domingo, 4 de janeiro de 2015

Hormônio da Fome



A grelina é um hormônio peptídico descoberto há menos de 15 anos por cientistas japoneses. Composta por 28 aminoácidos é um hormônio gastrointestinal, produzido principalmente pelo estômago. Quando foi isolada primeiramente foi associada com a liberação do hormônio de crescimento (GH), por isso o nome grelina, que vem da palavra inglesa, grow (crescer).  Depois se descobriu sua importância na regulação do metabolismo energético e na ingestão alimentar.

Uma das funções da grelina é estimular o apetite. Em casos de jejum prolongado e hipoglicemia a sua concentração no sangue aumenta. Já no período pós-alimentação sua concentração diminui, o que leva a pensar que esse hormônio tem uma relação de curto prazo com o balanço energético.

Estudos provaram que a concentração de grelina no sangue tem relação com os nutrientes contido nos alimentos e não com a quantidade ingerida. Sua concentração é menor depois de refeições ricas em carboidratos (que liberam mais insulina) e maior depois de refeições ricas em lipídios (que liberam pouca insulina).

O hormônio grelina está relacionado com a síndrome de Prader-Willi. Essa síndrome faz com que os níveis de grelina no sangue sejam muito altos, fazendo com que seus portadores tenham um apetite incontrolável, acarretando em uma obesidade extrema, podendo levar até a morte.

Quando administrada em roedores, a grelina acabou provocando aumento na ingestão alimentar e diminuição na oxidação de gordura. Porém em humanos, foi visto que em anoréxicos nervosos a grelina é achada em alta quantidade e em obesos em quantidade reduzida.

A Universidade de Campinas fez um estudo para tentar entender por que em obesos a quantidade de grelina é menor do que em pessoas com peso normal. Foi descoberto, nessa pesquisa, que o obeso é mais sensível a grelina e possui mecanismo que reduz sua produção a partir do ganho de peso. Contudo, quando esses obesos emagreceram a concentração de grelina deveria ter aumentado, mas isso não aconteceu, levando os pesquisadores a concluírem que a quantidade de grelina produzida já está pré disposta geneticamente. A relação da grelina com a obesidade é clara, porém a ciência ainda não conseguiu elucidar completamente o seu mecanismo nessa doença.

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Sem emprego está morto...

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Seu emprego está MORTO! Talvez ainda falte ser enterrado, mas está morto!
Faz um bom tempo que não escrevo para aqui para o Professores do Sucesso.
Como você deve saber, desde Dez/2013 comecei a construção de um negócio no setor de Vendas Diretas com multinível.
Nesse primeiro ano de negócio aprendi MUITO sobre a indústria de vendas diretas, sobre o bem que fazemos a milhares de vidas no Brasil e no mundo, sobre os grandes profissionais do segmento e, principalmente, sobre algo que me deixou MUITO assustado e cada vez mais compelido a levar nossa oportunidade de negócio ao máximo de pessoas que eu conseguir.
O que eu descobri é que seu emprego está MORTO!!! Talvez ele não tenha sido enterrado ainda, mas está morto. E, o pior, você somente vai descobrir isso quando ficar desempregado.
Alerto que este não é um problema do Brasil. Esse é um problema de TODOS os países, sejam eles capitalistas ou não.
As informações que vou compartilhar com vocês neste artigo vêm de fontes como Robert Kiyosaki, Paul Zane Pilzer, Eric Worre, Donald Trump e muitos outros especialistas que venho acompanhando neste último ano, além é claro de minha bagagem profissional como funcionário, empresário e empreendedor.

Por que o emprego tradicional está morto?

