às empresas enaltecer, o que também significa esconder as que interessa esconder. Eu enxergo as propagandas como fontes de pistas do tipo de informação que as empresas estão tentando esconder. Temos algumas iniciativas de regulação da publicidade que são largamente rechaçadas não só pelos setores interessados (agências e mídias patrocinadas por propaganda), como também pelo público. Esse é um tabu enorme no Brasil. Sabemos que a autorregulação não evita abusos, mas é isso que mais se defende aqui. Por isso eu acredito que educar a escuta da sociedade para o verdadeiro papel da propaganda é um caminho necessário, embora não o único.

Do campo à mesa  (Foto: Reprodução Youtube )
Do campo à mesa (Foto: Reprodução Youtube ) Os rótulos brasileiros são poucos claros e usam termos científicos que são desconhecidos para a maioria das pessoas. Qual a sua opinião sobre as leis que regem a rotulagem no Brasil? O que é bom e o que ainda precisa de mudanças?
Francine  – Os rótulos são meios de comunicação de massa, assim como os jornais e as revistas. É assim que trato deles na minha pesquisa de mestrado. Como tais, deveriam usar linguagem adequada à comunicação com seu público. Na mídia impressa, há um esforço crescente de adaptação da linguagem escrita aos novos tempos, até para competir com as linguagens ágeis da internet. Usam-se mais imagens, mais infografia, mais segmentação do texto. Os rótulos não estão acompanhando as necessidades de seu público-alvo. Os opositores da revisão das regras de rotulagem vêm sempre com o argumento de que cabe à educação a função de facilitar o entendimento das informações nos rótulos. Já pensou se, em vez de melhorar a infografia, as revistas mandassem seus leitores de volta à escola pra lerem mais os clássicos e gostarem de ler textos longos? Pois bem. Não é o leitor que tem de se adaptar ao veículo, e sim o veículo que tem de se adaptar ao leitor, porque é assim que as coisas são num mundo em que a informação é competitiva. Eu trabalhei anos com mídia impressa, mas vi no YouTube uma linguagem mais competitiva pra transmitir minha mensagem. Também tive de me adaptar.
Já que não há previsão de mudanças, qual dica você daria para que o consumidor consiga interpretar os rótulos com mais facilidade?
Francine  – Primeiro, saiba que a embalagem, tanto quanto uma revista, tem publicidade e informação dividindo o espaço. Só que na embalagem a publicidade ocupa mais espaço e tem mais destaque que a informação. Então encare a publicidade como publicidade (nunca é 100% confiável, lembra?) e procure a informação. A informação mais relevante que temos hoje nas embalagens é a lista de ingredientes, que está obrigatoriamente na ordem decrescente de quantidade, o que indica aproximadamente qual é a composição do produto. Com frequência a lista de ingredientes, lida dessa forma, contradiz a publicidade.
Então, a ordem dos ingredientes faz diferença?
Francine Lima – Sim, ela está na ordem decrescente. Os primeiros itens da lista indicam, portanto, quais os principais ingredientes na composição do produto. Em muitos produtos o açúcar está entre os primeiros itens da lista, o que na minha forma de fazer compras já me afasta de uma quantidade bem grande de produtos à venda em supermercados.
Ver seus vídeos pode ser, muitas vezes, desanimador. A maioria dos produtos industrializados contém substâncias que não fazem bem à saúde e há poucas alternativas para consumo. Como adequar uma alimentação saudável com os alimentos industrializados, cujo consumo acontece muito pela falta de tempo das pessoas?
Francine – Soa desanimador pra quem está acostumado a terceirizar a maior parte da sua alimentação para a indústria, cujas práticas nós desconhecemos. Eu prefiro cozinhar/ preparar minha própria comida ou terceirizar para um restaurante que cozinhe alimentos frescos, pois as práticas do restaurante tradicional tendem a ser parecidas com as práticas caseiras, nas quais normalmente podemos confiar, pois conhecemos melhor. Precisaremos de alguns industrializados, certamente. Neste caso, devemos escolhê-los de acordo com o que sabemos sobre eles, em vez de confiar cegamente num sistema que está longe de ser perfeito.
Agora... A falta de tempo para cozinhar é em parte uma ilusão. As pessoas se convenceram de que não têm tempo, também porque a indústria de alimentos reforça essa ideia constantemente, para seu próprio benefício. A indústria cultural também compete com esse tempo, por meio de programas de TV que não podemos perder. Enfim, vários setores da economia querem ocupar esse tempo que antes era ocupado dentro da cozinha. Eu acredito, até porque pratico isso, que basta um pouco de planejamento e organização pra tornar essa rotina na cozinha possível. Claro que eu tenho a vantagem de trabalhar em casa, o que me permite ir do escritório até a cozinha para checar a comida no fogo em questão de segundos. Mas conheço pessoas que encontram outras soluções. Trata-se de devolver a comida um lugar prioritário na nossa vida, em vez de reduzi-la a um lugar de transtorno.
A 28ª edição do Prêmio Jovem Cientista aborda o tema “Segurança Alimentar e Nutricional”. As linhas de pesquisa envolvem toda a cadeia de produção, do campo à mesa. Na sua opinião, qual a importância de fomentar a busca por inovações no setor?
Francine  – A inovação de que eu sinto falta é no sistema de informação. Estamos começando a ter sistemas de rastreabilidade conectando produtores e consumidores de uma forma inédita. Se tivermos como saber exatamente o que estamos comendo e o que estamos alimentando, em termos de práticas econômicas, sociais e culturais, quando comemos, aí sim poderemos saber em que medida podemos ou não confiar no que a indústria nos oferece. Até lá, as tradições nos oferecem mais segurança.
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As inscrições para o Prêmio Jovem Cientista terminam esta semana. Estudantes e pesquisadores de todo o Brasil podem enviar seus trabalhos até o dia 19 de dezembro pelo site. O Prêmio Jovem Cientista é uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com a Fundação Roberto Marinho, e conta com o patrocínio da Gerdau e da BG Brasil. Criado em 1981, a iniciativa é um dos mais importantes reconhecimentos aos cientistas brasileiros, tem o objetivo de incentivar a pesquisa no país e reconhecer jovens talentos nas ciências.