
Seu emprego está MORTO! Talvez ainda falte ser enterrado, mas está morto!
Faz um bom tempo que não escrevo para aqui para o Professores do
Sucesso.
Como você deve saber, desde Dez/2013 comecei a construção de um negócio no setor de Vendas Diretas com multinível.
Nesse primeiro ano de negócio aprendi MUITO sobre a indústria de
vendas diretas, sobre o bem que fazemos a milhares de vidas no Brasil e
no mundo, sobre os grandes profissionais do segmento e, principalmente,
sobre algo que me deixou MUITO assustado e cada
vez mais compelido a levar nossa oportunidade de negócio ao máximo de
pessoas que eu conseguir.
O que eu descobri é que seu emprego está MORTO!!! Talvez ele não
tenha sido enterrado ainda, mas está morto. E, o pior, você somente vai
descobrir isso quando ficar desempregado.
Alerto que este não é um problema do Brasil. Esse é um problema de TODOS os países, sejam eles capitalistas ou não.
As informações que vou compartilhar com vocês neste artigo vêm de
fontes como Robert Kiyosaki, Paul Zane Pilzer, Eric Worre, Donald Trump e
muitos outros especialistas que venho acompanhando neste último ano,
além é claro de minha bagagem profissional como
funcionário, empresário e empreendedor.
Por que o emprego tradicional está morto?
Uma das principais razões para a morte do emprego é que o modelo
“estude, tire boas notas, forme-se em uma boa universidade, consiga um
bom emprego e aposente-se” não é mais válido desde a década de 70. Ou
seja, a mais de 40 anos, o modelo ensinado para
nossos pais não é mais verdade. As empresas não cuidam mais dos
empregados e os empregados sabem que o emprego não será para sempre.
Acontece que continuamos replicando a mesma fórmula de “
sucesso”
para as novas gerações e em nenhum momento estamos assumindo a responsabilidade de mudar o
mindset de nossos jovens para o novo caminho a seguir.
Outro problema para o trabalho estar morto é que formamos os
profissionais no atacado através das universidades e contratamos no
varejo através das empresas. Ou seja, sempre formaremos muito mais
pessoas do que o mercado será capaz de absorver. Se juntarmos
este fato à realidade de que o Brasil cresceu 0% em 2014 e deve
crescer a mesma coisa em 2015 e 2016, temos um cenário cada vez pior
para aqueles que estão querendo entrar no mercado de trabalho ou até
mesma se realocar.
Com tanta mão de obra disponível, as empresas podem pagar mais barato
pelos funcionários pela simples lei da oferta e da demanda. Além disso,
elas preferem os mais jovens pois são mais “ensináveis”, não possuem
tantos vícios que os mais experientes na função,
além é claro de estarem com muito mais disposição para trabalharem
muito mais do que as 40 horas por semana, ganhando a mesma coisa com a
promessa de que serão recompensados com bônus sobre sua
produtividade ANUAL. Muito justo não é?
Outro fator determinante para seu emprego estar se putrefazendo é a
questão da evolução tecnológica vertiginosa que vivemos hoje. Quanto
mais a tecnologia evolui, menos pessoas são necessárias para fazer o
mesmo trabalho, se é que profissão não foi completamente
extinta. A tecnologia simplesmente acabou com indústrias seculares como
dois JORNAIS e REVISTAS, por exemplo. E para onde irão todos os
profissionais envolvidos nestas operações? Ou mudam de profissão ou
viverão de algum sistema assistencialista de nosso fantástico
governo.
Ainda tem uma boa parte da população que acredita que a solução para
isso é bom e velho EMPREGO PÚBLICO. Não poderiam estar mais errados.
Além de não contarem mais com a estabilidade que existia antes, são os
que pagam os piores salários, a possibilidade
de crescimento profissional é quase zero, os planos de aposentadoria
pagam menos do que os do mercado tradicional, não existe foco no
desenvolvimento humano e tantos outros fatores que os famosos
“concurseiros” jamais se dão conta até estar há 1 ou 2 anos no tão
sonhado “cargo público”.
E qual a solução para a morte do emprego?
Não existe outra solução a não ser assumir a responsabilidade por sua
geração de receita. Ou seja, empreenda ou você será enterrado junto com
seu emprego.
Somente empreendendo é que você poderá ter alguma chance de vencer essa batalha.
Mas não adianta somente ser “dono do seu próprio negócio” ou ser um
profissional “Autônomo” como médicos, advogados, consultores ou
representantes comerciais.