Uma das principais razões para a morte do emprego é que o modelo “estude, tire boas notas, forme-se em uma boa universidade, consiga um bom emprego e aposente-se” não é mais válido desde a década de 70. Ou seja, a mais de 40 anos, o modelo ensinado para nossos pais não é mais verdade. As empresas não cuidam mais dos empregados e os empregados sabem que o emprego não será para sempre. Acontece que continuamos replicando a mesma fórmula de “sucesso” para as novas gerações e em nenhum momento estamos assumindo a responsabilidade de mudar o mindset de nossos jovens para o novo caminho a seguir.
Outro problema para o trabalho estar morto é que formamos os profissionais no atacado através das universidades e contratamos no varejo através das empresas. Ou seja, sempre formaremos muito mais pessoas do que o mercado será capaz de absorver. Se juntarmos este fato à realidade de que o Brasil cresceu  0% em 2014 e deve crescer a mesma coisa em 2015 e 2016, temos um cenário cada vez pior para aqueles que estão querendo entrar no mercado de trabalho ou até mesma se realocar.
Com tanta mão de obra disponível, as empresas podem pagar mais barato pelos funcionários pela simples lei da oferta e da demanda. Além disso, elas preferem os mais jovens pois são mais “ensináveis”, não possuem tantos vícios que os mais experientes na função, além é claro de estarem com muito mais disposição para trabalharem muito mais do que as 40 horas por semana, ganhando a mesma coisa com a promessa de que serão recompensados com bônus sobre sua produtividade ANUAL. Muito justo não é?
Outro fator determinante para seu emprego estar se putrefazendo é a questão da evolução tecnológica vertiginosa que vivemos hoje. Quanto mais a tecnologia evolui, menos pessoas são necessárias para fazer o mesmo trabalho, se é que profissão não foi completamente extinta. A tecnologia simplesmente acabou com indústrias seculares como dois JORNAIS e REVISTAS, por exemplo. E para onde irão todos os profissionais envolvidos nestas operações? Ou mudam de profissão ou viverão de algum sistema assistencialista de nosso fantástico governo.
Ainda tem uma boa parte da população que acredita que a solução para isso é bom e velho EMPREGO PÚBLICO. Não poderiam estar mais errados. Além de não contarem mais com a estabilidade que existia antes, são os que pagam os piores salários, a possibilidade de crescimento profissional é quase zero, os planos de aposentadoria pagam menos do que os do mercado tradicional, não existe foco no desenvolvimento humano e tantos outros fatores que os famosos “concurseiros” jamais se dão conta até estar há 1 ou 2 anos no tão sonhado “cargo público”.

E qual a solução para a morte do emprego?

Não existe outra solução a não ser assumir a responsabilidade por sua geração de receita. Ou seja, empreenda ou você será enterrado junto com seu emprego.
Somente empreendendo é que você poderá ter alguma chance de vencer essa batalha.
Mas não adianta somente ser “dono do seu próprio negócio” ou ser um profissional “Autônomo” como médicos, advogados, consultores ou representantes comerciais.
A maior tolice é você acreditar que escolher qualquer uma dessas profissões acima você vai vencer batalha da riqueza. Ledo engano. É bem provável que você consiga um bom par de algemas de ouro. Por que digo isso? Simples, você vai até ganhar um bom dinheiro com sua profissão, mas estará 100% do tempo preso a ela. Não terá mais liberdade. Seu estilo de vida dependerá que você continue trabalhando para manter seu padrão de vida. Ou seja, você continuará sendo um empregado que até pode ganhar mais, mas terá muito menos regalias. Você literalmente será um escravo do seu negócio.
O mesmo vale para o os donos de pequenos negócios que, como diz o bom e velho ditado, só funciona aos olhos do dono.  Ou seja, mais um grande exemplo de algemas de ouro.

Então, qual a melhor solução para quem quer empreender?

