terça-feira, 21 de outubro de 2014
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Como dizer “Fazer Academia” em inglês
Depois
de um tempo tentando encontrar um assunto para
escrever a respeito, finalmente encontrei aquele que é, sem dúvida
alguma, um dos mais relevantes nos dias de hoje. Sabemos que fazer
exercícios físicos (malhar) em uma academia de ginástica é hoje uma
indicação unânime por parte de médicos e profissionais
da área para evitar vários problemas de saúde. De um lado, o stress,
popularmente reconhecido como vilão e causa de muitos males; de outro,
exercitar-se, um solução universal para muitos destes males.
Para dizer “fazer academia” não faça uso de do academy ou make academy e nem pense em usar academy, seja qual for o verbo que acompanhe. Como temos dito aqui, as equivalências ao pé da letra nem sempre funcionam, e estas são duas que realmente estão fora de cogitação neste contexto. Muita atenção a isso!
Agora vamos mostrar três opções naturais e comuns quando o assunto é exercitar-se em uma academia de ginástica, ou seja, fazer academia. Aqui estão: “exercise at the gym”, “work out at the gym” e “go to the gym“.
Vamos aos nossos sempre importantes exemplos de uso para que você entenda melhor como utilizar tudo isso na prática. Confira a seguir.
- How often do you exercise at the gym? [Com que frequencia você faz academia?]
- He wants to exercise at the gym. [Ele quer fazer academia.]
- She works out at the gym twice a week. [Ela faz academia duas vezes por semana.]
- “Working out at the gym would be good for your health”, said the doctor. [“Fazer academia seria bom para a sua saúde”, disse o médico.]
- You should start going to the gym. [Você deveria começar a fazer academia.]
- She goes to the gym regularly. [Ela faz academia regularmente.]
Já que estamos falando nisso, não custa nada acrescentar um pouco mais de vocabulário relacionado ao assunto. As pessoas em geral fazem academia para “perderem peso” (lose weight), “ficarem em forma” (get fit), “melhorarem a saúde” (improve their health), “como um hobby” (as a hobby), e por aí vai. Não podemos nos esquecer de “fitness” (forma física), “go on a diet” (fazer dieta) e também de “eat right” (alimentar-se adequadamente). Estas são expressões importantes que fazem parte desse universo.
Agora chegou a sua vez de participar e colocar em prática o que aprendeu. Responda as seguintes perguntas nos comentários:
- Do you exercise at the gym?
- Do you think it’s important to work out at the gym? Why?
- Do you know many people who go to the gym?
Aprenda mais sobre o tema
- Como dizer “Ginástica localizada” em inglês
- Como dizer “Equipamentos de ginástica” em inglês
- Como dizer “Musculação” em inglês
- Como dizer “hidroginástica” em inglês
- Como dizer “Academia (de malhação)” em inglês
- Como dizer “academia de ginástica a céu aberto” em inglês
- Como dizer “Ginástica laboral” em inglês
- Lista de Esportes em inglês com tradução
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Celular é novo aliado da indústria de cartões
O celular é o novo aliado da indústria de cartões na guerra contra o
papel-moeda. Oito meses após a regulamentação do segmento de pagamento
móvel, soluções que há pouco tempo eram promessas já estão funcionando
no mercado. Os brasileiros podem, por exemplo,
pegar táxi e comprar um café sem tirar a carteira do bolso, usando o
celular como meio de pagamento. A estimativa da Visa é que essas novas
tecnologias possam atrair para os meios eletrônicos cerca de US$ 53
bilhões em transações feitas sem cartão por profissionais
liberais no País - e permitir a cobrança de tarifas sobre esse
montante.
O mercado financeiro aposta que as soluções de pagamento via celular são adequadas para pequenos empresários e profissionais autônomos, pois seu custo é menor do que o das maquininhas que estão no varejo. Ao todo, existem 23 milhões de pequenas empresas e autônomos no País, segundo dados do Sebrae, e pelo menos 19 milhões deles não aceitam cartão.
Em novembro, a legislação brasileira regulou o uso de cartão pré-pago associado a um número de telefone e definiu que qualquer empresa que queira transacionar dinheiro via pagamento móvel precisa de autorização do Banco Central. "A regulamentação foi o sinal para que a indústria pudesse investir pesado nessa tecnologia", diz o vice-presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), Raul Moreira.
Do lado de quem vende as soluções, empresas como Cielo, Ingenico e Verifone criaram versões "mobile" das maquininhas de cartão. A Cielo vende a sua a R$ 11,90 ao mês - cerca de 90% menos que o aparelho tradicional. "O celular faz o papel da maquininha e abre um mercado novo para a Cielo, que é atender o pequeno vendedor que não aceita cartão", diz o vice-presidente de produtos e negócios da Cielo, Dilson Ribeiro. Hoje, há 133 mil clientes da Cielo que aceitam cartão por meio do celular.
Ribeiro espera que, em cinco anos, 5 milhões de pessoas recebam pagamento pelo celular - número que é mais que o dobro da base atual de maquininhas Cielo, de 1,8 milhão. A meta é que o e-commerce e os pagamentos móveis representem 20% do volume transacionado pela companhia até 2020. Hoje, R$ 450 bilhões são processados no sistema da empresa por ano.
Parcerias
O pagamento móvel motivou também parcerias entre bancos, operadoras de telefonia e bandeiras de cartão. Oi, Banco do Brasil e Visa, por exemplo, lançaram juntas, em junho, uma solução para pagar compras usando o celular em lojas físicas - por meio de uma tecnologia de aproximação chamada NFC, ainda restrita aos smartphones mais caros. A TIM testa o NFC em duas parcerias - uma com Itaú, MasterCard e Redecard e outra com Bradesco, Visa e Cielo.