A maior tolice é você acreditar que escolher qualquer uma dessas
profissões acima você vai vencer batalha da riqueza. Ledo engano. É bem
provável que você consiga um bom par de algemas de ouro. Por que digo
isso? Simples, você vai até ganhar um bom dinheiro
com sua profissão, mas estará 100% do tempo preso a ela. Não terá mais
liberdade. Seu estilo de vida dependerá que você continue trabalhando
para manter seu padrão de vida. Ou seja, você continuará sendo um
empregado que até pode ganhar mais, mas terá muito
menos regalias. Você literalmente será um escravo do seu negócio.
O mesmo vale para o os donos de pequenos negócios que, como diz o bom
e velho ditado, só funciona aos olhos do dono. Ou seja, mais um grande
exemplo de algemas de ouro.
Então, qual a melhor solução para quem quer empreender?
Continuo afirmando categoricamente, juntamente com os maiores
empresários nacionais e mundiais, que a melhor forma de empreender nos
dias de hoje é construindo REDES. Não é à toa que empresas Facebook,
Google, WhatsUp, LinkedIn, Alibabá valham tanto no mercado
hoje. Todas elas têm seu valor determinado pelo tamanho de sua REDE.
Simples Assim.
Como a grande maioria das pessoas não é um Mark Zuckerberg da vida ou possuem as
habilidades administrativas e gerenciais necessárias para construir
um negócio do zero, o melhor que elas podem fazer é construir sua
própria rede de negócios através de uma empresa de Vendas Diretas com
Multinível. Assim, elas usam toda a
expertise e
background da empresa para desenvolverem
seu negócio. As empresas deste setor já possuem um modelo testado, seus
produtos já passaram no teste de mercado e contam com profissionais
capazes de ensinar as
habilidades necessárias para o novato começar a construir sua própria REDE.
Mas por que investir em um negócio de Vendas Diretas com Multinível? Por fatores muito simples como:
-
Baixo
investimento inicial que geralmente é 100% revertido em produtos. Ou
seja, na pior das hipóteses você usa os produtos para seu próprio
benefício;
-
Sistema democrático e meritocrático. Todas as pessoas têm a mesma
condição de chegar aos títulos mais altos já que compartilham os mesmos
produtos, as mesmas condições e o mesmo plano de compensação.
-
Liberdade de horário. Você pode desenvolver o negócio em tempo parcial
sem deixar seu trabalho tradicional enquanto constrói seu plano B.
Geralmente são necessárias de 7 a 10 horas por semana para construir um
negócio sólido;
-
Sem funcionários, chefes e todas as burocracias empresariais. Se você é
funcionário sabe como é ter um chefe e se você é chefe sabe como ter
funcionários, encargos, contador, impostos e afins sufocam a operação;
-
Construção de um ativo e renda residual. Quanto maior for sua REDE de
vendas, maiores serão seus ganhos e maior será o seu ativo. Em algumas
empresas esse ativo pode ser vendido (você pode fazer o mesmo com seu
emprego atual?);
-
Desenvolvimento Pessoal e Profissional. Para uma vaga de emprego o chefe
olha o seu currículo para saber o que consegue APROVEITAR de seu
PASSADO. Já no mercado de vendas diretas seu patrocinador vai olhar para
seus
objetivos FUTUROS e te AJUDAR a desenvolver as habilidades necessárias para conquista-los.
Se só isso não for o suficiente para você, que tal analisar os seguintes números do setor:
-
Mais de 20% do PIB MUNDIAL vem do mercado de vendas diretas;
-
Durante a crise de 2008 e 2009 nos EUA, enquanto as montadoras de
carros, construtoras, e bancos seculares sofriam para manter suas
operações, o mercado de vendas diretas cresceu mais forte ainda;
-
Mais de 20% dos milionários americanos tem a origem de sua fortuna em negócios no setor de vendas diretas;
-
Enquanto o Brasil deve crescer 0%, nosso setor deve crescer entre 7% e 10% este ano;
Como aprendi com um dos meus grandes mentores, as pessoas nos decepcionam, os números não.
Tudo o que eu mais quero é que você não seja enterrado junto com o seu emprego.
Se isso infelizmente acontecer, não diga que você foi “pego de
surpresa” ou que “a vida é injusta”. No mundo da informação em que
vivemos hoje, usar este tipo de desculpa é maior forma de assumir a sua
completa falta de compromisso com o seu próprio futuro.
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