Continuo afirmando categoricamente, juntamente com os maiores empresários nacionais e mundiais, que a melhor forma de empreender nos dias de hoje é construindo REDES. Não é à toa que empresas Facebook, Google, WhatsUp, LinkedIn, Alibabá valham tanto no mercado hoje. Todas elas têm seu valor determinado pelo tamanho de sua REDE. Simples Assim.
Como a grande maioria das pessoas não é um Mark Zuckerberg da vida ou possuem as habilidades administrativas e gerenciais necessárias para construir um negócio do zero, o melhor que elas podem fazer é construir sua própria rede de negócios através de uma empresa de Vendas Diretas com Multinível. Assim, elas usam toda a expertise e background da empresa para desenvolverem seu negócio. As empresas deste setor já possuem um modelo testado, seus produtos já passaram no teste de mercado e contam com profissionais capazes de ensinar as habilidades necessárias para o novato começar a construir sua própria REDE.
Mas por que investir em um negócio de Vendas Diretas com Multinível? Por fatores muito simples como:
  • Baixo investimento inicial que geralmente é 100% revertido em produtos. Ou seja, na pior das hipóteses você usa os produtos para seu próprio benefício;
  • Sistema democrático e meritocrático. Todas as pessoas têm a mesma condição de chegar aos títulos mais altos já que compartilham os mesmos produtos, as mesmas condições e o mesmo plano de compensação.
  • Liberdade de horário. Você pode desenvolver o negócio em tempo parcial sem deixar seu trabalho tradicional enquanto constrói seu plano B. Geralmente são necessárias de 7 a 10 horas por semana para construir um negócio sólido;
  • Sem funcionários, chefes e todas as burocracias empresariais. Se você é funcionário sabe como é ter um chefe e se você é chefe sabe como ter funcionários, encargos, contador, impostos e afins sufocam a operação;
  • Construção de um ativo e renda residual. Quanto maior for sua REDE de vendas, maiores serão seus ganhos e maior será o seu ativo. Em algumas empresas esse ativo pode ser vendido (você pode fazer o mesmo com seu emprego atual?);
  • Desenvolvimento Pessoal e Profissional. Para uma vaga de emprego o chefe olha o seu currículo para saber o que consegue APROVEITAR de seu PASSADO. Já no mercado de vendas diretas seu patrocinador vai olhar para seus objetivos FUTUROS e te AJUDAR a desenvolver as habilidades necessárias para conquista-los.
Se só isso não for o suficiente para você, que tal analisar os seguintes números do setor:
  • Mais de 20% do PIB MUNDIAL vem do mercado de vendas diretas;
  • Durante a crise de 2008 e 2009 nos EUA, enquanto as montadoras de carros, construtoras, e bancos seculares sofriam para manter suas operações, o mercado de vendas diretas cresceu mais forte ainda;
  • Mais de 20% dos milionários americanos tem a origem de sua fortuna em negócios no setor de vendas diretas;
  • Enquanto o Brasil deve crescer 0%, nosso setor deve crescer entre 7% e 10% este ano;
Como aprendi com um dos meus grandes mentores, as pessoas nos decepcionam, os números não.
Tudo o que eu mais quero é que você não seja enterrado junto com o seu emprego.
Se isso infelizmente acontecer, não diga que você foi “pego de surpresa” ou que “a vida é injusta”. No mundo da informação em que vivemos hoje, usar este tipo de desculpa é maior forma de assumir a sua completa falta de compromisso com o seu próprio futuro.
http://www.professoresdosucesso.com.br/seu-emprego-esta-morto-talvez-ainda-falte-ser-enterrado-mas-esta-morto.html?utm_source=[Pippity]+Padr%C3%A3o&utm_medium=email&utm_campaign=3a1e5b3bf4-NEWSLETTER&utm_term=0_157a8afcdc-3a1e5b3bf4-107318693

Você é o que você sabe sobre o que come

Este é o lema da jornalista Francine Lima, criadora do canal “Do campo à mesa”, que decifra a verdade por trás dos alimentos industrializados.

REDAÇÃO PRÊMIO JOVEM CIENTISTA
17/12/2014 07h01
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Francine Lima (Foto: Divulgação)
A jornalista Francine Lima: "As pessoas deveriam se dar conta de que a propaganda nunca é 100% confiável" Você sabe o que você come? Francine Lima mostra que a maioria das pessoas está longe de saber. Criadora do canal “Do campo à mesa”, a jornalista – que já trabalhou em ÉPOCA – e mestre em ciências desconstrói os discursos da indústria de alimentos e aponta pistas para escolhas mais saudáveis. Das pautas e pesquisas à produção dos vídeos, Francine faz tudo sozinha. Em entrevista para o Prêmio Jovem Cientista, ela explica como surgiu a ideia deste canal que decifra rótulos e mostra a verdade por traz de cada alimento.

Quando surgiu o seu interesse pela alimentação saudável?
Francine Lima – Eu aprendi a comer bem em casa. Na adolescência já comparava meus hábitos com os das amigas e colegas de escola, estranhando os delas. Na graduação, longe da casa da família, onde sempre tive comida na mesa, descobri que sem aprender a cozinhar pelo menos o básico eu não conseguiria me alimentar bem na vida adulta. Mas não era assim que meus colegas universitários pensavam. Eles aceitavam matar o “estorvo” da fome com o que estivesse mais à mão. Não queriam perder tempo planejando e preparando as refeições. E fui vendo que isso acontecia cada vez mais com os adultos mais velhos também, inclusive mães, que já não alimentavam suas crianças com o mesmo cuidado da minha. Foram essas observações que me levaram a querer trabalhar com o tema.