Ninguém quis entrar nesse mercado sozinho. "Pesou o fato de ser ainda um mercado muito novo e a complexidade de criar uma solução para transação de dinheiro via celulares", diz João Paulo Bruder, coordenador de telecomunicações da IDC.
Telefônica e Mastercard se uniram em 2012 para criar a MFS, empresa que administra o Zuum. O serviço, hoje com 250 mil clientes, permite transferências de dinheiro mesmo sem ter conta em banco (realidade para cerca de 40% da população brasileira). "Acredito que vamos ser um produto de massa no futuro", disse o presidente da MFS, Marcos Etchegoyen.
O Bradesco abriu com a Claro a empresa MFO também para atuar nesse negócio. O produto, Meu Dinheiro Claro, foi lançado no início do ano. "É um novo uso para o celular que trará mais receitas para as operadoras", disse o diretor de serviços de valores adicionados (SVA) da Claro, Alexandre Olivari.
Além das receitas adicionais, as operadoras querem incentivar o uso do celular como carteira para melhorar a fidelização. "O cliente que associa seus cartões ou qualquer transação financeira ao celular dificilmente vai trocar de operadora a cada promoção", disse o diretor de serviços digitais da Telefônica Vivo, Maurício Romão.
Apesar da aposta na tecnologia, o uso ainda é irrisório considerando que o Brasil tem 275 milhões de celulares habilitados. O maior desafio é ensinar o uso da tecnologia ao cliente e convencê-lo que pagar e receber pelo celular é tão simples quanto mandar SMS ou ouvir música.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (AE)
O mercado financeiro aposta que as soluções de pagamento via celular são adequadas para pequenos empresários e profissionais autônomos, pois seu custo é menor do que o das maquininhas que estão no varejo. Ao todo, existem 23 milhões de pequenas empresas e autônomos no País, segundo dados do Sebrae, e pelo menos 19 milhões deles não aceitam cartão.
Em novembro, a legislação brasileira regulou o uso de cartão pré-pago associado a um número de telefone e definiu que qualquer empresa que queira transacionar dinheiro via pagamento móvel precisa de autorização do Banco Central. "A regulamentação foi o sinal para que a indústria pudesse investir pesado nessa tecnologia", diz o vice-presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), Raul Moreira.
Do lado de quem vende as soluções, empresas como Cielo, Ingenico e Verifone criaram versões "mobile" das maquininhas de cartão. A Cielo vende a sua a R$ 11,90 ao mês - cerca de 90% menos que o aparelho tradicional. "O celular faz o papel da maquininha e abre um mercado novo para a Cielo, que é atender o pequeno vendedor que não aceita cartão", diz o vice-presidente de produtos e negócios da Cielo, Dilson Ribeiro. Hoje, há 133 mil clientes da Cielo que aceitam cartão por meio do celular.
Ribeiro espera que, em cinco anos, 5 milhões de pessoas recebam pagamento pelo celular - número que é mais que o dobro da base atual de maquininhas Cielo, de 1,8 milhão. A meta é que o e-commerce e os pagamentos móveis representem 20% do volume transacionado pela companhia até 2020. Hoje, R$ 450 bilhões são processados no sistema da empresa por ano.
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Ninguém quis entrar nesse mercado sozinho. "Pesou o fato de ser ainda um mercado muito novo e a complexidade de criar uma solução para transação de dinheiro via celulares", diz João Paulo Bruder, coordenador de telecomunicações da IDC.
Telefônica e Mastercard se uniram em 2012 para criar a MFS, empresa que administra o Zuum. O serviço, hoje com 250 mil clientes, permite transferências de dinheiro mesmo sem ter conta em banco (realidade para cerca de 40% da população brasileira). "Acredito que vamos ser um produto de massa no futuro", disse o presidente da MFS, Marcos Etchegoyen.
O Bradesco abriu com a Claro a empresa MFO também para atuar nesse negócio. O produto, Meu Dinheiro Claro, foi lançado no início do ano. "É um novo uso para o celular que trará mais receitas para as operadoras", disse o diretor de serviços de valores adicionados (SVA) da Claro, Alexandre Olivari.
Além das receitas adicionais, as operadoras querem incentivar o uso do celular como carteira para melhorar a fidelização. "O cliente que associa seus cartões ou qualquer transação financeira ao celular dificilmente vai trocar de operadora a cada promoção", disse o diretor de serviços digitais da Telefônica Vivo, Maurício Romão.
Apesar da aposta na tecnologia, o uso ainda é irrisório considerando que o Brasil tem 275 milhões de celulares habilitados. O maior desafio é ensinar o uso da tecnologia ao cliente e convencê-lo que pagar e receber pelo celular é tão simples quanto mandar SMS ou ouvir música.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (AE)
Uniten abre inscrições para curso de nutrição e culinária para hipertensos
Aulas são gratuitas e serão realizadas nos dias 10 e 17 outubro.
Interessados devem se inscrever presencialmente e ter mais de 16 anos.
Os alunos aprendem por meio de aulas teóricas e práticas sobre a importância de melhorar a qualidade de vida da pessoa com hipertensão tendo uma alimentação saudável e adequada.
As 20 vagas serão preenchidas conforme ordem de chegada dos candidatos e outras 20 inscrições serão aceitas como reserva em caso de desistência. Podem participar pessoas com idade acima de 16 anos.
Interessados devem comparecer ao prédio da Uniten portando RG e CPF originais, das 8h às 21h. A universidade fica localizada na Avenida General Osório, 1.840, na Vila Barão. Mais informações pelo telefone (15) 3316-1666.
http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2014/10/uniten-abre-inscricoes-para-curso-de-nutricao-e-culinaria-para-hipertensos.html
domingo, 12 de outubro de 2014
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
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