Do campo à mesa - Youtube  (Foto: Reprodução Youtube)
A página www.youtube.com/docampoamesa é acompanhada por mais de 60 mil pessoas e seu vídeo de maior sucesso já teve 165 mil visualizações (Foto: Reprodução Youtube) E de onde veio a ideia do canal “Do Campo à Mesa”, no Youtube? Qual foi a sua motivação?
Francine  – A motivação foi esse incômodo antigo com o abandono que eu observava nas pessoas em relação à qualidade do que comem. Eu enxergava claramente que o supermercado está cheio de comida de mentira e de informação de mentira, mas a maioria das pessoas não tinha essa percepção. Então eu queria oferecer esse ponto de vista crítico a mais gente. Os vídeos no YouTube são hoje o meio mais rápido e barato para alcançar um público numeroso.
Os vídeos são bastante didáticos, com linguagem simples e até divertida. Qual o objetivo de produzir um material com este perfil? Qual é seu público-alvo?
Francine – O objetivo é alcançar o público de massa, gente de todas as idades, faixas de renda e graus de instrução, que não esteja necessariamente interessada em alimentação saudável ou nutrição, mas goste de conteúdos úteis e divertidos. E também mostrar que comer direito não depende de um conhecimento técnico e aprofundado em nutrição, e sim de um pensamento crítico perante o mercado de consumo. É meu jeito de avisar que uma mensagem honesta e simples pode ser mais útil que essa quantidade enorme de informação contraditória sobre dietas que outras mídias trazem.
>> Outras reportagens sobre o Prêmio Jovem Cientista
Seu lema é: Você é o que você sabe sobre o que come. É possível saber tudo o que se come ou ainda é difícil para o consumidor identificar as substâncias das quais se alimenta?
Francine  – É difícil pra caramba. Eu pesquiso muito pra chegar a algumas respostas, e algumas eu não consigo alcançar. Isso acontece porque a indústria não está minimamente interessada em nos deixar saber tudo. Recebo muitas respostas de empresas que se negam a me responder perguntas, ou que fingem respondê-las. Por isso o jornalismo investigativo sobre as práticas empresariais é tão importante. Eu não conheço todos os caminhos. Estou aprendendo à medida que tento.
Você denuncia propagandas de alimentos que não são totalmente verdadeiras com o consumidor. Isso não deveria ser denunciado formalmente? Como o consumidor pode identificar esse tipo de “enganação” e como deve proceder?
Francine  – Primeiro, acho que as pessoas deveriam se dar conta de que a propaganda nunca é 100% confiável. Não é pra informar que ela serve, e sim para enaltecer características que interessam às empresas enaltecer, o que também significa esconder as que interessa esconder. Eu enxergo as propagandas como fontes de pistas do tipo de informação que as empresas estão tentando esconder. Temos algumas iniciativas de regulação da publicidade que são largamente rechaçadas não só pelos setores interessados (agências e mídias patrocinadas por propaganda), como também pelo público. Esse é um tabu enorme no Brasil. Sabemos que a autorregulação não evita abusos, mas é isso que mais se defende aqui. Por isso eu acredito que educar a escuta da sociedade para o verdadeiro papel da propaganda é um caminho necessário, embora não o único.

Do campo à mesa  (Foto: Reprodução Youtube )
Do campo à mesa (Foto: Reprodução Youtube ) Os rótulos brasileiros são poucos claros e usam termos científicos que são desconhecidos para a maioria das pessoas. Qual a sua opinião sobre as leis que regem a rotulagem no Brasil? O que é bom e o que ainda precisa de mudanças?
Francine  – Os rótulos são meios de comunicação de massa, assim como os jornais e as revistas. É assim que trato deles na minha pesquisa de mestrado. Como tais, deveriam usar linguagem adequada à comunicação com seu público. Na mídia impressa, há um esforço crescente de adaptação da linguagem escrita aos novos tempos, até para competir com as linguagens ágeis da internet. Usam-se mais imagens, mais infografia, mais segmentação do texto. Os rótulos não estão acompanhando as necessidades de seu público-alvo. Os opositores da revisão das regras de rotulagem vêm sempre com o argumento de que cabe à educação a função de facilitar o entendimento das informações nos rótulos. Já pensou se, em vez de melhorar a infografia, as revistas mandassem seus leitores de volta à escola pra lerem mais os clássicos e gostarem de ler textos longos? Pois bem. Não é o leitor que tem de se adaptar ao veículo, e sim o veículo que tem de se adaptar ao leitor, porque é assim que as coisas são num mundo em que a informação é competitiva. Eu trabalhei anos com mídia impressa, mas vi no YouTube uma linguagem mais competitiva pra transmitir minha mensagem. Também tive de me adaptar.
Já que não há previsão de mudanças, qual dica você daria para que o consumidor consiga interpretar os rótulos com mais facilidade?
Francine  – Primeiro, saiba que a embalagem, tanto quanto uma revista, tem publicidade e informação dividindo o espaço. Só que na embalagem a publicidade ocupa mais espaço e tem mais destaque que a informação. Então encare a publicidade como publicidade (nunca é 100% confiável, lembra?) e procure a informação. A informação mais relevante que temos hoje nas embalagens é a lista de ingredientes, que está obrigatoriamente na ordem decrescente de quantidade, o que indica aproximadamente qual é a composição do produto. Com frequência a lista de ingredientes, lida dessa forma, contradiz a publicidade.
Então, a ordem dos ingredientes faz diferença?
Francine Lima – Sim, ela está na ordem decrescente. Os primeiros itens da lista indicam, portanto, quais os principais ingredientes na composição do produto. Em muitos produtos o açúcar está entre os primeiros itens da lista, o que na minha forma de fazer compras já me afasta de uma quantidade bem grande de produtos à venda em supermercados.
Ver seus vídeos pode ser, muitas vezes, desanimador. A maioria dos produtos industrializados contém substâncias que não fazem bem à saúde e há poucas alternativas para consumo. Como adequar uma alimentação saudável com os alimentos industrializados, cujo consumo acontece muito pela falta de tempo das pessoas?
Francine – Soa desanimador pra quem está acostumado a terceirizar a maior parte da sua alimentação para a indústria, cujas práticas nós desconhecemos. Eu prefiro cozinhar/ preparar minha própria comida ou terceirizar para um restaurante que cozinhe alimentos frescos, pois as práticas do restaurante tradicional tendem a ser parecidas com as práticas caseiras, nas quais normalmente podemos confiar, pois conhecemos melhor. Precisaremos de alguns industrializados, certamente. Neste caso, devemos escolhê-los de acordo com o que sabemos sobre eles, em vez de confiar cegamente num sistema que está longe de ser perfeito.
Agora... A falta de tempo para cozinhar é em parte uma ilusão. As pessoas se convenceram de que não têm tempo, também porque a indústria de alimentos reforça essa ideia constantemente, para seu próprio benefício. A indústria cultural também compete com esse tempo, por meio de programas de TV que não podemos perder. Enfim, vários setores da economia querem ocupar esse tempo que antes era ocupado dentro da cozinha. Eu acredito, até porque pratico isso, que basta um pouco de planejamento e organização pra tornar essa rotina na cozinha possível. Claro que eu tenho a vantagem de trabalhar em casa, o que me permite ir do escritório até a cozinha para checar a comida no fogo em questão de segundos. Mas conheço pessoas que encontram outras soluções. Trata-se de devolver a comida um lugar prioritário na nossa vida, em vez de reduzi-la a um lugar de transtorno.
A 28ª edição do Prêmio Jovem Cientista aborda o tema “Segurança Alimentar e Nutricional”. As linhas de pesquisa envolvem toda a cadeia de produção, do campo à mesa. Na sua opinião, qual a importância de fomentar a busca por inovações no setor?
Francine  – A inovação de que eu sinto falta é no sistema de informação. Estamos começando a ter sistemas de rastreabilidade conectando produtores e consumidores de uma forma inédita. Se tivermos como saber exatamente o que estamos comendo e o que estamos alimentando, em termos de práticas econômicas, sociais e culturais, quando comemos, aí sim poderemos saber em que medida podemos ou não confiar no que a indústria nos oferece. Até lá, as tradições nos oferecem mais segurança.
***
As inscrições para o Prêmio Jovem Cientista terminam esta semana. Estudantes e pesquisadores de todo o Brasil podem enviar seus trabalhos até o dia 19 de dezembro pelo site. O Prêmio Jovem Cientista é uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com a Fundação Roberto Marinho, e conta com o patrocínio da Gerdau e da BG Brasil. Criado em 1981, a iniciativa é um dos mais importantes reconhecimentos aos cientistas brasileiros, tem o objetivo de incentivar a pesquisa no país e reconhecer jovens talentos nas ciências.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Encontre tempo para fazer exercícios físicos

Tempo-para-exercicios-fisicos

Fazer exercícios físicos faz bem e todo mundo sabe. Mas o que não falta é gente inventando desculpas para não se exercitar. Uma das mais comuns é a “falta de tempo”. Mas será que a rotina frenética da vida moderna é mesmo a única culpada pela falta de exercícios na sua rotina?

A caminhada, por exemplo, é um dos exercícios físicos mais fáceis de incluir no dia a dia. Basta descer dois pontos de ônibus antes do seu destino e completar o percurso a pé, ou ainda estacionar o carro no fundo do estacionamento e seguir caminhando até a saída (dependendo do estacionamento, isso pode equivaler a uma bela caminhada!).

É nessa hora que os preguiçosos de plantão (OK, eu admito, estou entre eles!!) dizem: “Se eu for a pé, demoro mais. Não tenho tempo!!!” Ora, vamos deixar de inventar desculpas?! Descobri estes 5 truques para encontrar tempo para fazer exercícios físicos. Eu já comecei a colocá-los em prática. Vem comigo!

1. Desligue a TV. Você pode fazer uma caminhada enérgica de 30 minutos em vez de assistir a um daqueles programas que você acompanha apenas porque a TV está ligada. Vamos ser honestos: você não precisa assistir às reprises (nem dos seus seriados favoritos!) e nem a todos os telejornais de todos os canais – você sabe que as notícias serão basicamente as mesmas, não é?!

2. Use o tempo em frente à telinha.  Se você assiste a mais de uma hora de TV por dia, invista em uma esteira ou bicicleta ergométrica e percorra alguns quilômetros durante seu programa favorito. Outra opção é comprar uma pequena cama elástica e fazer exercícios de fortalecimento muscular diante da TV. Não quer comprar equipamentos caros? Então faça polichinelos, pliés, abdominais e flexões durante os intervalos comerciais.

3. Use a hora do almoço. Almoce na sua mesa e depois faça uma caminhada ao redor do quarteirão. Que apostar como você vai ter mais energia durante a tarde?  E se tiver de ir ao banco, faça alguns exercícios de fortalecimento muscular enquanto está na fila.

4. Mexa-se no intervalo. Da próxima vez que você for a um evento esportivo – seja um jogo de futebol profissional ou o jogo de basquete do seu filho ou neto –, não fique na arquibancada. Levante-se e caminhe durante o aquecimento, antes de o jogo começar e nos intervalos. Mas fique longe da carrocinha de cachorro quente!

5. Pague suas contas on-line. Ou opte pelo débito automático. Mas não deixe que esse tempo economizado se perca: use os cerca de 30 minutos para passear com seu cachorro ou fazer uma caminhada. Você vai obter todos os benefícios do exercício e suas contas nunca vão atrasar.
Está vendo? Tempo todo mundo pode arranjar. O que precisamos mesmo é de um pouquinho de força de vontade e determinação. E para quem é sedentário, não custa repetir: qualquer exercício físico é melhor do que nenhum! ;)

Por Raïtsa Leal

http://blog.selecoes.com.br/encontre-tempo-para-os-exercicios-fisicos/

5 dicas para se exercitar durante as viagens

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Quem viaja muito sabe: é difícil se exercitar enquanto se está fora de casa, mas não é impossível. Seja durante as férias, seja em viagens de negócios, é importante não deixar de praticar atividades físicas para manter a boa forma e a saúde.

Como? Basta se planejar e aproveitar estas dicas para se exercitar sempre que surgir uma oportunidade!

■ Se o hotel onde você está hospedado não tem sala de ginástica, pergunte se oferece acesso a algum clube. Se a resposta for não, informe-se se há academias na vizinhança e se é possível fazer uma matrícula temporária. E o mais importante: pense nisso ao programar sua próxima viagem! O ideal é escolher um hotel com academia ou piscina, onde você possa se exercitar.

■ Leve roupas confortáveis para caminhadas ou passeios improvisados, incluindo camisetas, shorts, meias e tênis. Não se esqueça da roupa de banho, caso o hotel disponha de piscina.

■ Leve equipamentos para se exercitar dentro do quarto, como uma corda e faixas elásticas de resistência (vendidas em lojas de artigos esportivos). Você também pode assistir a vídeos de aeróbica pela internet usando um tablet e a conexão wi-fi do hotel.
Para-se-exercitar-em-viagem

■ Se estiver viajando a negócios, use calçados com os quais possa andar confortavelmente, em vez dos mais formais, e aproveite os intervalos entre as reuniões para fazer uma caminhada.

■ Aproveite os atrasos em aeroportos para caminhar em torno dos terminais. Se o seu voo tem escalas, procure caminhar, em vez de usar esteiras rolantes. Pode parecer bobagem, mas acrescentar mais passos ao seu dia é um jeito de se exercitar.

Exercite-se e boa viagem!

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Qual a relação entre valores humanos e sucesso profissional?

Qual a relação entre valores humanos e sucesso profissional?

No intuito de entender mais sobre o conceito de “valor humano” e seu impacto nas relações de trabalho resgatei um depoimento feito pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (2010), considerando a importância da medição do ÍVH (Índice de Valores Humanos) como indicador de um “problema da sociedade moderna”.

O conteúdo ilustra que “o conflito aparece quando o sujeito confronta o que deseja ser e fazer com aquilo que ele, por razões muitas vezes ignoradas, efetivamente escolheu realizar como opção profissional.”  O profissional intui o que deseja fazer, mas por razões diversas ignora e opta por direções com as quais não se identifica. A frustração ocorre no momento em que compara a posição que exerce com o que ele, de fato, idealizou realizar.

O caminho profissional tem um papel fundamental no senso de identidade, autoestima e bem estar psicológico das pessoas. Portanto, os critérios de trabalho para viabilidade dos resultados não podem permitir que o indivíduo na sua função perca-se dos seus valores e fique à margem de si mesmo. É necessário acolher os valores como condição prioritária de produtividade e realização plena do ser humano.
Valores, assim como princípios, são o alicerce ético do espírito humano e respondem pela motivação do indivíduo para levantar todos os dias e ir trabalhar. Configuram o norte que indica o caminho e conduz à missão de vida, imprimindo relevância aos acontecimentos do dia a dia. Quando os valores do colaborador e da empresa divergem as visões de futuro tornam-se incompatíveis e a trajetória inconsistente.

A cada dia as pessoas se qualificam mais, trabalham muito e se realizam menos. Quanto mais me envolvo nos processos de coaching, mais percebo a necessidade do compromisso com o resgate dos valores do profissional para que a construção da sua carreira seja estruturada de forma mais humana e seu direito à realização profissional seja legitimado.

É preciso validar o sentido das escolhas e alinhá-los aos princípios e valores na consideração de ser autêntico. Não faz sentido deixar os valores e sonhos na porta das empresas como passe de entrada se somente aqueles que conseguem ser fiel aos próprios valores conquista o sucesso na trajetória profissional.
Valores formam a consciência humana e transcendem às convenções sociais, permitindo a concepção do que é certo e errado na busca do ideal. Na decisão de buscar um caminho que dê sentido à sua carreira nutra a crença de que é imperativo vincular a fidelidade aos valores à vida como profissão na condição de ser feliz.

Waleska Farias
Coaching, Gestão de Carreira e Imagem.

http://www.professoresdosucesso.com.br/qual-a-relacao-entre-valores-humanos-e-sucesso-profissional.html

10 Coisas que você pode aprender com as lojas da Apple

legoapplestore
Apple Store feita de Lego 

O que nossas lojas podem aprender com a Apple Store? O livro The Apple Experience: secrets to building insanely great customer loyalty, o autor Carmine Gallo, traz um conteúdo interessante para qualquer negócio.

Seguem 10 ideias incríveis.
Artigo adaptado do site do Kawasaki. No fim do texto seguirá o link para o seu endereço.

1. Pare de vender coisas

Quando Steve Jobs abriu sua primeira loja, quis responder à seguinte pergunta: “como vamos enriquecer a vida das pessoas?”.
Ele não pensou em: “como vamos aumentar nosso share para 10%?”
Reveja sua visão: dirigir seu negócio para que “venda mais” vai, possivelmente, te levar a um lugar bem diferente de onde está um negócio que quer transformar a vida das pessoas.

2. Enriqueça vidas

Resumidamente, é isso. É tão importante que está escrito nas costas dos crachás dos funcionários da loja.
“Quando você enriquece vidas, coisas mágicas começam a acontecer”.
E para estimular essa prática, os executivos da loja excluíram do programa a comissão por vendas, por exemplo. Assim, os vendedores se sentem confortáveis para gastar tanto tempo com o cliente o quanto ele precisar.
Enriquecer vidas permitiu que a Apple Store construísse também áreas de diversão onde as pessoas brincam e experimentam computadores, sem constrangimento por uso indevido de equipamentos dentro da loja.
Enriquecer vidas permitiu que se criasse o ambiente denominado “Bar dos Gênios”. Um espaço de convivência informal e com mais abertura para intimidades, onde experts estão focados principalmente em “reparar o relacionamento” do cliente com a Apple, além do aparelho quando ele apresenta algum tipo de problema. Incrível.

3. Contrate pelos sorrisos

O segredo da loja da Apple está nas pessoas. Eles querem funcionários que amem gente, pois querem criar ambientes memoráveis para seus clientes. Eles valorizam mais uma personalidade magnética do que proficiência técnica.

4. Celebre a diversidade

A loja se interessa por vendedores que reflitam a diversidade dos seus consumidores. Pode ter tattoo ou piercing, pode ser engenheiro, professores ou artista, desde que sejam apaixonados pelo que faz.

5. Libere o gênio interior

“Ensine às pessoas algo que elas jamais imaginaram que poderiam fazer e elas vão te recompensar com a lealdade.”
Na loja existe um programa para ajudar as pessoas a entenderem e utilizarem seus computadores. O ponto é que quanto mais você entende o seu produto, mais o ama e maior é seu relacionamento com a Apple.
Mas o curso não é somente técnico. Eles querem inspirar seus consumidores a fazerem coisas com seu novo computador que jamais sonharam que fossem capazes, dando-lhes ferramentas para chegar onde nunca imaginaram.

6. Empregados energizados

“Se a sua experiência com um atendente foi incrível, isso é o que interessa”.
Essa foi a resposta do vendedor a um cliente que se preocupou que ele poderia ser advertido por ter gastado uma hora falando de crianças, golf e negócios, mas pouquíssimo tempo sobre o MacBook Air.
Os empregados da loja da Apple tem a permissão de fazerem o que eles próprios consideram ser a coisa certa a ser feita.

7. Venda os benefícios

Não venda o produto. Isto é sobre o que um Apple pode fazer para melhorar sua vida.
Os vendedores são capacitados para conduzir experiências que mostram como a vida do cliente vai melhorar usando produtos Apple. A venda é conduzida pelo prazer, não por aspectos técnicos.

8. Os cinco passos da excelência em vendas pela APPLE


A- Aproach - Aproximar-se com uma saudação calorosa, mas personalizada.
P – Probe - Sonde educadamente as necessidades do cliente.
P – Present – Apresente uma solução que o consumidor possa levar para casa agora. Que resolva suas questões agora.
L – Listen – Ouça e aborde as questões mal resolvidas. Tenha certeza de que o cliente saiu satisfeito sobre todos os seus questionamentos.
E – End – Termine com um adeus com afeição e um convite para que o cliente retorne.

9. Crie experiências multissensoriais

Faz diferença para a decisão de compra ser capaz de ver, ouvir, tocar e brincar com os produtos.
Todos os itens da loja, conectados à internet, estão expostos de forma convidativa para o cliente interagir com os aparelhos.
Ninguém vai te repreender por usar exageradamente um computador. Você pode se sentir bem à vontade.

10. Estimule o cérebro a fazer conclusões

Desordem faz o cérebro perder o foco. A Apple mantém sua loja sem cartazes, totens e adesivos por considerá-los poluentes visuais.
Todos os fios ficam escondidos. Tudo é limpo, espaçoso e bem iluminado. Pois confusão desorganiza o cérebro e o desencoraja a seguir decisões por receio de estar sob um risco não percebido.

A Apple preza por três pilares: simpatia, credibilidade e qualidade.
Veja a importância que tem a loja: ela é inteiramente responsável pela simpatia e credibilidade. Somente qualidade é a parte dos engenheiros.

Minha fonte: http://blog.guykawasaki.com/page/2/#ixzz38nYJpvNs


Evolução é coletiva. Ninguém vence sozinho. Compartilhe esse conhecimento se ele puder contribuir com seus amigos.
Superar-se sempre. Avançar sempre. Rumo aos objetivos.


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